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Arquivo: Maio 2008

Adestradento

marycavalos 03/05/2008 @ 19:10

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ADESTRAMENTO

ADESTRAMENTO DO CAVALO DE SALTO

O Adestramento, como sabemos, tem por fim permitir ao cavaleiro o perfeito domínio das forças do cavalo e a completa exploração das mesmas.
Bastariam, pois, estas palavras para fazer compreender sua grande importância e extrema necessidade para o cavalo de salto.
Embora nunca cheguemos a dele exigir as grandes dificuldades da Equitação Acadêmica, sentiremos a necessidade de o termos, pelo menos, perfeitamente “na mão” durante a execução dos mais rigorosos percursos de obstáculos.
Isto será a obra do adestramento. Ele é que nos permitirá, inicialmente, restabelecer o equilíbrio do cavalo comprometido, pelo peso do cavaleiro, adaptando-o às novas exigências a que irá ser submetido, e capacitando o animal a dispor de sua massa em todas as direções e em todos os sentidos, e preparando seus músculos, seu coração e seus pulmões para satisfazerem todos os esforços que terão de realizar.
Sem um adestramento metódico, nunca teríamos o que podemos denominar de “cavalo de salto”, isto é, um animal capacitado a ser submetido aos esforços violentos que lhe exigiremos, sem nunca se rebelar contra a vontade do cavaleiro, se entregando de boa vontade e procurando dar o máximo de seus esforços para bem desempenhar o papel que se lhe exige. Teríamos, isto sim, um animal constrangido pela força e pelo temor a obedecer a seu cavaleiro; um animal que, à primeira oportunidade, se rebelará e se defenderá. Teríamos as verdadeiras caricaturas de cavalo de salto, tão ridículas quanto seu cavaleiro e, infelizmente, tão comuns em nossas pistas – cavalos que em vez de serem prestimosos e eficientes colaboradores de seus cavaleiros tornam-se verdadeiros tiranos, levando-os à sua vontade, como e para onde querem.
Será preciso compreender que, quando falamos em adestramento do cavalo de salto, não nos referimos, exclusivamente, ao adestramento do tipo daquele a que submetemos um cavalo de picadeiro, mas a um adestramento dirigido de maneira a preparar o cavalo, física e moralmente, para seu mister de cavalo de salto.
Assim sendo, teremos de abordar 2 (dois) objetivos distintos, que, entretanto, se entrosarão intimamente durante o trabalho: o adestramento propriamente dito e o adestramento no obstáculo.
O primeiro compreenderá o domínio da massa do cavalo, a procura de seu equilíbrio e seu governo em todas as andaduras e velocidades, e em todas as direções. O segundo compreenderá a ginástica, o equilíbrio e o domínio do cavalo na frente da barreira e após o salto, o cálculo e a execução do gesto de salto correto, a par do desenvolvimento de seus músculos e de seus pulmões.

Estes dois objetivos, aparentemente tão distintos, são, entretanto, interdependentes, e devem ser abordados simultaneamente. Se adiantarmos o adestramento propriamente dito, nunca poderemos avançar o adestramento no obstáculo sem nos sujeitarmos a insucessos. Sua influência será enorme na preparação física e moral do cavalo para os esforços do adestramento no obstáculo.

http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_4.html

Raças

marycavalos 03/05/2008 @ 19:07

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RAÇAS

BRASILEIRO DE HIPISMO

Altura em geral: 1,65m - 1,75m
Altura média para:
macho= 1,68
fêmea= 1,65

Temperamento: enérgico, vivaz, dócil, de temperamento ardente, ágil.

Porte: médio para Grande ( a maioria considera grande )

Pelagem: tordilha, baia, branca, preta, alazã, castanha e variedades ( não é aceitada a pampa).

Andamento: trote

Região de Origem: Brasil, São Paulo.

Época de origem: século XX.

Meio Ambiente: tropical.

Criador da Raça: Ênio Monte.

Histórico: É uma raça em formação, produto do cruzamento entre machos de raças européias especializados nos esportes hípicos com éguas bases de grande porte. Hoje já existe um livro fechado, mas nada impede que a raça seja aprimorada através da renovação de "sangue" (pool genético) com indivíduos das raças formadoras. Se há falta de alguma característica no plantel, pode-se busca-la junto a algum reprodutor (a) com as características desejadas. A raça foi criada no início da década de 70, quando Ênio Monte ( o criador) resolveu criar uma raça brasileira destinada ao hipismo. Foram cruzadas as raças as raças Orloff, de origem russa, com Westfalen e Trakehner, alemãs, especialmente importadas para isso. Inclui ainda pequenas doses de Puro Sangue Inglês,
Sela Sueca, Sela Dinamarquesa, Rheinland, Zangersheide, Hanoveriano, Holsteiner e Hackney, pitadas de Oldenburg, Sela-Argentina, Sela francesa, etc. Cavalos importados dessas raças são registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Hipismo, fundada em 1975. Desde então, Brasileiro de Hipismo ( ou BH ), vem se firmando nacionalmente, embora ainda sejam necessárias mais algumas décadas, depois de concluídos os cruzamentos, para se firmar a raça.

Aptidões: cavalo de sela, com grande facilidade para adestramento, salto , concurso completo de equitação (CCE), enduro e até mesmo atrelagem.

Inseminação artificial: congelada e a quente.

Características: lombo, sólido, subconvexo, médio, largo, bem musculado, harmoniosamente ligado ao dorso e à garupa. Garupa, arredondada, comprida, larga, oblíqua, bem musculada; ao sentido transversal deve ter forma elíptica; a altura da garupa é igual ou levemente inferior a altura da cernelha. Cernelha, bem destacada, comprida, seca e musculosa, harmoniosamente ligada ao pescoço e ao dorso, sem depressões. Tórax profundo; linha inferior ascendente; extenso, de forma elíptica; flanco curto, cheio e arredondado. Cabeça de comprimento médio, decarnada e de forma retangular, perfil de fronto-nasal de reto ou subconvexo. Olhos grandes com vivacidade. Orelhas de tamanho médio. Narinas grandes e de forma elