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Arquivo: Março 2008

Hipismo

marycavalos 31/03/2008 @ 01:41

cavalos4.jpgHIPISMO

Hipismo ou equitação pode ser tanto uma arte, uma actividade de lazer, um desporto ou uma forma de transporte.

 

Desporto

Como desporto, o hipismo realça a ligação entre o cavaleiro e a sua montada, em provas de perícia, velocidade e adestramento.

Corrida de cavalos

Alguns desportos hipicos são:

Adestramento
Concurso completo de equitação (CCE)
Salto
Enduro
Equitação Paraequestre
Pólo
Saltimbancos
Volteio
As competições hipicas fazem parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912, tendo havido também provas hipicas na edição de 1900. Este é um dos poucos desportos onde homens e mulheres competem entre sí.

Fonte: pt.wikipedia.org

HIPISMO

 

Equitação

A equitação é a arte de cavalgar! Cavalos são criaturas fortes, bonitas, inteligentes e amigas. Se foram bem treinados e não sofreram com a maldade e a ignorância de humanos quando mais novos, certamente serão bons animais e lhe trarão muitas alegrias.

Existem várias formas de você aproveitar a companhia de um cavalo: pólo, corrida, enduro, adestramento, salto etc. - mas todas são bastante caras. Você vai precisar de equipamento (botas, capacete, culote, sela, arreios, manta). Seu cavalo tem que ter uma alimentação adequada, deve ser examinado sempre por um veterinário competente, ser vacinado, escovado e exercitado todos os dias. Tem que dormir em um lugar apropriado para ele. Tudo isso custa muito dinheiro!

Existe, é claro, a possibilidade de você fazer equitação na escolinha de um clube hípico e, assim, pode economizar usando o cavalo da instituição. Se você for realmente bom em alguma modalidade da equitação, pode até conseguir montar cavalos de outras pessoas em competições - afinal, é o que grande parte dos competidores faz!

Adestramento

No adestramento, o conjunto (cavalo e cavaleiro) deve fazer manobras em total harmonia, dentro de um picadeiro de areia, enquanto são observados por um juiz.

Este esporte parece mais simples, mas na verdade é dificílimo. O cavalo deve executar passos especiais e mover-se ao mais leve comando do cavaleiro, como se tudo tivesse sido ensaiado mil vezes antes, com absoluta perfeição.

Corridas

As corridas de cavalos são realizadas nos hipódromos. Acontecem no mundo todo e, em alguns lugares, as provas incluem salto em altura. Os animais correm na areia ou na grama, e a distância que eles têm que percorrer varia de acordo com o tipo de prova.

Embora o tipo de corrida mais conhecido no Brasil seja a corrida a galope, há também corridas a trote, onde o cavalo puxa um pequeno carro de duas rodas, muito leve, conhecido como "aranha". Em qualquer dessas modalidades, vence o conjunto que chegar primeiro.

Esse esporte movimenta muito, muito dinheiro. Em geral, o dono do cavalo não o monta nunca. Para isso há o treinador e, sobretudo, o jóquei, um profissional que estudou e treinou muito tempo para poder montar em uma corrida.

O cavalo ideal para as corridas é o Puro Sangue Inglês, um animal mais nervoso, muito alto e muito veloz, que chega à velocidade de 60km por hora.

Nos EUA, foi criado um tipo de corrida mais curta, onde quem brilha é o QM, ou Quarto de Milha, um cavalo muito ágil e invencível em curtas distâncias.

Enduro

No enduro eqüestre (ou seja, feito com cavalos), os conjuntos seguem por uma trilha anteriormente marcada, que pode ter ou não obstáculos. Nesse esporte, não é importante quem chega primeiro; o que importa é chegar no tempo certo, ou mais perto possível disso!

O enduro é um esporte que se importa com o cavalo. Há pontos de descanso durante o trajeto, e nesses pontos se verifica o batimento do coração do animal. Se o seu cavalo apresentar sinais de estar cansado demais, ele será impedido de continuar a prova!

As provas de enduro podem percorrer quase 50km. Para tão longas distâncias, as melhores raças são as que têm um andar bem confortável: Mangalarga, Árabe e Anglo-Árabe.

Hipismo clássico

As provas de salto tradicionais acontecem nos haras e nos clubes de equitação, em picadeiros de areia. Um percurso é criado por juízes e o conjunto de cavalo e cavaleiro deve saltar todos os obstáculos sem cometer faltas - ou seja, sem derrubar nem deixar de saltar nenhum obstáculo - no menor tempo possível.

Hipismo rural

No hipismo rural, os conjuntos (cavalo e cavaleiro) têm que percorrer uma pista cheia de obstáculos, ao ar livre, no meio do campo. O objetivo é superar todos eles o mais depressa possível, sem derrubar balizas nem deixar de saltá-las.

Esse esporte vem conquistando cada vez mais pessoas no Brasil. É dividido por categorias, de acordo com a idade e a experiência dos desportistas.

Boas raças de cavalos para esse esporte são o Árabe e o Anglo-Árabe, porque são animais ágeis, dóceis e de excelente temperamento.

Pólo

O pólo é um esporte bastante violento para o cavalo. Teve origem na Inglaterra (o Príncipe de Gales, filho da Rainha Elisabeth, adora jogar pólo), mas é muito comum na Argentina, que cria excelentes animais para esse esporte.

Joga-se pólo com uma bola, um taco comprido e dois times. Montados a cavalo, os jogadores devem levar a bola à baliza do adversário.

Há clubes no Brasil dedicados ao pólo. Como exige muito do animal, cada jogador deve ter mais de um cavalo de reserva para o mesmo jogo, para poder trocar de animal caso ache que a sua montaria esteja muito cansada.

Fonte: www.mingaudigital.com.br

O Cavalo e Seu Cavaleiro

marycavalos 29/03/2008 @ 23:58

 26.gifEra uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma.

Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.

Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.

-- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.

http://www.saudeanimal.com.br/imagens.htm

Appaloosa

marycavalos 27/03/2008 @ 02:22

Histórico


8.jpgDomados ou Selvagens, os cavalos palouses coloriam as pradarias em galopes de liberdade ou montados pelos guerreiros indígenas que orquestravam o tropel com repetidos brados.

Não por acaso que a imagem mundialmente se perpetuou da Raça Appaloosa é a do cavalo de indíos.
Nas ancas, dorso e cernelha o pincel da criação salpicou cores diferentes, distribuiu pintas escuras sobre a pelagem básica, algumas vezes carregou mais o pincel nas ancas em formato de mantas... As pelagens negra, alazã, castanha, zaina, baia, palomina, tordilha e rosilha ganharam composições como em nenhuma outra raça da espécie eqüina. Formada a partir dos cavalos introduzidos pelos colonizadores europeus na América, estes animais de plástica inigualável corriam soltos pela bacia do rio Colúmbia e seus afluentes onde foram capturados e domesticados pelos Nez Perce, índios guerreiros que habitavam o vale do rio Palouse, uma região dominada pelos colonizadores franceses. Os Nez Perce domavam os cavalos pintados, usando-os como meio de transporte, montaria de caça e como instrumento de guerra nas constantes batalhas com os brancos.

Ágeis, rústicos, velozes e resistentes, os cavalos pintados dos Nez Perce atraíam a atenção dos colonizadores, atribuindo-se aos franceses o nome que estes animais receberam, La Palouse, numa referência ao rio de mesmo nome, situado, hoje, no Estado do Oregon. Excepcionais para cavalgadas de longas distâncias e na travessia de regiões íngremes e áridas, o cavalo dos Nez Perce foram submetidos a uma rigorosa seleção baseada na resistência, coragem e pelagem pintada. Os indivíduos que não acentuavam estas características eram castrados - para não serem utilizados na reprodução - e utilizados apenas como animal de montaria.

A técnica de seleção, adotada há mais de 100 anos, acabou garantindo a preservação das principais características destes animais, em especial sua variada e exótica pelagem. Apesar de a autoria da primeira seleção da raça na América ser atribuída aos Nez Perce, historiadores acreditam que a origem de cavalos com a pelagem típica do moderno Appaloosa é ainda mais antiga. Pinturas rupestres encontradas na Espanha e nas famosas cavernas de Lascaux, na França, desenhadas 18 mil anos antes de Cristo, revelam figuras de cavalos com características semelhantes as do Appaloosa. Outros registros de cavalos pintados foram encontrados em pinturas chinesas datadas de 5.000 anos a.C. e em cavalos selecionados na antiga Pérsia há 1.600 anos.

 

Das batalhas a preservação

Na medida em que os colonizadores foram estabelecendo seus ranchos e implantando a pecuária no Oeste americano, a aptura de cavalos selvagens para utilização na lida se transformou em fator de sobrevivência.

Cobiçados pelo homem branco, os La Palouse passaram a ser motivo de disputas constantes, notadamente quando foram estabelecidas as rotas comerciais entre o Sul e o Norte, necessitando-se percorrer grandes distâncias a cavalo. Surgiam as batalhas e a vida indígena começou a sofrer grandes alterações. Em 1877, num histórico confronto entre os Nez Perce e a cavalaria americana, os La Palouse serviram de montaria de um povo inteiro numa rota de fuga que percorreu mais de dois mil quilômetros. Quando os Nez Perce se renderam em Montana - Estado americano na fronteira com o Canadá -, os cavalos que sobreviveram aos ataques foram distribuídos entre os soldados, deixados para trás ou simplesmente dispersos.

Crescia a decadência das nações indígenas, e sua reclusão em reservas a partir do início do século XX provocou a quase extinção da população eqüina, especialmente destes cavalos pintados. Espalhados pelo vasto território americano, os animais sobreviventes enfrentaram, ainda, o advento da motorização agrícola e a ramificação das ferrovias. Salvo exceções, o cavalo nos Estados Unidos foi colocado em segundo plano.

No entanto, na busca de resgatar os áureos tempos dos La Palouse e a cultura que a ele era atribuída, apaixonados por estes animais - rancheiros, criadores, descendentes dos Nez Perce e leigos - do Estado de Idaho fundaram, na década de 30, o Appaloosa Horse Club - APHC, entidade que se tinha por objetivo maior preservar a história da Raça e garantir seu desenvolvimento. Dentre estes objetivos estava a utilização do cavalo no esporte e lazer, práticas que começaram a crescer na medida em que a mecanização invadiu a zona rural. Criadores, rancheiros, profissionais do cavalo, esportistas, entidades governamentais se envolveram no movimento. Esta nova realidade foi fundamental para o renascimento do Appaloosa. Buscava-se a seleção de animais fortes, ágeis, corajosos, mas que também que tivessem nos genes a capacidade de transmissão da pelagem exótica típica da Raça. No programa de seleção estabelecido a partir dos anos 30, foram feitas infusões de sangue de cavalos das Raças Árabe, Puro-Sangue-Inglês e, predominantemente do Quarto de Milha.

Destes cruzamentos nasceu, no conceito dos americanos, um tipo de cavalo com características únicas como a pelagem pintada, os cascos rajados, a pele malhada e a esclerótica branca, ou seja, aquela membrana que reveste o globo ocular. Nas décadas seguintes os Appaloosas começaram a desenvolver aptidões para diferentes provas eqüestres, notadamente as chamadas western como Apartação, Rédeas, Laço de Bezerro, Laço em Dupla baseadas na lida dos ranchos, além de Baliza, Tambor, etc. As habilidades do Appaloosa como cavalo funcional e de esporte passaram a ser cultivadas em eventos públicos, especialmente nos rodeios, vitrine maior das competições dos rancheiros americanos.

Resgatado da quase extinção, o Appalosa rompeu as fronteiras dos Estados Unidos a partir dos anos 50, se estabelecendo em outros países e continentes, sendo selecionado atualmente no Canadá, Venezuela, Austrália, Alemanha, Itália, Espanha, Israel e Brasil. Em nosso País chegou há quase três décadas, se expandiu a partir do Estado de São Paulo e já se consagra como o segundo maior e mais importante plantel mundial.

http://www.appaloosa.com.br/

Doma Racional

marycavalos 27/03/2008 @ 02:04

7386_kboing.jpgCada vez que aumentamos nossa experiência com cavalos vamos conhecendo melhor seu estilo de vida e descobrindo as coisas úteis, certas e boas, portanto muitas vezes nós se perguntamos: qual é a melhor maneira de colocar a sela? Como por a cabeçada? Que tipo de embocadura usar?

São duvidas comuns para qualquer cavaleiro. Até os mais experientes cometem enganos e deixa o animal desorientado ainda mais  que cada cavalo é um tipo e cada um tem uma forma de trabalhar e a reagir às coisas que fazemos.
 
No manejo diário para doma e treinamento, as atitudes vão se tornando tão mecânicas que as chances de se cometer faltas só tendem a aumentar.
Começando nos apetrechos que  compõe os equipamentos eqüestres: podem se tornar inimigos da sua montaria caso não  sejam usados de forma correta, e as coisas vão aumentado como uma embocadura mal escolhida e mal ajustada, sela grande para cavalos pequenos. São fatores que à primeira vista podem parecer sem muita importância, mas que a longo prazo poderão trazer traumas e perigos.

Início da doma

No início da doma é uma fase bastante delicada, e se fizermos os primeiros contatos com o potro usando atenção, paciência e principalmente numa seqüência coerente, evitaremos erros e dores de cabeça. Aí vão alguns "certos" e "errados" para você se orientar e ter a chance de corrigir possíveis enganos.

Certos

1- Aproximar de um potro em inicio da doma com tranqüilidade e segurança mesmo com cavalos desconhecidos que você não tenha contato constantemente. Pegá-los em um local onde seu espaço seja limitado, facilitando a aproximação.
 
2- Colocar o cabresto pelo focinho e passar por trás das orelhas conversando principalmente com o potro e outros enquanto coloca lentamente sem assustá-lo.
 
3- Usar voz firme e sempre igual, isto é, no mesmo tom para que o animal entenda o que você espera dele. 

4- Recompensar o cavalo com carinhos no pescoço a cada etapa executada de maneira correta, lembrando que deve-se premiar no momento em que o animal realiza corretamente a tarefa pedida.
 
5- Parar com a insistência ou aula assim que o animal realize por algumas vezes o que lhe foi pedido. Ministrar os ensinamentos progressiva e repetidamente.
 
6- Encilhar o animal pelo lado esquerdo, entretanto o cavalo bem domado aceitará o manejo pelos dois lados.
 
7- Para cada tipo de animal, melhor dizendo para cada tipo de modalidade que você quer fazer com seu animal necessita de selas diferentes, selas tipo australianas são usadas normalmente para cavalos de marcha, selas tipo Western coloca-se em cavalos Árabes e Quarto de Milha, selas tipo seletas mais leves usa-se em cavalos de corrida e saltos.


Errados:

1- Não se aproximar brutalmente principalmente pela sua traseira. Os cavalos têm medo dos homens e com susto poderão reagir repentinamente.
 
2- Não  colocar o cabresto rápido e não amassar as orelhas, pois podem sentir dor ou irritação, e o animal pode reagir e criar traumas, difíceis de tirarem.
 
3- Não rode o animal com o cabresto e evitar dar puxões fortes.
 
4- Não repetir as palavras de comando na hora que o animal está realizando os ensinamentos. Se ele esta fazendo é porque já entendeu e a voz de comando nessa hora só irá confundi-lo.
 
5- Não recompensar o animal após não ter feito o que foi pedido ou recusar. Nunca bata em seu cavalo, pois só servirá para desorientá-lo.

6- Não pare com o trabalho ou a aula no momento que o cavalo errar o exercício. Caso o cavalo não execute o exercício de forma correta, mesmo que depois de algumas tentativas, mude o exercício para um mais fácil e termine a aula. A repetição demasiada cansa fisicamente e mentalmente o cavalo. Ele ficará cansado e perderá a disposição e o rendimento. Por isso procure variar as lições para mantê-lo sempre atento e disposto.
 
7- Não jogar o material que irá no dorso, pois é um lugar sensível (perto do rim) e esse impacto provocará dores e traumas.
 
8- Não usar a embocadura muito forte quando o cavalo é sensível e aceita o comando do cavaleiro rapidamente e a embocadura muito apertada poderá ferir o canto da boca.

Lembre-se dessas dicas e use sempre com muita calma e nenhuma violência nos comandos aos cavalos, eles irão te respeitar e aprender!

http://www.hipismobrasil.com.br/dicas_instrutores/dicas_instrutor1.asp

Oração do Cavaleiro e do Cavalo

marycavalos 27/03/2008 @ 01:47

Oração do Cavaleiro

 

 

 

Deus pai todo-poderoso, luz do Universo.
Vós que sois o criador da vida e de todas as coisas, concedei derram
ar sobre nós, teus filhos, cavalos, cavaleiros e amazonas que aqui estamos, as tuas bênçãos e a tua divina protecção.120px-gallop_animated.gif
Dai-nos Senhor:
- A saúde e o vigor, para que possamos competir com garra em busca da vitória...
- A lealdade, para que busquemos o podium com determinação e coragem, mas com respeito pelos nossos adversários, vendo em cada um deles um amigo e um companheiro de jornada...
- A prudência, para que não venhamos a nos ferir no ardor da disputa...
- A paciência, para que entendamos que a vitória, símbolo do sucesso, é o resultado do trabalho árduo e deve ser conquistada degrau a degrau...
- A humildade, para façamos de cada sucesso um estímulo para caminharmos sempre em frente e cada tropeço um aprendizado de que pouco sabemos e é preciso aprender mais...
- A gratidão, para que, no momento da vitória, saibamos que a conquista só foi possível pelo trabalho e dedicação de muitos, cavalos, pais, técnicos, tratadores, ferradores, juízes, veterinários, motoristas e até o nosso...
Senhor, dai-nos também:
- A bondade, para tratarmos nossos animais com respeito, amor e atenção, jamais esquecendo de agradecer a eles pelo trabalho realizado...
- A generosidade, para que no futuro, quando nosso inseparável amigo de tantos galopes da vitória estiver velho e cansado, não mais podendo nos auxiliar nas conquistas, receba de nós o amor e os cuidados para que possa terminar seus dias com dignidade e, chamado por vós, galope feliz sentindo em seu dorso o nosso carinho e nossa saudade, pelos verdes campos de tua divina morada...
Pai, dai-nos finalmente:
- O patriotismo para que se um dia lograrmos merecer representar o nosso pais pelas pistas de hipismo do mundo, saibamos, como tantos outros, honrar o seu nome, sua gente e suas tradições...
- A virtude, para que jamais nos afastemos dos nobres ideais do hipismo e para que antes de campeões, possamos ser cidadãos de bem...

E a fé, para crermos que tudo vem de vós, senhor do universo e nosso Pai eterno.
Que assim seja!

 




2350_dscn3147.jpg

Oração do Cavalo
(
Autor desconhecido)

 

Dono meu:
Dá me, frequentemente, de comer e beber, e, quando tenhas terminado de trabalhar-me, dá me uma cama na qual eu possa descansar comodamente.
Examina todos os dias os meus pés e limpa meu pelo. Quando eu recusar a forragem, examina meus dentes e minha boca, porque bem pode ser que eu tenha um problema que me impeça de comer.
Fala-me; tua voz é sempre mais eficaz e mais conveniente para mim, que o chicote, que as rédeas e que as esporas.
Acaricia-me, frequentemente para que eu possa compreender-te, querer-te e servir-te, da melhor maneira e de acordo com os teus desejos.
Não corte o meu rabo muito curto, privando-me do melhor meio que tenho para espantar as moscas e insertos.
Não me batas violentamente e nem dês golpes violentos nas rédeas, pois, se não obedeço, como queres, é porque ou não te compreendo ou porque estou mal encilhado, como freio mal colocado, com alguma coisa nos meus pés ou no meu ombro que me causam dor.
Se eu me assustar, não deves bater-me, sem saberes a causa disso, pois bem pode ser o defeito de minha vista ou um proverbial aviso para ti.
Não me obrigues a andar muito depressa em subidas, descidas, estradas empedradas ou escorregadias.
Não permaneças montado sem necessidade, pois prefiro marchar, do que ficar parado com uma sobrecarga sobre o dorso.

Quando cair, tenha paciência comigo e ajuda-me a levantar, pois, faço quanto posso para não cair e não causar-te desgosto algum.
Se tropeçar, não deves por a culpa para cima de mim, aumentando minha dor e a impressão de perigo com tuas chicotadas; isso só servirá para aumentar meu medo e minha má vontade.
Procura defender-me da tortura do freio, não no trabalho, mas quando esteja em descanso, e cobre-me com a manta ou com uma capa apropriada.
Enfim meu dono, quando a velhice me tornar inútil, não esqueça o serviço que te prestei, obrigando-me a morrer de dor e privações sob o jogo de um dono cruel ou nos varais de uma carroça, se não puderes manter-me, ou mandar-me para o campo, mata-me com tuas próprias mãos, sem me fazer sofrer.
Eis tudo o que eu te peço, em nome daquele que quis nascer numa baia, minha morada e não num palácio, tua casa.

FONTE:mamacavalo.nireblog.com  (meu antigo blog  de cavalos)

Banho do Cavalo

marycavalos 27/03/2008 @ 01:40

banhos2.jpg

    O   Banho

DEPOIS DE UMA CAVALGADA OU UMA SESSÃO DE EXERCÍCIOS, NADA MELHOR DO QUE UM BOM BANHO PARA REFRESCAR E RELAXAR. ESTE MOMENTO PARA O CAVALO É MUITO IMPORTANTE, É O INDICATIVO QUE O TRABALHO ACABOU E CHEGOU A HORA DA RECOMPENSA.
       A ducha só com água e escovação deve acontecer quase que diariamente ou sempre que o animal terminar o trabalho, chegar do piquete ou estiver muito empoeirado devido ao pó de feno ou a serragem das baias. Já um bom banho com shampoo deve ser dado pelo menos uma vez por semana com bastante calma e prazer. Quando chegar este dia é provável que seu cavalo já espere ansiosamente, pois ele já perceberá as pequenas alterações que naturalmente acontecem. A movimentação dos tratadores ao pegar os materiais, a arrumação do local do banho, com tudo isso ele já saberá que o grande dia do banho chegou!

A Hora Certa

     O ideal é que este banho aconteça nas horas em que o sol estiver forte para que o animal não sinta frio e a secagem seja rápida. Dê preferência a um local que tenha piso de cimento, um amarrador seguro e uma torneira com bastante água. Amarre o cabresto com uma certa folga, pois provavelmente, na hora que você for lavar a cabeça do cavalo, ele vai querer se esquivar-se, levantando-a fortemente, podendo estirar e provocar um sério acidente.
     Deixe-o ver e cheirar todo material que você vai utilizar durante o banho, para evitar que ele estranhe alguma coisa e fique estressado. Lembre-se que este deve ser um momento prazeroso. Mesmo em relação à água, antes de molha-lo, ofereça-o para beber um pouco caso tenha vontade.
     É importante que a pressão da água não seja muito forte. Nada de esguichos ou vaporizadores use a mangueira. O cavalo é um ser vivo, e pressão demais pode acabar machucando a pele, principalmente nas áreas mais sensíveis.
     É importante antes de molhar o cavalo, ficar atento se a respiração já voltou ao normal (caso tenha sido trabalhado antes) e a temperatura do corpo esteja amena. A temperatura da água pode até ser fria, desde que o dia não esteja gelado. O grande perigo está no choque térmico entre o clima pós-banho e a água, pois pode resfriar demais alguns membros e provocar friagem, dificultando até a locomoção.


Passo a Passo

     Comece molhando todo o animal. Inicie sempre pelas patas. Jogue água nos cascos, boletos e pernas. Vá subindo pelos membros anteriores e depois posteriores. Suba com o esguicho para a garupa e vá seguindo em direção a cernelha. Molhe bem a crina e tenha cuidado para não deixar entrar água nos olhos e ouvidos do cavalo. Deixe que ela escorra entre as orelhas e, se ele deixar, use um chumaço de algodão embebido com oleo mineral para tirar o excesso de cera. Alguns animais podem ser arredios a este contato. Se isto acontecer, procure acalmá-lo para evitar que ele se esquive todas as vezes que você tocar esta região. Não se esqueça dos pêlos do topete. Puxe-os para trás das orelhas e junte-os à crina. Certifique-se de que a água penetra até a pele, na raiz dos pêlos. Feito isso é hora de partir para a limpeza. Dilua em um balde uma parte de shampoo para três partes de água.

Dica: caso o animal esteja com pêlo muito ressecado, você pode usar o condicionador em todo o corpo, após o banho. Espalhe o produto em todo o cavalo com o auxílio de uma escova em movimentos circulares e deixe agir por 5 minutos. Em seguida enxágüe com bastante água. Terminando o banho, pegue o escorredor (um rodinho de madeira e borracha) e passe pelo corpo do cavalo, acompanhando o sentido da musculatura (paleta, garupa, pernas), de cima para baixo, e deixe secar no sol.


     Para a limpeza do focinho, chanfro e gananchas, utilize uma escova muito macia ou uma esponja e passe levemente. Estas também são regiões sensíveis e o excesso de pressão pode assustar o animal.
     Use um sabonete ou um shampoo suave para lavar a crina. Não use detergente. Pegue uma escova de plástico e faça penetrar bem a espuma, para remover toda a sujeira. Deixe o shampoo atuar por alguns minutos e enxágüe com água corrente. Procure tirar o excesso com as mãos e evite o uso de pentes para não quebrar os fios da crina. Se você preferir, pode usar um creme condicionador para desembaraçar os fios. Retire a água do pescoço com um raspador de suor. Com a cauda, faça a mesma coisa, escove-a inteira, molhe e desembarace. Depois de enxaguar o condicionador, passe uma escova de cerdas largas para que os fios fiquem bem soltos.

mamacavalo.nireblog.com(meu antigo blog)

Sentidos dos Cavalos

marycavalos 27/03/2008 @ 01:38

  

             

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Orelhas para trás indicam raiva ou medo

0.jpgOrelhas para frente indicam interesse pelo que ocorre no ambiente

lk.jpgUma orelha para trás e outra para a frente indicam certa incerteza

Os cavalos tem os sentidos da visão, audição e olfato mais desenvolvidos do que o homem. A face longa característica do cavalo não é necessária apenas para conter seus grandes dentes: ela também abriga os sensíveis órgãos do olfato. Os olhos ficam mais para o alto do crânio, nos lados da cabeça, propiciando aos cavalos boa visão periférica, mesmo quando pastam. As orelhas são grandes, capazes de se movimentar e apontar em direção ao mais leve ruído. Por natureza, o cavalo vive em rebanhos e demonstra grande afetividade em relação aos outros membros do grupo, sendo esta lealdade facilmente transferida ao seu dono. Uma vez desenvolvida a ligação afetiva , o cavalo se esforça muito para executar ordens, por mais difíceis que sejam. Por isso esses animais tem sido vítimas de abusos cruéis, mas também são muito amados, talvez mais que qualquer outro animal na história da humanidade. Apesar de sua forte associação com seres humanos, o cavalo ainda conserva seus instintos naturais de comportamento. Defendem seus espaço e amamentam os filhotes, e precisam sempre de companhia.

http://www.hipismobrasil.com.br/o_cavalo/sentidos_dos_equinos.asp

Bernado Cardoso

marycavalos 27/03/2008 @ 01:30

.jpgBernardo Cardoso de Resende Alves, nasceu na bela cidade mineira de Belo Horizonte. Escorpiniano nascido em 20 de novembro de 1974.
Filho de João Baptista Ribeiro de Resende Alves e Maria José Cardoso Resende Alves.

Aos quatro anos, quando visitava uma fazenda nos arredores do Cepel, viu alguns cavaleiros saltando e nesse instante nascia a paixão pelo esporte.

Depois de alguns testes, foi aceito na escolinha do Cepel.
Sob orientação de José Wilson, o Pelé, foi aprendendo todos os segredos desse esporte, mas por ser muito pequeno aconteciam refugos e consequentemente vinham as quedas.
Pelé logo notou o talento e a grande força de vontade do pequeno Bernardo, e assim incentivava-o a continuar saltando apesar das quedas.

Aos 8 anos Bernardo ganhou seu primeiro título, Campeão mini-mirim das escolas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. A partir daí começou a ter o incentivo do titular do Cepel Dr. Marcos Valle Mendes e Vitor Alves Teixeira.
Vitor Alves passou a ser seu instrutor. Dessa união começava a surgir um grande campeão.

Aos 12 anos, montando Zurquis, foi campeão brasileiro mirim.
Com o apoio do Cepel, Bernardo sempre contava com bons cavalos, como Zurquis e Larrami.

Aos 16 anos, tornou-se profissional. Como sempre utilizou cavalos do Cepel, continua até hoje sendo sua referência para treinos.

Apesar de ter ficado na reserva, Bernardo foi campeão por equipes no Panamericano de Mar Del Plata na Argentina. Em 1999 (Panamericano de Winnipeg), já atuando como titular, foi campeão novamente.

Em maio de 2001, Bernardo passou 3 meses na Europa no manège do Neco, Nelson Pessoa. Neste período disputou importantes provas onde conquistou excelentes resultados. No concurso internacional de Aachen, Bernardo teve uma destacada atuação e foi considerado a maior revelação do evento.

Em 2002, o cavaleiro passou toda a temporada na Europa onde conquistou importantes resultados como a medalha de bronze para o Brasil, no Campeonato Mundial de Cavalos Novos, e pode acumular muita experiência ao saltar as principais provas do circuito mundial competindo com os principais cavaleiros do mundo.

2003
Eleito o melhor cavaleiro do CSI-W de Mechelen, na Bélgica
3° lugar no GP do CSI-A de La Corunha, Espanha

2004
2° lugar no GP da Copa do Mundo do CSI-W de Vigo, Espanha
1° lugar no GP do CSI de de Bois-le-Roi, França
Vencedor da prova forte (1,50m) do CSI quatro estrelas de Wiener Stadthalle, Áustria
Medalha de Bronze por equipe no Pan-americano de São Domingos
1° lugar na Copa do Rei do CSI-A de Madri
2° lugar no GP do CSI-A de Monte Carlo
1° lugar no GP do CSI de Vejer de la Frontera (IX Sunshine Tour)

Perfil
Data de Nascimento: 20 de novembro de 1974
Local: Belo Horizonte - MG
Altura: 1,86m
Peso: 76kg
Hobby: Jogar Tênis
Cidade: Rio de janeiro
Ídolo no hipismo: Vitor Alves Teixeira, Rodrigo Pessoa, Ludger Beerbaum, John Whitaker e Nick Skelton.
Ídolos: Guga e Ayrton Senna
Perfume: Issey Miyaki
Bar: Dado Bier em Porto Alegre
Prato Predileto: Camarão a Provençal
O que mais gosta na TV: programas de esporte e Planeta & Casseta
Time de futebol: Clube Atlético Mineiro

http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/bernardo_alves.asp

Vitor Teixeira

marycavalos 27/03/2008 @ 01:28

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Reprodução - www.vitorteixeira.com.br

Vitor começou a montar em 1971 na Sociedade Hípica de Brasília quando sua mãe, através de um trabalho, foi convidada pelo então presidente Cel. Fidélis Chaves da Silveira a inscrever seus dois filhos Vitor Alves Teixeira e Luiz Otávio Teixeira na escola de equitação.

Ambos os meninos possuíam muita facilidade no aprendizado, mas era o Luiz que normalmente ganhava os melhores prêmios e troféus.

Vitor foi impedido de montar depois de alguns meses na hípica por não ser sócio e não ter condições de sê-lo. Neste momento quase desistiu do hipismo, foi como se o mundo tivesse desabado e que todos os seus sonhos nunca se tornariam realidade. Os meninos interromperam a equitação por alguns meses. Foi quando tiveram um convite para montar no regimento de cavalaria e foram, permanecendo por alguns meses, pois não tínhamos condições de comprar o título de sócio da hípica.

Passado alguns meses, o Cel. Fidélis chamou a família propondo a compra de um título de um sócio, que queria vender um pouco mais barato, e assim foi feito com sacrifício dos pais, que sofriam junto com os meninos aquela situação.

Em seis meses Vitor estava disputando o Campeonato Brasileiro de Mirim no Clube de Campo de São Paulo em 1972. Mas foi em 1975, que em Porto Alegre que ganhou o primeiro Campeonato Brasileiro de Junior, superando os quase insuperáveis paulistas.

Desta geração fizeram parte, o Marcelo Artiaga, Marcos Fernandes Alves, Marcos da Silva Fernandes, Luciano Marques Alves (in memória), Pedro Paulo Lacerda, Lucia Santa Cruz, Almir Lustosa Vieira, Djalma Ferreira, Geraldo Gomes de Lemos e alguns outros.

Foi em 1979 quando ganhou o Torneio FIAT superando entre outros Nelson Pessoa, Roberto Kalil, etc. Tinha na época 21 anos e venceu com o cavalo CAMOATI de propriedade do Cel. Fidélis.

Em 1979 conheceu Andréa, que lhe enviou seu cavalo NATURAL, com qual estaria tendo alguns problemas. Em 1981 mudou-se para Belo Horizonte já namorando a Andréa e fazendo parte da Equipe Brasileira, que ganharia o Sul-Americano no Chile e participaria do Campeonato Mundial de Dublin em 1982, ficando na 7ª colocação.

Perfil

Nome: Vitor Alves Teixeira
Nascimento: 22 de janeiro de 1958
Natural: Belo Horizonte, MG
Time de futebol: Atlético Mineiro
Recordes: 2,25m - 2001
Onde Monta: Clube Hípico Santo Amaro - SP
Filme: Ghost
Ídolo: Ayrton Senna
Cavalo: Zurkis

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Rodrigo Pessoa

marycavalos 27/03/2008 @ 01:26

000000.jpgNascido em Paris no dia 29 de Novembro de 1972, Rodrigo é fruto do casamento de Nelson Pessoa e Regina de Paula Pessoa.

Em 1981, Rodrigo disputou sua primeira competição de pôneis em Hickstead na Inglaterra. Já em 1984, veio seu primeiro título, o de Campeão da classe pôneis na Bélgica. Em 85, Rodrigo foi novamente campeão de pôneis na Bélgica e também na Inglaterra.

Em 1988, começou a disputar os GPs mais importantes, como o de Francoville na França, depois de ter vencido os GPs de Juniores em Milão na Itália e Reims na França.

Em 1989, Rodrigo terminou o Campeonato Europeu de Juniores em primeiro lugar. Só não levou o título, por ser Brasileiro. Em 1990 se inicia a longa lista de vitórias nos mais tradicionais Grandes Prêmios do mundo.

Em 1990, o cavaleiro venceu os GPs de Nice, na França, e Donaueschingen, na Alemanha. Neste mesmo ano Rodrigo venceu a prova de abertura do Mundial de Estocolmo na Suécia. Em 1991 Rodrigo venceu os GPs de Zuidlaren e Paderborn, além de diversas importantes classificações.

O primeiro grande ano hípico para Rodrigo foi 1992, quando aos 19 anos foi o cavaleiro mais jovem a disputar os Jogos Olímpicos de Barcelona, ficando em 9º lugar na contagem individual.

Com a experiência de uma Olimpíada, ele seguiu vencendo GPs, como os de Wiesbaden, Paris e Aachen em 1993. Neste mesmo ano Rodrigo venceu seu primeiro Derby, em Eindhoven, uma marca registrada de seu pai.

Em 1994, já visando a sua participação nos Jogos Pan Americanos de Mar del Plata, Rodrigo venceu os GPs de Aachen e Aarhus e no ano seguinte conquista Medalha de Ouro por equipes no Pan da Argentina.

No ano de 1996, veio a consagração Olímpica. Com uma atuação impecável, Rodrigo colaborou para a conquista da medalha de Bronze por equipes nos Jogos Olímpicos de Atlanta.

Em 1997, Rodrigo se preparou para participar da Copa do Mundo. No ano seguinte, Rodrigo mostrou que veio para marcar época no esporte. Em Helsinki, na Finlândia, Rodrigo e Baloubet Du Rouet tornam-se Campeões da Copa do Mundo.

Ainda no mesmo ano, e montando outro cavalo, o Lianos, Rodrigo vai disputar o Campeonato Mundial em Roma e consagra-se Campeão Mundial. Ele também venceu o GP de Roterdan e recebeu o prêmio de Melhor Cavaleiro do Mundo com o troféu "O Ano Hípico".

Em 1999, Rodrigo torna-ne bi-campeão da Copa do Mundo, montando novamente Baloubet Du Rouet. Neste mesmo ano ele venceu os GPs de Paris-Bercy, Berlin e Amsterdan e ganhou o Derby de La Baule. Neste ano sua principal conquista depois da Copa do Mundo foi chegar ao Topo do ranking Mundial, posição que ele mantem até hoje.

No ano 2000, através de uma parceria com a empresa Sportcom do também cavaleiro e amigo André Beck, Rodrigo trás o futebol para o hipismo. O contrato com o Club de Regatas Vasco da Gama marca história no esporte, e para celebrar a parceria, Rodrigo vence pela terceira vez consecutiva a Copa do Mundo de Hipismo com Baloubet du Rouet.

Em Sydney Rodrigo conquista mais uma medalha de Bronze por equipes para o Brasil com três percursos perfeitos com Baloubet na Copa das Nações, num emocionante desempate com a equipe da França. Tudo estava dando certo, mais no segundo percurso da final, Rodrigo e Baloubet não foram bem e perderam a chance de trazer uma medalha individual para o Brasil. A decepção foi grande, mas Rodrigo se superou e voltou a vencer diversos concursos com Lianos.

Em 2000 foram 23 vitórias, 10 segundos lugares, 1 Copa do Mundo, 1 Medalha Olímpica e mais de 700 mil dólares em prêmios. Para fechar o ano, Rodrigo terminou como número 1 do mundo no Ranking Mundial FEI/BCM.

Em 2001 Rodrigo teve mais um excelente desempenho na Copa do Mundo e por muito pouco não levou o título de Tetra Campeão. Mesmo assim o Vice Campeonato foi muito comemorado.

Em Junho, mais precisamente no dia 23, Rodrigo realizou um sonho. Casou-se com Keri Potter, numa cerimônia emocionante no Rancho Valencia Resort em Del Mar na California - Estados Unidos.

Em 2002 Rodrigo e Baloubet participaram de sua quinta Final de Copa do Mundo consecutiva, ficando na terceira colocação. Aconteram vitórias nos GPs de Genebra e Rotterdan com Baloubet, Verona e Calgary com Lianos e Mônaco com Bianca d'Amaury. Rodrigo dividiu sua temporada entre os EUA e Canadá e a Europa, acumulando bons resultados nos dois continentes. Rodrigo começa a preparação de cavalos novos como Hermès St. Lois, já visando a substituição de seus principais cavalos de competição.

Em 2003 Rodrigo participou de 175 provas em eventos CSIO, CSI-W, CSI4* e Final da Copa do Mundo. Nestas 175 apresentações fez 107 percursos sem faltas (61%), e 37 com apenas uma falta (21%). Isto significa que em apenas 18% fez mais de uma falta. Rodrigo esteve 66 vezes entre os 6 primeiros (37%), com 21 primeiros, 12 segundos, 6 terceiros, 4 quartos, 12 quintos e 10 sextos lugares. Bianca D'Amaury foi o animal com mais vitórias, 8. Ela apresentou também ótimo rendimento, com 22 zeros em 31 provas (71%). Ela esteve entre os Top 6 em 22 oportunidades, marcando ainda 7 segundos lugares. Suas vitórias mais importantes em 2003 foram em provas de 1.50m nos CSI-W de Berlim e s'Hertogenbosh. Baloubet du Rouet foi o cavalo com o qual Rodrigo mais saltou em 2003, 36 provas. Ele fez percursos sem faltas em 23 delas, marcando um percentual de 64% de zeros. Baloubet esteve entre os Top 6 14 vezes (39%), com 6 primeiros lugares, sendo os mais importantes a Final do Top Ten em Geneve, o GP-W de s'Hertogenbosh e o GP de Balve. Ele teve ainda excelente participação na Final da Copa do Mundo com 2 terceiros e 1 quinto lugar, finalizando como vice-campeão. Outro importante cavalo de Rodrigo em 2003 foi Hermès St.Lois. O promissor 8 anos foi levado com muita calma por Rodrigo. Ele marcou 22 zeros em 26 provas (85%), esteve entre os Top 6 nove vezes (35%), com 3 primeiros, sendo o mais importante a vitória no GP do CSI4* de La Coruña. Lianos saltou bem menos este ano. Com 16 anos foi menos exigido, sendo apresentado em 18 provas, com 10 zeros (56%), e uma importante vitória, no GP do CSIO de Falsterbo. Rodrigo obteve ainda vitórias com Stardust, em 2 provas de 1.55m do Sunshine Tour, e uma com Harry Potter no CSI4* de Bremen.

No final de 2003 um momento de grande felicidade, o casal Keri e Rodrigo anunciam a chegada do herdeiro. Keri está gravida, com o nascimento previsto para Junho de 2004.

Perfil
Data de nascimento: 29 de Novembro de 1972
Local: Paris – França
Hobby: Automobilismo e Golf
Sua esposa: Keri Potter
Local onde mais gosta de descansar: Angra dos Reis – RJ
Cor: Verde
Carro: Porche
Ídolos: Ayrton Senna e Pelé
Fruta: Laranja e Coco
Comida: Churrasco
Refrigerante: Guaraná
Escritor: John Grishan

www.rodrigopessoa.com.br

FONTE:http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/rodrigo_pessoa.asp

Claudia Itajahy a Melhor Amazonas Internacional

marycavalos 27/03/2008 @ 01:14

000melhor-amazonas.jpg

Claudia
Reprodução

Claudia Itajahy começou a montar desde cedo. Participou de inúmeros campeonatos e passo a passo foi conquistando títulos após títulos e alcançando um grande prestígio no hipismo nacional. Hoje é uma amazona respeitada e também temida. Não é fácil competir contra esta guerreira! Ela tem muita garra!Atualmente a amazona conta com dois animais: Unibanco Seguros Rodobens VanGogh e Unibanco Seguros Rodobens Victoria. VanGogh é a sua principal montaria e Claudia acredita que ele poderá facilmente chegar as próximas Olimpíadas. Títulos conquistados:
Campeâ carioca de mirim
Campeã brasileira de mirim
Vice-campeã carioca de mirim
Tri-campeã brasileira de júnior (título inédito no mundo)
Medalha de ouro individual no Campeonato americano de júnior
Medalha de prata por equipes no Campeonato americano de júnior
Medalha de bronze individual no Campeonato sul-americano de júnior
Medalha de ouro por equipes no Campeonato sul-americano de júnior
Quarto lugar no mundial de júnior em La Baulle
Penta-campeã brasileira de amazonas
Campeã carioca de sênior
Vice-campeã carioca de sênior
Duas vezes vice-campeã brasileira de sênior
Duas vezes vice-campeã por equipes de sênior
Campeã da Echarp Dor
Campeã do torneio dos campeões
Campeã do Ranking Heineken da CBH de cavaleiro
Campeã do Ranking Heineken da CBH de grandes prêmios
Vice-campeã do Ranking Heineken da CBH de cavaleiro
Campeã da liga sul-americana da World Cup (única amazona que obtém este título)
Campeã do torneio Banco Nacional
Campeã do CSI-W de Porto Alegre
Vice-campeã do CSI-W de Porto Alegre
Campeã do Derby do Clube de Campo
Campeã do circuito do interior de São Paulo
Campeã do circuito do interior do Rio de Janeiro
Campeã do Campeonato Potro do Futuro
Super Campeã do campeonato brasileiro de cavalos novos
Campeã do torneio Pão de Açúcar
Vice-vampeã brasileira de cavalos novos
Campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 7 anos
Campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 6 anos
Vice-campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 6 anos
Campeã brasileira de cavalos novos 6 anos
Vice-campeã brasileira de cavalos novos 7 anos
Campeã do torneio Monte Cristo
Vitória no CSI-W Visa Indoor com a participação no desempate do então bi-campeão do mundo Rodrigo Pessoa que ficou em 2º lugar
Campeã brasileira de amazonas por equipes 2000
Campeã brasileira individual de amazonas 2000
Campeã paulista de cavalos novos 7 anos 2000
Campeã brasileira de cavalos novos 7 anos 2000
Campeã do Ranking do Brasil 2000
Vice-campeã de sênior do Ranking da Federação Paulista 2000
Campeã do Ranking de amazonas da Federação Paulista 2000
Perfil

Nome: Claudia Itajahy Camarão
Nascimento: 8 de setembro de 1961
Natural: Rio de Janeiro, RJ
Time de futebol: Flamengo
Recordes: 9 vitórias no mesmo ano em Grand Prêmios
Onde Monta: Clube Hípico Del Verde - SP
Filme: Galdiador e Coração Valente
Ídolo: Deus
Cavalo: Mar Sol

 

 

http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/claudia.asp

Ferragem Sem Prejudicar o Cavalo

marycavalos 27/03/2008 @ 01:05

garan_.jpgAlguns cuidados para ferrar com responsabilidade o seu cavalo estão a seguir:

1 - Conheça o ângulo da paleta do seu cavalo antes de se aventurar cortando o casco. Apare os cascos anteriores (mãos) e tente colocá-los com o mesmo ângulo da paleta. Confira o ângulo dos cascos com um gabarito angulador de casco. Os ossos digitais devem ser alinhados, de forma que colocando-se uma linha reta do meio do boleto e meio da quartela (falanges) ela deve passar pelo emio do casco, alinhada com as suas cânulas naturais (linhas verticais do casco). No casco achinelado as linhas do casco não concindem com este alinhamento da quartela , porque o casco tem ângulo menor do que a paleta e a linha é quebrada para baixo (lado do chão).

2 - Limpe a sola, abra os 3 canais da ranilha de forma a deixar passar o dedo mínimo para entrar ar , obtenha a concavidade da sola e não corte jamais as barras, pois ela são a continuidade da muralha de sustentação e garantem 30% da sustentação do cavalo.

3 - Assegure que os cascos estão balanceados no sentido médio-lateral ( largura) e ântero-posterior ( comprimento). As metades do casco esquerdo, por exemplo, devem ser iguais, assim como os comprimentos desde a pinça até cada um dos talões. Depois confira para que os cascos dianteiros sejam iguais entre si. Quando aparar os cascos traseiros, siga as mesmas instruções. Assim, quando o cavalo coloca o casco no chão ambos os talões apoiam no chão ao mesmo tempo e o casco rola a pinça no meio, o desgaste da ferradura ocorre exatamente na frente e o vôo ou breakover é elegante e para a frente (avante).

4 - Escolha a ferradura de acordo com as necessidades do cavalo e ajuste-a ao casco bem aparado. A ferradura deve proteger toda a muralha de sustentação, apoiando-se até o final do talão, sem obstruir os canais da ranilha e possibilitando expansão da muralha nos quartos e talões. Nos posteriores, a ferradura pode ter ligeiro sobrepasse de talões, nos animais de talões fracos ou escorridos, de forma a dar maior base de sustentação para o cavalo. A mesa da ferradura é escolhida de acordo com a atividade do cavalo. Mesa estreita (filete) para corrida, mesa média ( 17mm) para trabalho, treinamento e lazer e mesas mais largas para esbarro( 25mm) ou tração. O material da ferradura ( aço, alumínio puro, liga de alumínio, poliuretano com alma de alumínio e outros metais especiais), bem como os demais acessórios ( guarda casco, agarradeiras, palmilhas, talonetes e até rampão) devem ser escolhidos de acordo com a atividade , de preferência com conhecimento, para não prejudicar a performance do
animal.

5 - Fixe a ferradura com o cravo adequado, escolhido de acordo com a espessura da ferradura e com o canal ou craveira, de forma que a cabeça do cravo fique totalmente embutida na concavidade do buraco ou canal da ferradura. Os dois últimos cravos a serem pregados não devem ultrapassar a "linha do juízo do ferrador", ou seja, a linha imaginária que une o final dos médios do casco, antes dos talões. Complicado? Não. Imagine o meio da ranilha, com o casco levantado, e trace uma linha para os dois lados. Ela passará sobre a muralha de sustentação (onde a ferradura apoia) exatamente no lugar dos últimos cravos, em cada lado da ferradura. Esta é a " linha do juízo do ferrador".out-for-a-swim.jpg

6 - Depois de bater os dois primeiros cravos (ombros) e os dois últimos ( talões) da ferradura, bata o guarda casco (se houver). Apoie o casco com a ferradura no chão e observe se a linha imaginária que passa pelo meio do boleto, da quartela e do casco (eixo ântero-posterior do digital) está reta. Se estiver tudo bem, pregue os demais cravos, lembrando que uma boa ferradura terá, no mínimo, 5 furos de cada lado e furos nos talões para colocar agarradeira ou cravar talonetes , calços para corrigir aprumos ou palmilhas. Ferradura barata com três ou quatro furos de cada lado nem sempre atende as necessidades do seu cavalo.

7 - Por último, mas não menos importante, depois de acabar de fazer o serviço, não esqueça de repor o verniz dos cascos com o CASCOTÔNICO, para devolver também a flexibilidade, incentivar o crescimento e proteger a sola, paredes e ranilha contra as brocas , frieiras e podridão.

Estas são as principais dicas para você fazer ou gerenciar o ferrageamento dos seus cavalos.
Se os termos usados são familiares a você e ao seu ferrador, parabéns, você está dominando o assunto. Mas, se houver dúvida, venha fazer um curso no Centran Toledo, para aumentar a performance dos seus animais, com o mínimo de afecções. Lembre-se , que o ferrador que não é competente, ferra o dono e o cavalo...

http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/ferrar_sem_prejudicar.asp

Você Sabia?

marycavalos 27/03/2008 @ 00:59

9077_kboing1.jpgAlimentação

Cenouras
Muitas pessoas tem o costume de dar cenoura para seu cavalo como forma de agrado, já que esses animais adoram esse tipo legumes. Além de agradar os cavalos, a cenoura tem outra função, a de ajudar na digestão, prevenindo complicações estomacais e abdominais. Ele fica feliz e sadio!



2009_kboing.jpgCompetições

Primeira Competição de Saltos
A primeira competição de saltos que se tem registro na história foi realizada em Londres, Inglaterra em 1869, pela Agricultural Hall, e as competições de Adestramento surgiram no século 16, em Academias de Equitação na Itália e na França. Já a prova dos três dias, (CCE) nasceu das corridas de Enduro.



3928_kboing.jpgVeterinária

Membros eqüinos
A parte superior dos membros determina o movimento e a parte inferior suporta o peso. As articulações permitem que os membros se dobrem e atuem como amortecedores.Os tendões ligam os ossos aos músculos, permitindo que estes movimentam toda a perna. Cuide-os muito bem!

Memória de cavalo
Você sabia que o cavalo prima pela sua excelente memória associativa, e que a dificuldade para"readestrá-lo" (corrigir más lições), é muito difícil justamente por esse razão?



228animais-messbrasil.jpgRecordes

Cavalo mais pesado
Brooklin Supreme, garanhão puro sangue Belga, nasceu em 12 de abril de 1928 e morreu em 1948, pesava 1.440 kg.

Cavalo mais baixo
Pônei da raça Shetland, chamava-se "Meia Noite", por ter nascido às 24,00 no ano de 1969 em Melbourne na Austrália, tinha 36 cm de altura.

Cavalos mais velhos
Não há provas cabais de tal fato, porém consta que em Pebbles Bay, Península de Gower, Sul de Gales, havia um pônei gaulês com 66 anos de idade. Em 1919, perfeitamente documentado, morreu um pônei garanhão com 54 anos. Em 1969, em uma fazenda nas cercanias de Danville, Missouri, (EUA), a égua "Nelie", morreu de ataque cardíaco aos 53
anos.



6049_kboing.jpgCuriosidades em geral

População Eqüestre Brasileira
O Brasil possui a segunda maior população de cavalos no Mundo, estimada em 6.2 milhões de animais? Ficando apenas atrás da China com aproximadamente 10,2 milhões?E que no Planeta, o total da população de cavalos é estimada em quase 62 milhões?

FEI
A organização que disciplina as competições de Hipismo no Mundo é a FEI-Féderation Equestre Internationále - (Federação Eqüestre Internacional) e foi fundada em Bruxelas, na Bélgica em 1921.

Equoterapia
Você sabia que a "equoterapia" ou "eqüinoterapia" ou "hipoterapia" ou ainda a "equitação terapêutica" são os nomes utilizados para todo os métodos terapêuticos que utiliza os cavalos como seu principal instrumento de execução? E que os primeiros registros de sua utilização datam do ano de "458 A.C."? A terapia fundamenta-se nos movimentos tridimensionais causados pelo dorso do cavalo, que ao deslocar-se ao passo, realiza um movimento semelhante ao da bacia pélvica humana. São utilizados na reaprendizagem para andar, melhora dos rendimentos cardiovasculares e respiratórios, fortalece a musculatura e a coordenação, desenvolve a coragem, a auto-confiança, concentração, sentimento de independência, e a capacidade social e comunicação.

Trabalho ao passo
Você sabia que o trabalho ao passo no exterior é um elemento importante para o desenvolvimento da calma do cavalo novo? O cavalo novo deverá habituar-se a "passar" por tudo, sem nada temer. Ele poderá estranhar muitas coisas, e o cavaleiro deverá, com muita paciência, mostrar os objetos até que o animal não tenha medo de nada. As irregularidades do terreno fará com que o animal se habitue com o sobrepeso do cavaleiro em seu dorso, aprimorando seu equilíbrio.

4802_kboing.jpgPaciência é melhor que castigo
Você sabia que castigar seu cavalo só o torna mais irritado e medroso? O cavalo é muito sensível à voz, aos bons tratos e aos carinhos. Ele é muito paciente, porém um dos maiores "segredos" de um bom adestrador é justamente descobrir, "pacientemente" os limites do animal.

 

http://www.hipismobrasil.com.br/vcsabia.asp#Competicoes

Raças de Cavalo

marycavalos 27/03/2008 @ 00:47

Clydesdale é uma raça de cavalo. Parecido com o Shire, porém com pernas mais longas, foi criado especialmente para transportar todo e qualquer tipo de carga pesada no sudeste da Escócia, na metade do século XVIII. É um animal ativo e forte, de temperamento disposto e equilibrado. Pode apresentar-se nas pelagens zaino, zaino negro, negro ou tordilho e mede aproximadamente 1,60 metro de altura.

Crioulo (cavalo)

Cavalo crioulo e cavaleiro típico

Cavalo crioulo e cavaleiro típico

Nenhum outro cavalo é tão louvado e respeitado no Rio Grande do Sul como o cavalo crioulo. É o companheiro histórico do gaúcho e, tanto no campo quanto na cidade, ele é um fenômeno aglutinador que derruba barreiras sociais e independe de estilos de vida.

O cavalo crioulo se originou dos animais de sangue andaluz e berbere introduzidos no país pelo aventureiro espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca nos primeiros anos após o descobrimento. Aqueles que foram se perdendo da comitiva de Cabeza de Vaca durante as suas campanhas na região passaram a se criar livremente nas planícies da Argentina, do Uruguai e do Brasil, vivendo em estado selvagem por cerca de quatro séculos. Nesse período, as duras condições do clima acabaram criando, através da seleção natural, uma raça extremamente resistente tanto a temperaturas muito baixas ou muito altas, quanto à seca e à falta de alimento.

Assim como os mustangues norte-americanos, os animais que deram origem à raça crioula eram caçados e domados tanto pelos índios cavaleiros, os charruas, quanto pelos estancieiros.

Atualmente, a raça crioula está espalhada por todo o Brasil, mas especialmente em Uruguaiana há uma forte criação desta raça, especialmente originados do grande garanhão chamado de hornero, um crioulo extraordinário.

 Características

Origem Rio Grande do Sul
Tamanho 1,38 à 1,50 m
Pelagem todas as variedades.
Caráter tranqüilo e esperto.
Atitude cavalo de sela, de viagem, resistência e de lida de campo.
Qualidades resistente.
Cabeça curta; perfil retilíneo, ligeramente côncavo ou convexo.
Flanco curto, cheio, unindo harmonicamente o ventre ao posterior.
Paletas comprimento mediano, ligeiramente inclinadas e fortemente musculadas, caracterizando encontros bem separados.
Braços e cotovelos fortemente musculosos: braços devidamente inclinados com os cotovelos, bem afastados do peito.
Ante-braços musculosos, bem aprumados, afinando-se até o joelho.
Joelhos fortes e nítidos.
Canelas curtas, com tendões fortes e bem definidos; bem aprumadas.
Quartelas de comprimento médio, fortes, espessas, nitidas e medianamente inclinadas.
Cascos de volume proporcional ao corpo, duros, densos, sólidos, aprumados e negros de preferência.
Garrões amplos, largos, fortes, secos, paralelos ao plano mediano do corpo; ângulo anterior do garrão medianamente aberto.
Peso oscilará entre 400 (quatrocentos) e 450 (quatrocentos e cinquenta) quilos.

PAINT HORSE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Paint Horse, julgamento em Avaré

Paint Horse, julgamento em Avaré

Paint Horse é uma raça de cavalo originária dos Estados Unidos, caracterizada por ser inteligente, musculosa, versátil, forte e atlética. A conformação musculosa, em relação à construção óssea e muscular, fazem que este cavalo seja adaptado para trabalho em fazenda. Embora geralmente com estrutura óssea forte e balanceada, o Paint é um animal considerado bonito, especialmente na área da pescoço e da cabeça. Cada cavalo tem uma combinação de branco e outras cores.

É uma raça relativamente nova no Brasil. O seu início se deu nos Estados Unidos, a partir da não concessão de registro da Associação Americana do cavalo Quarto de milha. O Paint é uma opção para os criadores de Quarto de milha, que une a versatilidade com a pelagem. Antes de ser criada a associação do cavalo Paint no Brasil, a ABQM passou a fazer um registro especial especificando o excesso do branco.

 Júpiter Quitumba. Campeão brasileiro da raça 2002Mangalarga Machador

O mangalarga marchador é uma raça de cavalos cuja origem remonta à coudelaria Alter Real (Lusitano), que chegou ao Brasil por meio de nobres da Corte portuguesa e, após, cruzada com cavalos de lida, em sua maioria de raças ibéricas (bérberes), que aqui chegaram na época da Colonização do Brasil.

Em 1812, Gabriel Francisco Junqueira (o barão de Alfenas) iniciou sua criação de cavalos cruzando garanhões da raça Alter com éguas comuns da Fazenda Campo Alegre, situada no Sul de Minas Gerais. Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de cavalo que acreditamos foi denominado Sublime pelo seu andar macio.

Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda Mangalarga trouxe alguns exemplares de Sublimes para seu uso em Paty do Alferes, próximo à Côrte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do Império - principalmente o porte e o andamento - e foram apelidados de cavalos Mangalarga numa alusão à fazenda de onde vinham.

O tipo Mangalarga Paulista. Completamente diferente do Marchador.

O tipo Mangalarga Paulista. Completamente diferente do Marchador.

Em 1934 foi fundada a ABCCRM, Associação Brasileira de Criadores de Cavalo a Raça Mangalarga. Anteriormente tinha havido uma notável migração de parte da Família Junqueira para São Paulo em busca de melhores terras e riqueza. Chegando em novo solo, com topografia diferente, cultura diferente, onde a caçada ao veado era diferente, os Junqueiras decidiram adaptar os seus cavalos através do uso de sangue de outras raças de trote como o Morgan, American Saddle Horse e Hackney entre outras.

Devido à inevitável diferença que estava surgindo entre os criadores de Mangalarga de São Paulo e de Minas, foi fundada em 1949 uma nova Associação, a ABCCMM. Esta Associação teve origem a partir de uma dissidência de criadores que não concordavam com os preceitos estabelecidos pela ABCCRM e teve como objetivo principal a manutenção da Marcha Tríplice Apoiada.

O tempo passou e a ABCCMM é hoje a maior associação de equinos da América Latina, com mais de 250.000 animais registrados e mais de 20.000 sócios registrados, com cerca de três mil ativos. Durante o período de meados de 70 ao final da década de 90 o Marchador teve uma ascensão astronômica no segmento da equinocultura, batendo recordes de animais expostos, registrados, e de preços em leilões oficiais.

Puro Sangue Lustiano

  O Puro Sangue Lusitano é uma raça de cavalos com origem em Portugal. Os seus ancestrais são comuns aos da raça Sorraia e Árabe. Essas duas raças formam os denominados cavalos ibéricos, que evoluíram a partir de cavalos primitivos existentes na Península Ibérica dos quais, se supõe, descenderem directamente o pequeno grupo da raça Sorraia ainda existente. Pensa-se que essa raça primitiva foi cruzada com cavalos Brad oriundos do Norte de África e mais tarde tiveram também influência do Árabe.

O Puro Sangue Lusitano apresenta aptidão natural para alta escola e exercícios de ares altos, uma vez que põe os posteriores debaixo da massa com grande facilidade. Assim, o Lusitano revela-se não só no toureio e equitação clássica, mas também nas disciplinas equestres federadas como dressage, obstáculos, atrelagem e, em especial, equitação de trabalho.



Quarto de Milha

O Quarto de Milha surgiu em 1611 quando dezessete garanhões e éguas, originalmente ingleses, foram levados para os Estados Unidos. Logo depois que esses primeiros cavalos atingiram a costa, o governador Nicholson[carece de fontes?] legalizou a corrida de cavalos, esporte que obteve popularidade quase imediata.

Esses cavalos ingleses foram cruzados com os de descendência espanhola para produzir um equino compacto e bastante musculoso, que pudesse correr distâncias curtas em grande velocidade.

 História

Na época em que a guerra da independência começou, os colonizadores tinham tornado-se muito afeiçoados à corrida de Quarto de Milha que geralmente era disputada entre dois cavalos que corriam até um quarto de milha (402,33600 metros). Uma das razões da popularidade das corridas de curta distância era que elas podiam ser realizadas nas ruas do vilarejo ou em qualquer clareira de tamanho adequado. Essa corrida, de velocidade em curtas distâncias, foi o primeiro exemplo nas primeiras colônias de corrida de cavalos Quarto de Milha.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Ra%C3%A7as_de_cavalo

Raças de Cavalos

marycavalos 27/03/2008 @ 00:45

Clydesdale é uma raça de cavalo. Parecido com o Shire, porém com pernas mais longas, foi criado especialmente para transportar todo e qualquer tipo de carga pesada no sudeste da Escócia, na metade do século XVIII. É um animal ativo e forte, de temperamento disposto e equilibrado. Pode apresentar-se nas pelagens zaino, zaino negro, negro ou tordilho e mede aproximadamente 1,60 metro de altura.

Crioulo (cavalo)


Cavalo crioulo e cavaleiro típico

Cavalo crioulo e cavaleiro típico

Nenhum outro cavalo é tão louvado e respeitado no Rio Grande do Sul como o cavalo crioulo. É o companheiro histórico do gaúcho e, tanto no campo quanto na cidade, ele é um fenômeno aglutinador que derruba barreiras sociais e independe de estilos de vida.

O cavalo crioulo se originou dos animais de sangue andaluz e berbere introduzidos no país pelo aventureiro espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca nos primeiros anos após o descobrimento. Aqueles que foram se perdendo da comitiva de Cabeza de Vaca durante as suas campanhas na região passaram a se criar livremente nas planícies da Argentina, do Uruguai e do Brasil, vivendo em estado selvagem por cerca de quatro séculos. Nesse período, as duras condições do clima acabaram criando, através da seleção natural, uma raça extremamente resistente tanto a temperaturas muito baixas ou muito altas, quanto à seca e à falta de alimento.

Assim como os mustangues norte-americanos, os animais que deram origem à raça crioula eram caçados e domados tanto pelos índios cavaleiros, os charruas, quanto pelos estancieiros.

Atualmente, a raça crioula está espalhada por todo o Brasil, mas especialmente em Uruguaiana há uma forte criação desta raça, especialmente originados do grande garanhão chamado de hornero, um crioulo extraordinário.

 Características

Origem Rio Grande do Sul
Tamanho 1,38 à 1,50 m
Pelagem todas as variedades.
Caráter tranqüilo e esperto.
Atitude cavalo de sela, de viagem, resistência e de lida de campo.
Qualidades resistente.
Cabeça curta; perfil retilíneo, ligeramente côncavo ou convexo.
Flanco curto, cheio, unindo harmonicamente o ventre ao posterior.
Paletas comprimento mediano, ligeiramente inclinadas e fortemente musculadas, caracterizando encontros bem separados.
Braços e cotovelos fortemente musculosos: braços devidamente inclinados com os cotovelos, bem afastados do peito.
Ante-braços musculosos, bem aprumados, afinando-se até o joelho.
Joelhos fortes e nítidos.
Canelas curtas, com tendões fortes e bem definidos; bem aprumadas.
Quartelas de comprimento médio, fortes, espessas, nitidas e medianamente inclinadas.
Cascos de volume proporcional ao corpo, duros, densos, sólidos, aprumados e negros de preferência.
Garrões amplos, largos, fortes, secos, paralelos ao plano mediano do corpo; ângulo anterior do garrão medianamente aberto.
Peso oscilará entre 400 (quatrocentos) e 450 (quatrocentos e cinquenta) quilos.

PAINT HORSE

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Paint Horse, julgamento em Avaré

Paint Horse, julgamento em Avaré

Paint Horse é uma raça de cavalo originária dos Estados Unidos, caracterizada por ser inteligente, musculosa, versátil, forte e atlética. A conformação musculosa, em relação à construção óssea e muscular, fazem que este cavalo seja adaptado para trabalho em fazenda. Embora geralmente com estrutura óssea forte e balanceada, o Paint é um animal considerado bonito, especialmente na área da pescoço e da cabeça. Cada cavalo tem uma combinação de branco e outras cores.

É uma raça relativamente nova no Brasil. O seu início se deu nos Estados Unidos, a partir da não concessão de registro da Associação Americana do cavalo Quarto de milha. O Paint é uma opção para os criadores de Quarto de milha, que une a versatilidade com a pelagem. Antes de ser criada a associação do cavalo Paint no Brasil, a ABQM passou a fazer um registro especial especificando o excesso do branco.

 Júpiter Quitumba. Campeão brasileiro da raça 2002Mangalarga Machador

O mangalarga marchador é uma raça de cavalos cuja origem remonta à coudelaria Alter Real (Lusitano), que chegou ao Brasil por meio de nobres da Corte portuguesa e, após, cruzada com cavalos de lida, em sua maioria de raças ibéricas (bérberes), que aqui chegaram na época da Colonização do Brasil.

Em 1812, Gabriel Francisco Junqueira (o barão de Alfenas) iniciou sua criação de cavalos cruzando garanhões da raça Alter com éguas comuns da Fazenda Campo Alegre, situada no Sul de Minas Gerais. Como resultado desse cruzamento, surgiu um novo tipo de cavalo que acreditamos foi denominado Sublime pelo seu andar macio.

Esses cavalos cômodos chamaram muito a atenção, e logo o proprietário da Fazenda Mangalarga trouxe alguns exemplares de Sublimes para seu uso em Paty do Alferes, próximo à Côrte no Rio de Janeiro. Rapidamente tiveram suas qualidades notadas na sede do Império - principalmente o porte e o andamento - e foram apelidados de cavalos Mangalarga numa alusão à fazenda de onde vinham.

O tipo Mangalarga Paulista. Completamente diferente do Marchador.

O tipo Mangalarga Paulista. Completamente diferente do Marchador.

Em 1934 foi fundada a ABCCRM, Associação Brasileira de Criadores de Cavalo a Raça Mangalarga. Anteriormente tinha havido uma notável migração de parte da Família Junqueira para São Paulo em busca de melhores terras e riqueza. Chegando em novo solo, com topografia diferente, cultura diferente, onde a caçada ao veado era diferente, os Junqueiras decidiram adaptar os seus cavalos através do uso de sangue de outras raças de trote como o Morgan, American Saddle Horse e Hackney entre outras.

Devido à inevitável diferença que estava surgindo entre os criadores de Mangalarga de São Paulo e de Minas, foi fundada em 1949 uma nova Associação, a ABCCMM. Esta Associação teve origem a partir de uma dissidência de criadores que não concordavam com os preceitos estabelecidos pela ABCCRM e teve como objetivo principal a manutenção da Marcha Tríplice Apoiada.

O tempo passou e a ABCCMM é hoje a maior associação de equinos da América Latina, com mais de 250.000 animais registrados e mais de 20.000 sócios registrados, com cerca de três mil ativos. Durante o período de meados de 70 ao final da década de 90 o Marchador teve uma ascensão astronômica no segmento da equinocultura, batendo recordes de animais expostos, registrados, e de preços em leilões oficiais.

Puro Sangue Lustiano

  O Puro Sangue Lusitano é uma raça de cavalos com origem em Portugal. Os seus ancestrais são comuns aos da raça Sorraia e Árabe. Essas duas raças formam os denominados cavalos ibéricos, que evoluíram a partir de cavalos primitivos existentes na Península Ibérica dos quais, se supõe, descenderem directamente o pequeno grupo da raça Sorraia ainda existente. Pensa-se que essa raça primitiva foi cruzada com cavalos Brad oriundos do Norte de África e mais tarde tiveram também influência do Árabe.

O Puro Sangue Lusitano apresenta aptidão natural para alta escola e exercícios de ares altos, uma vez que põe os posteriores debaixo da massa com grande facilidade. Assim, o Lusitano revela-se não só no toureio e equitação clássica, mas também nas disciplinas equestres federadas como dressage, obstáculos, atrelagem e, em especial, equitação de trabalho.


Quarto de Milha

O Quarto de Milha surgiu em 1611 quando dezessete garanhões e éguas, originalmente ingleses, foram levados para os Estados Unidos. Logo depois que esses primeiros cavalos atingiram a costa, o governador Nicholson[carece de fontes?] legalizou a corrida de cavalos, esporte que obteve popularidade quase imediata.

Esses cavalos ingleses foram cruzados com os de descendência espanhola para produzir um equino compacto e bastante musculoso, que pudesse correr distâncias curtas em grande velocidade.

 História

Na época em que a guerra da independência começou, os colonizadores tinham tornado-se muito afeiçoados à corrida de Quarto de Milha que geralmente era disputada entre dois cavalos que corriam até um quarto de milha (402,33600 metros). Uma das razões da popularidade das corridas de curta distância era que elas podiam ser realizadas nas ruas do vilarejo ou em qualquer clareira de tamanho adequado. Essa corrida, de velocidade em curtas distâncias, foi o primeiro exemplo nas primeiras colônias de corrida de cavalos Quarto de Milha.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Categoria:Ra%C3%A7as_de_cavalo

Ciclo Da Vida

marycavalos 26/03/2008 @ 23:44

manadinha-_volta.jpgUm dos primeiros animais domésticos a ser melhorado pelo homem foi o cavalo. Naturalmente, essa aproximação com o homem foi a causa decisiva do seu triunfo na perpetuação de sua espécie sobre a terra. O homem, estudando melhor os animais, irá tratá-lo com mais amor e carinho, não o maltratando, principalmente os cavalos, que nos prestam inestimáveis serviços. Saiba um pouco do seu ciclo de vida e aprenda a respeitar cada etapa dela.

O período médio de prenhez da égua é de 11 meses. Meia hora depois de nascido, o potro ou poldro está de pé e se aconchegando à mãe para a primeira mamada. Uma vez em pé, embora incerto das pernas, ele já é capaz de acompanhar a mãe. As éguas alcançam a puberdade entre 15 e 25 meses, podendo procriar com dois a três anos, embora quatro sejam mais aceitáveis. Os machos, muitas vezes, são sexualmente potentes já com um ano de idade; contudo, na domesticidade, não são usados como reprodutores antes dos três ou quatro anos. Maduro aos cinco ou seis, um cavalo pode viver 20, 30 anos e até mais. Eu particularmente conheci um cavalo que morreu com 40 anos e de fome, por não ter mais dentes.

Primeiros Ano de Vida31122007_1416441.jpg

O jovem poldro tem pernas compridas demais para o corpo, o que é uma defesa natural contra predadores quando no estado selvagem. Com seis semanas, já é capaz de se alimentar. Com dois meses perde seus pêlos de "criança", fartos e macios; na domesticidade, é desmamado entre quatro meses e meio e seis meses de idade.

Adolescência

10102007_202054.jpgAos doze meses, o cavalinho tem certos pontos desordenados; mas seu arcabouço começa a encher-se, processo que continuará até a maturidade - momento em que o ponto mais alto da garupa se alinha com a cernelha. Até esse momento, a cernelha é consideravelmente mais alta. O cavalo cresce na frente, estágio por estágio, à medida em que envelhece. Os últimos pontos de crescimento nele são as epífises, as placas de crescimento nas extremidades dos compridos ossos das pernas. Até que elas se fechem, a perna não é capaz de aguentar os efeitos do trabalho, sobretudo quando precisa suportar peso; há o risco de que fique prejudicada ou se deforme. A epífise da extremidade do osso metacarpiano, acima da junta de quartela, fecha normalmente entre nove e 12 meses. Mas a que fica no fim do rádio, imediatamente acima do joelho, não fecha até que o animal tenha de dois anos a dois anos e meio.

3408_kboing.jpgMeia-Idade

Na meia-idade (de 5 a 10 anos), o corpo está formado, e a esta altura, todos os órgãos internos estão bem desenvolvidos. As proporções físicas estão estabelecidas. Num cavalo bem-feito, o comprimento de pescoço terá uma vez e meia a distância que medeia o alto da cabeça e o lábio inferior, medida na frente da face. Nesse estágio do seu desenvolvimento, deve estar no auge da sua potencialidade, desde que o treinamento a que foi submetido, e que deve ter começado cedo, se tenha dirigido para a formação de uma musculatura correta.

I2280_kboing.jpgdade Avançada

As articulações podem inchar e a circulação costuma ser menos evidente nos membros. Algumas vezes, os olhos ficam encovados e o dorso mais arqueado que o normal. Os dentes, geralmente, se gastam com a idade, dificultando a mastigação. O processo digestivo também fica comprometido, não sendo nada fácil manter o cavalo em uma condição saudável

http://www.saudeanimal.com.br/artigo80.htm

Anemia Infecciosa Equina

marycavalos 26/03/2008 @ 23:27

trote.jpgAnemia Infecciosa Equina

Esta doença. também conhecida como "febre dos pântanos", é produzida por um vírus. É mais freqüente em terrenos baixos e mal drenados ou em zonas úmidas muito florestadas.

Apresenta-se em várias formas clínicas, todas com importância e é disseminada em todo o mundo.

Os estudos iniciais desta doença foram realizados na França em 1843; em 1859 foi constatado pelo pesquisador Anginiard o caráter contagioso da doença, sendo que a primeira demonstração de doença virótica foi feita em 1904/1907.

No Brasil, a primeira descrição desta doença verificou-se em 1968, por Guerreiro e col.
Os animais ficam suscetíveis à enfermidade quando têm resistência orgânica diminuída por um trabalho excessivo, calor intenso, alimentação inadequada e infestação por vermes.
A doença tende a apresentar-se sob forma enzoótica em fazendas ou áreas, não havendo disseminação fácil e rápida, nunca se observando, segundo Scott, contágio de animal para animal.

Graves perdas são causadas nas áreas endêmicas, podendo desaparecer a mortalidade com o passar do tempo.

Observação feita por Fulton, que injetou água de charcos na veia de eqüinos reproduzindo a AIE, veio confirmar a teoria de Lohr, isto é, de que a infecção natural advém da ingestão, pelos insetos transmissores, de água ou alimentos contaminados.

O vírus está presente no sangue, saliva, urina, leite, etc.

Os surtos aparecem quando é introduzido na manada um animal infectado ou portador. Casos crônicos podem existir em qualquer época do ano e, são mais suscetíveis os animais desnutridos, débeis e parasitados.

TRANSMISSÃO

É feita principalmente por insetos sugadores (moscas e mosquitos). Já foram também comprovadas as transmissões congênitas (placentária), pelo leite (aleitamento), pelo sêmen (acasalamento) e pelo soro-imune.

As mucosas nasal e oral, intactas ou feridas, podem ser portas de entrada do vírus.

O uso sem assepsia de material cirúrgico, por pessoas não-habilitadas, também aumenta a probabilidade da infestação. O animal, uma vez infectado, torna-se portados permanente.

SINTOMAS

Há uma forma aguda e outra crônica. Todavia o vírus pode estar presente no sangue do animal sem produzir qualquer sintoma.

A forma aguda é assim caracterizada:

  • a) febre que chega a 40,6c;
  • b) respiração rápida;
  • c)abatimento e cabeça baixa;
  • d)debilidade nas patas, de modo que o peso do corpo é passado de um pé para outro;
  • e)deslocamento dos pés posteriores para diante;
  • f)inapetência e perde de peso.
  • Se o animal não morre em três a cinco dias, a doença pode tornar-se crônica.

    Na forma crônica observa-se ataque com intervalos variáveis de dias, semanas ou meses. Quando o intervalo é curto, em geral a morte sobrevêm depois de algumas semanas.

    Com ataques há grande destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, o que resulta em anemia.

    A doença pode acometer eqüídeos (burros, zebra, etc.), de qualquer raça, sexo e idade. A Tem como vetor, insetos hematófagos, porém, a transmissão pode ocorrer através de agulha usada. Todo proprietário deve fazer duas vezes por ano, exame eliminando os animais positivos e comunicar à Casa da Agricultura.

    Qualquer eqüídeo, para ser transportado precisa ter atestado de anemia eqüídeo infecciosa negativa.

    PROFILAXIA

    Combate aos insetos e manutenção de boas condições sanitárias; drenagem nos pastos alagados e fiscalização das aguadas e bebedouros, a fim de que os animais não bebam água estagnada; não introdução de animais infectados na fazenda; uso de agulhas hipodérmicas e instrumentos cirúrgicos só depois de bem esterilizados.

    TRATAMENTO

    Ainda não é bem conhecido qualquer tratamento eficaz. Aumentar a resistência do animal, desintoxicar o fígado e fortalecer o coração, intensificar o metabolismo. Existem estudos recentes, mas por enquanto o animal que apresentar Teste de Coggins positivo deve ser sacrificado.

    CONTROLE

    • Isolar os animais com sintomas suspeitos (fazer o Teste de Coggins);
    • Retestar periodicamente todos os animais;
    • Evitar a entrada na fazenda de animais vindos de zonas enzoóticas sem os testes negativos recentes de imunodifusão;
    • Drenar as zonas pantanosas e controlar os insetos transmissores;
    • Todo material usado nos animais (para cirurgia, tatuagem, injeções, abre-bocas etc) deve ser esterilizado por fervura por mais de 30 minutos;

    A possibilidade de uma vacina é remota, pois muitas já foram experimentadas e até o momento nenhuma apresentou resultados satisfatórios.

    http://www.saudeanimal.com.br/artigo6.htm

    A Equitação Trabalho

    marycavalos 26/03/2008 @ 23:16

    A equitação de trabalho é uma modalidade esportiva em ascensão no Brasil. Muito conhecida na Europa em que os melhores são verdadeiramente os portugueses, é um desporto onde todos podem participar, com qualquer cavalo, de qualquer raça, idade ou experiência.

    Tem como objetivo demonstrar as habilidades do cavalo de sela e a destreza do cavaleiro. A competição é composta por etapas distintas, disputas individuais – Ensino, Maneabilidade e Velocidade –, nas quais o cavaleiro monta sempre o mesmo cavalo.

    Por gerações, o homem vem utilizando cavalos para o trabalho no campo. Estes animais devem possuir habilidades atléticas e morais diferenciadas, para que possam vencer os obstáculos que se apresentam com eficiência e segurança. Ágeis, no entanto controlados; fortes, no entanto sensíveis. Um delicado e necessário equilíbrio. A prova de Equitação de Trabalho foi idealizada para pôr estas qualidades à prova em pista.

    Criada por italianos e franceses, a modalidade nasceu da idéia de reunir em uma única competição conjuntos de origens diversas, a fim de demonstrar o trabalho diário de campo num simulacro de obstáculos e situações reais.

    De pequenas competições regionais, a prova expandiu-se rapidamente, mais tarde contando com a participação de espanhóis e portugueses.

    A participação dos diferentes países possibilitou o nascimento, em 1998, de um Campeonato da Europa de Equitação de Trabalho. Para tanto, desenvolveu-se um regulamento comum aos quatro países, com o objetivo de unificar os conceitos eqüestres, respeitando, porém, as diferentes tradições da lida no campo.

    Cada país utiliza o cavalo típico de sua região. Os italianos usam os maremenhos, animais da região da Marema, na Toscana, de porte semelhante ao puro sangue inglês, com algumas características do quarto de milha. Os franceses utilizam camargueses, animais de pequeno porte da região da Camarga, que lembram pôneis, apenas maiores. Os espanhóis, um animal que é o resultado de uma cruza de anglo-hispano-árabes. Os portugueses, o puro sangue lusitano.

    Equipamentos e trajes são típicos de cada região, definidos pelo regulamento de cada país.

     mat_27_cavalo.jpg

    O esporte conquista o Brasil e ganha um campeonato mundial

    No Brasil, o esporte foi introduzido em 2000, através da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (ABPSL), e contou com o apoio da Associação Portuguesa do Puro Sangue Lusitano (APSL). Chegou para substituir as antigas provas funcionais da raça, seguindo o regulamento de Portugal.

    Com o excelente desempenho dos conjuntos, surgiu a idéia de realizar um Campeonato Brasileiro de Equitação de Trabalho, a fim de formar uma equipe que representasse o País na Europa. Com o apoio dos principais criadores do cavalo Lusitano no País, e tendo como técnico o ginete português Bento Castelhano, Campeão Europeu da modalidade, foram selecionados cinco conjuntos, sintetizando o que existe de melhor na criação nacional.

    [editar] No México houve um processo semelhante

    Assim, com a formação de conjuntos de dois países do Continente Americano, foi possível a instituição em 2002 do I Campeonato Mundial de Equitação de Trabalho, que contou com a adesão, ainda, da Inglaterra.

    A disputa, realizada em outubro de 2002 na cidade de Beja, Portugal, reuniu equipes do país anfitrião, da Espanha, França, Inglaterra, Itália, México e Brasil.

    Os brasileiros contaram com o apoio de um grupo de profissionais de excelente nível técnico, e depois de três dias de competição o Brasil triunfou com a conquista dos títulos de Campeão Mundial Individual com o conjunto Fábio Rogério Lombardo montando Brilho do Rimo, seguido do terceiro lugar de Luciano Pereira Alves com Navarro (AJR), enquanto a equipe faturou o título de Vice-campeã Mundial, só perdendo para os portugueses, e confirmando o potencial de nossos ginetes.

    O entusiasmo com a conquista levou o Brasil a oficializar em janeiro de 2003 a Associação Brasileira de Equitação de Trabalho (ABET), entidade que chegou com o objetivo de fomentar o esporte no diversificado universo da eqüinocultura nacional. Com apoio da ABPSL, a ABET instituiu no mesmo ano o I Campeonato Brasileiro de Equitação de Trabalho, competição aberta a todas as raças, e apoiou a promoção de clínicas e cursos de iniciativas particulares.

    [editar] Equitação de trabalho ganha associação internacional

    O crescimento do esporte, tanto nos países europeus quanto no Brasil e México, possibilitou que em janeiro de 2005 fosse oficializada em Roma, Itália, a WAWE - World Association for Working Equitation -, uma associação internacional que tem como principal objetivo o desenvolvimento e divulgação do esporte pelo mundo.

    O evento, realizado durante a realização do Campeonato da Europa de Equitação de Trabalho, reuniu representantes de sete países: Bélgica, Brasil, Espanha, Inglaterra, Itália, México e Portugal.

    A sede da WAWE é na FISE - Federação Italiana de Esporte Eqüestre -, cujo presidente, Cesare Croce, esteve também na reunião de fundação.

    Foi eleito para a presidência da entidade João Ralão Duarte, de Portugal, enquanto o italiano Aldo Capovilla ocupa a 1ª Vice-presidência. O Brasil ganhou representação na primeira diretoria da entidade, e vem sendo representado por Raul Antonio de Maura Silva, médico veterinário e superintendente da Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (ABPSL). Raul Maura Silva ocupa a 2ª Vice-presidência da entidade.

    A entidade conta, ainda, com uma Assembléia Geral, presidida pelo espanhol Francisco Acedo, vice-presidida pelo mexicano Juan José Alvarado del Valle, e que tem na auditora de contas Sherene Rahmatallah, da Inglaterra.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Equita%C3%A7%C3%A3o_de_Trabalho

    Saltos

    marycavalos 26/03/2008 @ 23:13

    hipismo.jpgA prova de saltos de obstáculos é uma competição em que tanto o cavalo como o cavaleiro são avaliados, segundo certas regras durante um percurso de saltos.

    História

    Desde há 3000 anos que se monta a cavalo, mas saltar a cavalo é um conceito relativamente recente. Os saltos de obstáculo surgiram com os caçadores de raposas ingleses, que montados nos seus cavalos, saltavam muitas sebes e cercas que dividiam os campos. Só a partir da segunda metade do séc. XVIII é que se começou a dar atenção aos saltos a cavalo, e esta disciplina equestre evoluiu a muito custo, tendo como grande idealista o Conde Lucas de Albuquerque Lourenço, espanhol nascido na inglaterra, e sem dúvidas o cavaleiro que ficará marcado na vida de todos os atletas que o esporte seguem.

     Regras

    Estas provas têm o objectivo de demonstrar algumas qualidades do cavalo, como: força, potência, obediência, velocidade, respeito pelo obstáculo. O cavaleiro é avaliado pela sua equitação.

    O vencedor da prova é o concorrente que tiver menos penalizações (pontos) e fizer o percurso mais rápido, o que somar mais pontos ou então aquele que mais se aproximar do tempo ideal, conforme o tipo de prova.

    Existem vários tipos de provas dentro dos saltos de obstáculos, como:

    • As provas sem cronómetro, podem ser de tempo ideal, na qual a pista é medida e dá-se um tempo para concluir o percursso quem mais se aproximar desse tempo com menor penalização ganha a prova.
    • Com cronómetro, em que a velocidade é determinante para o resultado das provas.
    • As provas com barrage, em que os conjuntos que no primeiro percurso tiveram os mesmos pontos, desempatam, num percurso reduzido, com base nas penalizações e no tempo.
    • As provas de potência, um máximo de quatro barrages, onde a altura dos obstáculos é sucessivamente aumentada.

     Tabela de Faltas

    • Derrube - 4 pontos
    • 1ª desobediência - 4 pontos
    • 2ª Desobediência - eliminação
    • Queda do cavalo ou cavaleiro - eliminação
    • Erro no percurso - eliminação
    • Tempo excedido numa prova cronometrada - 1 ponto por segundo
    • Eliminado o cavaleiro que não tiver adequadamente uniformizado (capacete, culote branco ou bege, bota preta , camisa com gola branca, e casaca(nem sempre é obrigatória)
    • Refugo do cavalo perante o obstáculo - 4 pontos
    • 2 refugos - Eliminação

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Saltos_%28hipismo%29

    Adetramento(hipismo)

    marycavalos 26/03/2008 @ 23:07

    Atletas brasileiros durante uma prova de adestramento nos Jogos Pan-americanos de 2007.O adestramento ou dressage (que deriva da palavra francesa dressur, que significa "treinar") é uma das três modalidades eqüestres olímpicas, regulada pela Federação Eqüestre Internacional (FEI). O objetivo geral do Adestramento é auxiliar o cavalo a desenvolver, através de diversos exercícios, a capacidade de executar todos os seus movimentos naturais, tornando-o um animal flexível, calmo, atento ao cavaleiro e, portanto, agradável de se montar.

    Partindo deste princípio, em tese todo cavalo de sela deveria receber tal treinamento, mesmo em nível básico. Os cavalos destinados à competição necessitam, porém, de treinamento avançado, que é realizado em escalas, do iniciante ao Grand Prix (Grande Prêmio).

    Animais que atingem tal nível de treinamento devem dar a impressão de "flutuar" pela pista sem o auxílio do seu cavaleiro, com os movimentos mais complexos realizados sem esforço aparente. Por isso, a modalidade é muitas vezes conhecida como "Ballet Eqüino".

    As origens do adestramento se encontram nos escritos de Xenofonte, da Grécia Antiga, que pregava o treinamento dos cavalos sem violência e seguindo sua movimentação natural. Não se sabe se os célebres cavaleiros da Idade Média seguiam seus métodos, embora isso seja pouco provável - aparentemente, o controle dos animais era feito através de embocaduras extremamente severas, esporas violentas e exaustão física.

    Durante o Renascimento europeu, os princípios gregos de Xenofonte foram revividos e a Equitação Clássica se tornou um dos principais passatempos dos reis e nobres. Estes passaram, então, a criar cavalos que possuíssem maior facilidade de executar os movimentos deles exigidos e desenvolver embocaduras e selas mais adequadas à modalidade. Até hoje, os cavalos da Alta Escola de Equitação de Viena e de Saumur, na França, são treinados de acordo com tais ensinamentos e apresentados com equipamentos idênticos aos da época.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Adestramento_%28hipismo%29

    Hipismo

    marycavalos 26/03/2008 @ 23:01

    Hipismo ou equitação pode ser tanto uma arte, uma atividade de lazer, um desporto ou uma forma de transporte.

    Os principais cavaleiros da atualidade por saltos, dá-se ao grande Carlo Fabrizio di Giovanni, que nos trouxe a atual medalha de ouro na copa do mundo, etapa da Itália, e outros como Rodrigo Pessoa e Bernardo Alves.

    Corrida de cavalosAs competições hípicas fazem parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912, tendo havido também provas hípicas na edição de 1900. Este é um dos poucos desportos em que homens e mulheres competem entre si.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipismo

    História

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:57

    História

    Descendente de uma linha evolutiva com cerca de sessenta milhões de anos, numa linhagem que parece ter-se iniciado com o Hyracohteriun - um animal primitivo com cerca de 40 cm de altura. Os antecessores do cavalo, são originários do Norte da América mas extinguiram-se aí por volta do Pleistoceno há cerca de cento e vinte mil anos. Os cavalos selvagens originais eram de constituição mais robusta do que as raças de membros esguios que existem na actualidade.


    A evolução do cavalo.

    Há cinqüenta milhões de anos atrás, uma pequena criatura semelhante a uma lebre, possuindo quatro dedos nas patas dianteiras e três em cada pata traseira, corria através de densas e úmidas vegetações rasteiras, alimentando-se de suculentas plantas e pastagens. Pelo fato de poder fugir e esconder-se de seus destruidores, o pequeno mamífero conseguiu prosperar. Esse animal era Eohippus, o antecessor do cavalo moderno.

    Poucos animais possuem um registro tão antigo e completo como o cavalo. Através do estudo de sua história, toma-se conhecimento dos efeitos causados pela crescente mudança do meio-ambiente na batalha do animal pela sobrevivência e das adaptações que foram sendo necessárias durante o processo de sua evolução. Com a mudança gradual do clima, a terra se tornou mais seca, e os pântanos foram cedendo lugar a extensas planícies gramadas. De Eohippus, no espaço de vinte milhões de anos aproximadamente, evoluiu Mesohippus, maior e mais musculoso, possuindo três dedos e patas mais longas. Seus dentes, ligeiramente modificados, eram mais adequados para puxar a grama do que para pastar nos arbustos e musgos dos pântanos.

    Mesohippus, um antecessor do cavalo moderno

    Mesohippus, um antecessor do cavalo moderno

    Outros vinte milhões de anos transcorreram, e apareceu Merychippus, no qual apenas o dedo do meio, bem maior, tocava o solo quando o animal corria, sendo que os dedos laterais, assaz reduzidos em tamanho, eram usados somente em terreno molhado e pantanoso. Esse cavalo tinha o porte de um cão, com dentes notavelmente diferentes: mais adequados para triturar a mastigar. A cabeça possuía maior flexibilidade em sua base, sendo proporcionalmente mais longa do que a de seus antecessores, e assim o animal pastava com mais facilidade.

    Pliohippus, o primeiro cavalo de um dedo só, apareceu na época pliocênica. Era um animal adaptado para desenvolver maior velocidade em descampados e pradarias, para evitar a captura. Estava-se, então a um passo do surgimento do Equus, o cavalo moderno, cuja estrutura de pata é formada pelos ossos do dedo central e cuja unha alargou-se enormemente, formando o casco. Equus, pequeno, mais robusto e fértil, capaz de suportar os mais rudes climas, prosperou e espalhou-se pelo mundo.

    Cavalos, asnos e zebras pertencem à família eqüídea e caracterizam-se por um dedo funcional em cada pata, o que os situa entre os monodáctilos. As outras duas falanges formam a quartela e o osso metatársico, os quais são ligados pelo machinho, junta que possui grande flexibilidade, e à qual se deve a facilidade que apresenta o animal para amortecer o choque com o solo após saltar grandes obstáculos.

    O machinho é responsável também pela capacidade do animal de desenvolver grande velocidade sobre terrenos ondulados e, ainda, por sua habilidade em esquivar-se agilmente de obstáculos, voltar-se sobre si mesmo e correr em sentido oposto, em verdadeiras manobras de fuga. O nascimento dos dentes acontece de maneira a permitir que os mesmos possam ser usados, sem que apresentem qualquer problema, desde o nascimento do animal até que este complete oito anos, aproximadamente.

    Os cavalos, de maneira geral, são muito semelhantes em sua forma física, possuindo corpos bem proporcionados, ancas possantes e musculosas e pescoços longos que sustentam as cabeças de acentuada forma triangular. As orelhas são pontudas e móveis, alertas ante qualquer som, e a audição é aguçada. Os olhos, situados na parte mais alta da cabeça e bem separados um do outro, permitem uma visão quase circular e as narinas farejam imediatamente qualquer sinal de perigo. O pêlo forma uma crina ao longo do pescoço, possivelmente para proteção. A maioria dos inimigos do animal, membros da família dos felinos, por exemplo, costuma saltar sobre o dorso do cavalo e mordê-lo no pescoço.

    Cavalos selvagens foram difundidos na Ásia e Europa em épocas pré-históricas, mas as vastas manadas foram se esgotando através das caçadas e capturas para domesticação. O Tarpan (cavalo selvagem da Tartária) sobreviveu até 1850 na Ucrânia, Polônia e Hungria, países de onde se originou. Acredita-se que seja o antecessor do cavalo Árabe e de outros puros-sangues. Pequeno, tímido e veloz, o Tarpan possuía uma pelagem longa e de tonalidade cinzento-pálida, com uma faixa negra sobre o dorso. A crina era ereta e a cauda coberta por pêlos longos e ásperos. Evoluiu durante a época glacial, quando os cavalos que viviam em florestas foram forçados a se deslocar para o sul, onde, então, cruzaram-se com os animais locais, que viviam em planícies. Desde 1932, esforços têm sido desenvolvidos no sentido de recriar o Tarpan, e vários parques zoológicos já possuem grupos de Tarpans. Os pequenos cavalos representados nas pinturas de cavernas em Lasceaux, França, são, quase certamente, Tarpans.

    O cavalo-de-przewalsky é a última espécie sobrevivente de cavalo selvagem.

    O cavalo-de-przewalsky é a última espécie sobrevivente de cavalo selvagem.

    O Przewalski teve seu nome derivado do explorador russo que descobriu uma imensa tropa dessa raça em 1881. Também conhecido como cavalo-selvagem-da-mongólia, foi quase completamente extinto no fim do século, e os sobreviventes são cuidadosamente conservados cativos e em estado selvagem. O cavalo-de-przewalski é um animal baixo e compacto, de coloração clara como a areia, possuindo uma listra negra sobre o dorso e uma crina negra e ereta. A cauda é negra e coberta por pêlos. Possui também protuberâncias, conhecidas como calosidades, na face interna das pernas. Sendo um animal fértil e de rápido amadurecimento, não deveria ser difícil manter um núcleo saudável de reprodutores para que fossem novamente supridas as áreas nas quais viviam originalmente.

    Por volta do ano 2000 a.C., o homem começou a usar o cavalo para propósitos outros além daquele da alimentação, e, devido à sua intervenção no esquema natural das coisas, o processo evolutivo foi acelerado por seleção artificial, dando origem assim à grande diversidade de raças, tamanhos, formas e pelagens, que pode ser apreciada nos tempos atuais.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo    um abaixo retirado do mesmo site

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Cavalo

    O Cavalo

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:55

    O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das sete espécies modernas do gênero Equus. Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos eqüídeos. Todos os sete membros da família dos eqüídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como as mulas. Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada. Os cavalos (Equus caballus) são perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida, pólo, provas de ensino ou equitação, ao trabalho e até à equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).

    Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Sua longevidade varia de 25 a 30 anos.

    O cavalo teve, durante muito, tempo um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)

    Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).

    Suplica do Cavalo e Seu Dono

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:50

    128animais-messbrasil.jpgA ti, dono meu, elevo está súplica:

    Dai-me regularmente , de comer e beber.
    Terminado meu trabalho, proporciona-me abrigo confortável para que eu descanse e recupere as energias.
    Examina continuamente, meus pés e escova meu pelo.
    Se eu recusar alimento examina minha boca; pode ser uma úlcera que me empeça de comer ou meus dentes me doam.
    Fala-me calmamente. Tua voz incentiva, não o chicote ou o bridão. Acaricia-me, de quando em quando; pagar-te-ei todo o carinho, aprendendo e servindo-lhe melhor, pagando, em suma, amor com amor.
    Não cortes minha cauda, pois com ela espantos insetos que costumam atormentar-me.
    Não puxe violentamente as rédeas, nem me apliques fortes relhadas, ao eu ter dificuldade em subir ladeiras sob carga pesada.
    Não me maltrates com os calcanhares, nem me batas, quando não entender seus desejos; faz com que compreendas teu pensamento.
    Dou-te sempre tudo que puder. Se acaso, me recusar a obedecer, verifica se não estou mal ensilhado ou se meu freio não me perturba, ou ainda se algo molesta meus pés, causando-me dor.
    Se eu assustar não me castigues; verifica, se minha vista apresenta algum defeito.
    Não me obrigues a carregar ou arrastar um peso superior as minha forças, nem a trotar velozmente em estradas ou pisos escorregadios.
    Se eu cair ajude-me a levantar; se eu tropeçar não me culpes por isso.
    Não acrecentes ao meu medo diante de suas fortes chibatadas.
    Defende-me dos causticantes raios solares, se fizer frio, cobre-me, quando eu estiver repousando.
    Quando a velhice tornar-me inválido, lembra-te dos serviços que te prestei; não me vendas, nem me deixes morrer a mingua; sacrifica-me, então, sem padecimentos, tu mesmo, ser-te-ei grato por isso!
    Rogo-te tudo isto em nome daquele que quis nascer em um estábulo.

     

    mamacavalo.nireblog.com (meu antigo blog) um artigo a baixo tambem foi retirado do mamacavalo.nireblog.com

    Voltando ao trabalho

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:48

    manadinha-_volta.jpgVoltando ao Trabalho !!!

    Final do ano é aquela correria: já competimos nas provas de encerramento da temporada, terminam as aulas, temos as festas de encerramento de ano, começa o verão com aquele calor...
    Sendo assim, ocorre um verdadeiro êxodo de animais dos Clubes Hípicos para qualquer lugar que o proprietário encontre para soltá-lo assim que termina a última prova do ano.
    As razões para isso são variáveis; descansar o cavalo de uma temporada estressante, viagem dos proprietários, contenção de gastos com Clubes caros, o calor e a poeira que nessa época deixam o nosso esporte menos agradável, etc.
    Assim a grande maioria dos cavalos de esporte nacionais passam parte de Dezembro e muitas vezes todo o mês de Janeiro soltos em Haras e piquetes da região.
    E nessa hora tudo pode acontecer: Desde acidentes nos piquetes, pelo fato de os animais não estarem acostumados a serem soltos e saírem correndo descontroladamente (esse comportamento normalmente acaba depois de uns 3-4 dias); ou por colocação de animais desconhecidos juntos (mas que todos os donos garantiram que eram "bem mansinhos"), até problemas digestivos em função da troca da alimentação, que alguns estabelecimentos de pensionato promovem para facilitar o trato da grande quantidade de animais de diferentes origens que chegam para o verão.
    Se seu animal sobreviveu bem a todos os riscos inerentes à soltura em pasto de um cavalo atleta que passou todo o ano estressado dentro de uma baia no Clube, está chegando a hora de voltar ao trabalho!
    Quais são os cuidados que devemos tomar para que nossos cavalos, já com a mente mais arejada e a musculatura relaxada, possam voltar a trabalhar, competir e manterem o pique de performance durante essa nova temporada? A metodologia de retorno ao trabalho é um fator muito importante para a manutenção do rendimento de seu cavalo pelo ano inteiro.

    1. Check up Veterinário:

    Normalmente os pequenos problemas físicos que a grande maioria dos cavalos atletas possuem melhoram bastante após esse período de repouso. O que não quer dizer que tenham desaparecido. Uma boa avaliação física do animal por seu veterinário, com relação aos problemas conhecidos e um simples exame de hemograma para avaliação e detecção de qualquer alteração antes de voltar ao trabalho são uma ótima idéia.
    Aproveite essa época para refazer todas as vacinações, que por vezes dão algum tipo de reação, o que poderia atrapalhar em épocas de competição e não se esqueça de pedir ao seu veterinário que carimbe as vacinas no passaporte para não ter de sair correndo atrás dele nas vésperas das primeiras provas...
    Desvermine seu cavalo com um vermífugo de qualidade assim que ele chegar no Clube, uma vez que seguramente ele adquiriu algum tipo de verminose na pastagem, especialmente em pastagens coletivas.
    Cheque os dentes de seu animal para evitar atrasos no trabalho por conta de pontas e dentes com problemas.

    2. Check up dos Cascos:

    A velha máxima "sem casco, sem cavalo", fica mais do que nunca em evidência nessa hora. A maioria dos Haras exige que os cavalo fiquem desferrados ao menos dos posteriores para evitar acidentes. Normalmente os ferreiros que trabalham em Haras não são os mesmos que trabalham nos Clubes e ainda por cima desconhecem especificidades de cada animal que só a pessoa que o ferra corriqueiramente e seu veterinário sabem.
    Assim é comum acontecerem alguns problemas:
    - Cascos quebrados sem nenhum tipo de casqueamento nos Haras.
    - A perda de uma ferradura e a não recolocação ou retirada da outra, desequilibrando o animal.
    - Casqueamento e mesmo novo ferrageamento por ferreiros que não conhecem o cavalo e que diminuem muito os cascos ou abaixam muito os talões, novamente desequilibrando o animal.
    Revise muito bem com seu ferreiro os quatro cascos de seu cavalo no retorno, para vocês avaliarem as condições dos cascos e como seu cavalo poderá ser referrado para o início do trabalho. Muitas vezes os cascos se quebram muito e só retomam o formato ideal após dois ou três ferrageamentos. Leve isso em conta quando começar a exigir de seu animal um trabalho mais forte.


    3. Check Up da Pelagem

    Cavalos que ficam soltos em regiões de muita chuva podem desenvolver um tipo de apodrecimento da pelagem das costas com descamação da pele e algum prurido. Esse problema é facilmente revertido ao se estabular o cavalo novamente, mas convém examiná-lo para distinguir de problemas mais graves como micoses, que ele pode ter adquirido de outros cavalos e passar adiante através dos materiais de escovação e encilhamento.
    Cavalos com grande área de pele cor de rosa, encontrada sob os pelos brancos nas marcações de face e no corpo de cavalos da raça Paint Horse e Appaloosa, têm grande possibilidade de sofrerem queimaduras solares nesses locais quando expostos ao sol forte do verão. Esses locais ficam bastante sensíveis e doloridos e muitas vezes o cavalo reage à escovação e colocação de arreamentos.
    Observar se não há presença de carrapatos que devem ser eliminados de pronto. Os lugares de eleição são dentro das orelhas, na base das crinas, axilas e parte interna da coxa.

    4. Check up de Estado Físico Geral

    Podem acontecer 3 opções:
    - o cavalo voltou com o mesmo peso que saiu
    - o cavalo voltou mais magro do que saiu
    - o cavalo voltou mais gordo do que saiu

    Dificilmente o cavalo volta com a mesma condição física com que saiu porque sem o exercício ele tende a perder massa muscular e a parecer mais magro.
    Se estiver um pouco mais fino do que quando saiu, seria a condição ideal para o retorno ao trabalho. Em pouco tempo a musculatura vai recobrar a força e o volume e o cavalo não vai carregar peso extra nos ossos e articulações durante seu recondicionamento.
    Se estiver muito magro, tome cuidado para não exagerar na alimentação e suplementos mirabolantes, no afã de engordar o cavalo rapidamente. Provavelmente você vai causar algum tipo de problema digestivo como cólicas ou diarréias e sobrecarregar o fígado desse cavalo com excesso protéico, o que é muito prejudicial. Alimente-o com uma dieta e suplementação calculada para o peso que ele tinha antes de ser solto. O retorno ao peso original será gradativo e sem problemas digestivos.
    O pior cavalo é o que volta gordo. Esse animal está com peso acima do ideal e ainda terá que entrar em forma, o que será bem mais penoso carregando um excedente de peso. Esse cavalo força a musculatura e as articulações já no início da temporada e está propenso a ter mais problemas ao longo do ano do que o que voltou magro.
    Lembre-se que a troca ou introdução de qualquer tipo de alimento para seu cavalo deve ser feita de forma lenta e gradual para evitar cólicas e outros problemas digestivos.

    5. Início do Condicionamento Físico:

    A primeira coisa é planejar com antecedência a data da primeira prova que se quer entrar e trazer o cavalo com tempo suficiente para um mínimo de condicionamento. É claro que para um cavalo treinado voltar ao serviço é como andar de bicicleta. Ele não esqueceu e provavelmente vai atender o cavaleiro em 90% das ordens. Aí que mora o perigo, porque o cavaleiro fica animado em e passa do giro, correndo o risco de machucar seu cavalo logo de início.
    O ideal é trazer o cavalo no mínimo 5 semanas antes das provas de início de temporada que normalmente são mais leves, competir em uma categoria inferior e trabalhar em um esquema de recondicionamento atlético.
    O primeiro princípio básico é o de carga progressiva - cada nível de treinamento é mantido até que o corpo se adapte a esta carga, quando então um aumento de carga pode ser aplicado. Excesso de trabalho em tempo demasiado curto vai sobrecarregar principalmente as estruturas dos membros.
    Outro princípio é o da especificidade - para cada disciplina eqüestre, a performance é obtida através do treinamento de músculos e sistemas envolvidos na disciplina. Ou seja, o treinamento deve ser focado nas demandas específicas do esporte. Uma base sólida de condicionamento cardiovascular e força muscular é provida por sessões regulares e controladas de trabalho ao passo, trote e galope.

    Assim, o retorno ao trabalho pode ser dividido em duas fases:
    Fase Básica: condicionamento cardiovascular
    Fase Específica: treinamento dos requerimentos específicos de cada disciplina (salto, adestramento, enduro, etc)

    A regra dourada é iniciar lentamente, com aumento gradual de velocidade (intensidade) e duração (distância). Estudos provaram que o eqüino tem um aumento substancial na capacidade aeróbica máxima já aos 7 dias de treinamento. Esse aumento na capacidade aeróbica leva a um aumento da capacidade de resistência - o cavalo trabalha por mais tempo antes de cansar. Modificações no metabolismo muscular permitem que os estoques de energia sejam utilizados mais eficientemente com o condicionamento.
    Deve-se ter em conta que as adaptações nas estruturas de suporte (ossos e tendões) ocorre em velocidade menor do que a adaptação da capacidade aeróbica. Assim, a cada aumento de intensidade de trabalho é importante monitoração dos membros e redução dos níveis de trabalho a qualquer sinal de dor, calor ou inchaço.

    Sugestão de esquema de trabalho:

    Você pode começar pela manhã com trabalho na guia de leve de 15 minutos preferentemente ao trote, somado a passeio montado no período da tarde ao passo por até trinta minutos.
    Depois, pode ir aumentando o trabalho na guia até 20 minutos e à tarde alterne 5 min passo e 5 min de trote, mantendo os 30 minutos.
    Com o tempo elimine o trabalho de guia e pode começar a anexar ao trabalho montado o galope em períodos curtos de tempo, sempre seguido de um período de pelo menos 5 minutos de passo antes de mudar de mão e repetir o trabalho. Esse trabalho aeróbico não deve passar dos 30 minutos nos primeiros 15 dias. O aumento de intensidade do trabalho não deve ultrapassar os 5% a cada 4 dias.
    Durante o trabalho de passo aproveite para voltar a condicionar a musculatura das costas e pescoço de seu animal, pedindo movimentos laterais em curtos espaços de tempo, fazendo círculos e oitos de diferentes tamanhos e aumentando e reduzindo a amplitude do passo.
    Quando começar a trabalhar os exercícios específicos - salto, movimentos avançados de adestramento, etc - siga o princípio de que um dia de trabalho mais forte e específico deve ser seguido de um dia de trabalho leve da musculatura forçada, para que esta se relaxe e possa se desenvolver corretamente.
    Lembre-se de que a meta final do condicionamento é a manutenção da condição atlética máxima com prevenção das lesões tanto a curto como a longo prazo. Portanto tenha calma e preste atenção aos sinais que seu próprio animal dá a você

    Alimento do Cavalo

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:47

    120px-gallop_animated.gifA quantidade de alimento consumido varia de acordo com o trabalho e a fase de desenvolvimento do animal. Os cavalos adultos que não fazem exercícios mais rigorosos e não trabalham não precisam de ração e devem comer cerca de 1,5% de seu peso em feno. Portanto, um animal de 500 kg que viva nessas condições precisa de 7,5 kg diários de feno (ou 26 kg de capim), mais sal à vontade.

    Já os cavalos de esporte e trabalho, que comem ração, precisam do dobro - cerca de 3% de seu peso. As proporções entre volumoso e concentrado seguem a tabela. Assim, um cavalo de 500 kg que trabalhe na fazenda ou faça exercícios de equitação para amadores, sem participar de competições, precisa de 6 a 7 kg de feno (21 a 24 kg de capim), mais 5 a 7 kg de concentrado e sal â vontade. A dieta também vale para os garanhões em reprodução.

    As éguas em gestação precisam da mesma quantidade, 3% do peso, mas a necessidade de concentrado não é tão grande como a dos cavalos de trabalho. Uma boa alimentação para uma égua de 400 kg seria dividida entre 8 e 9 kg de feno (27 a 30 kg de capim) e 3 ou 4 kg de concentrado. Quando começar a fase de lactação, pode-se diminuir o volumoso e aumentar o concentrado (tabela), mantendo a proporção de 3% do peso.

    Para os potros, deve-se oferecer volumoso e concentrado nas porcentagens indicadas na tabela. Aos seis meses, quando já desmamou, o potro deve receber cerca de 3 kg de ração por dia, aumentando-se essa quantidade até que, entre 12 e 24 meses, dependendo de seu peso, já esteja comendo como um cavalo adulto.

     

    mamacavlo.nireblog.com (meu antigo blog)

    O Cavalo e o Poço

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:45

    O Cavalo e o Poço

     



    Um fazendeiro, que lutava com muitas dificuldades, possuía alguns cavalos para ajudar nos trabalhos em sua pequena fazenda.

     

    Um dia, seu capataz veio trazer a notícia de que um dos cavalos havia caído num velho poço abandonado.

     

    O poço era muito profundo e seria extremamente difícil tirar o cavalo de lá.

     

    O fazendeiro foi rapidamente até o local do acidente, avaliou a situação, certificando-se que o animal não se havia machucado.

     

    Mas, pela dificuldade e alto custo para retirá-lo do fundo do poço, achou que não valia a pena investir na operação de resgate.

     

    Tomou, então, a difícil decisão: determinou ao capataz que sacrificasse o animal jogando terra no poço até enterrá-lo, ali mesmo.

     

    Os empregados, comandados pelo capataz, começaram a lançar terra para dentro do buraco de forma a cobrir o cavalo.

     

    Mas, à medida que a terra caía em seu dorso, o animal a sacudia e ela ia se acumulando no fundo, possibilitando o cavalo ir subindo.

     

    Logo os homens perceberam que o cavalo não se deixava enterrar, mas ao contrário, estava subindo à medida que a terra enchia o poço, até que finalmente, conseguiu sair!

     

    Se você estiver "lá embaixo", sentindo-se pouco valorizado, quando, certos de seu "desaparecimento", os outros jogarem sobre você a terra da incompreensão, da falta de oportunidade e de apoio, lembre-se do cavalo desta história.

    Não aceite a terra que jogarem sobre você, sacuda-a e suba sobre ela.

     

    E quanto mais jogarem, mais você vai subindo, subindo, subindo, ...

     

    Sorrindo, sorrindo, sorrindo, ...

     mamacavalo.nireblog.com (meu antigo blog)... a um artigo a baixp tambem foi do meu antido blog

    Cuidados com Potros

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:44

    Cuidados com Potros (as) Na verdade, os cuidados com os potros (as) começam ainda na vida intra-uterina. Durante o terço final da gestação, a égua prenhe deve permanecer em piquete independente, recebendo suplementação proteica e mineral reforçada em Cálcio e Fósforo. Aos 15 dias da data prevista para o parto, alojar a égua gestante em um piquete maternidade. - A crescente artificialização da criação de equinos vem aumentando a fragilidade dos recém-nascidos, que exigem cuidados especiais, especialmente durante a primeira semana de vida. Mais de 90% dos partos ocorrem à noite, o que dificulta o acompanhamento. Mas se for possivel acompanhar o parto, verificar as seguintes situações: Se as narinas estiverem obstruídas, limpá-las com um pano; Se o clima estiver frio, friccionar o corpo para estimular a circulação sanguínea e a respiração; Se o cordão umbilical não romper no ato da égua se levantar, cortá-lo à uma altura de 2cm do umbigo e tratar com tintura de iodo; Se o reflexo de mamar não estiver presente dentro de duas horas, auxiliar o recém-nascido. Se o problema persistir é sinal de alteração clinica. Será necessária a presença do Médico Veterinário; Se não defecar dentro de 4 a 5h é sinal de retenção do mecônio, devendo ser introduzido o Fleet Enema via ânus. O colostro precisa ser ingerido dentro de, no máximo, 24h. Após este período, as membranas intestinais do recém-nascido não serão capazes de absorver os anticorpos presentes no colostro, imprescindíveis para transmitir imunidade passiva contra enfermidades nas primeiras semanas de vida. Assim, torna-se oportuno manter na farmácia do haras um pequeno estoque de colostro refrigerado, para uso em situações de emergência. No caso de morte prematura do recém-nasci

    Manejo das Baias

    marycavalos 26/03/2008 @ 22:41

    Os minicavalos reúnem características que facilitam o seu manejo. São rústicos, dóceis e não precisam de grandes espaços. Há produtores com 60 animais numa área de dez mil metros quadrados, com instalações como cocheira e piquetes.

    Eles pouco diferem dos cavalos de porte convencional. E levam vantagem, já que consomem menos alimentos. Um dos menores é o mini-horse, que não ultrapassa um metro de altura. Apesar de jovem no segmento, é uma das raças que vem nos últimos três anos se destacando no país, sobretudo no estado de São Paulo.

    O mini-horse pode ser domado a partir do quarto mês para cabestro e vive, em média, 24 anos. A estação de monta se dá nos dias com bastante luminosidade. Portanto, a cobrição concentra-se entre setembro e março.

    As pequenas éguas reproduzem a partir dos dois anos de idade e têm longa gestação. Levam quase um ano para procriar ou, em média, 325 dias, com a maior parte dos nascimentos registrados entre julho e fevereiro.

    Mãos à obra

    • Antes de tudo, conheça a rotina dos cavalos e se familiarize com o manejo. Escolha animais com musculatura forte e resistente. Observe se o pônei é obediente a ponto de atender aos comandos de uma criança.
    • Os pequenos eqüinos adoecem pouco. Por isso, a preocupação com gastos veterinários é baixa. Mas a vermifugação é necessária, já que também se alimentam a pasto. Uma bisnaga de vermífugo, a dez reais, dá para um ano com três a quatro aplicações a cada 90 ou 120 dias.
    • Fique de olho em carrapatos e em parasitas e mantenha os animais sempre limpos. Eles precisam fazer a "toalete". É importante dar banho, manter as orelhas higienizadas, os pêlos escovados e a crina aparada.
    • Quanto à alimentação, dê volumoso fresco - capim, sal mineral, feno de alfafa ou gramíneas - e ração complementar.
    • Com tijolos ou madeira, levante uma cocheira rústica, além dos piquetes para eles se exercitarem. Certifique-se de que o local tenha boa luminosidade, ventilação, os cochos sejam firmes e compatíveis com a altura dos pôneis. Fixe um suporte para feno, capim e alfafa, e um pequeno saleiro.
    • O chão dos corredores pode ser cimentado ou de pedras porosas para evitar tombo. Nos boxes de descanso, forre com capim seco ou maravalha para facilitar a absorção dos excrementos. Use telhas de barro para cobrir a instalação, o que garante ambiente fresco.

    • O preço dos animais é o que mais pesa para iniciar a criação dos pequenos cavalos, se a opção for por linhagens de melhor qualidade. No entanto, a Associação dos Criadores de Mini-Horses, em Avaré, SP, parcela os pagamentos, além de administrar os fretes para qualquer região do Brasil.
    • Antes de efetuar a compra, prepare o local para receber os animais. Como opção para baratear os custos, há criadores que utilizam instalações desativadas com algumas adaptações.
    Investimento total - 4.450.
    Equipamentos - 450 reais a sela completa.
    Instalações - a partir de 500 reais, mas como opção pode adaptar um criatório antigo.
    Preço - de raças de boa qualidade, o macho sai a dois mil reais e a fêmea, 1.500 reais cada.
    Capital de giro - 50 reais.
    Ração - 30 reais.
    Retorno - quanto mais fêmeas, mas rápido é o retorno; a égua pode ser adquirida prenha

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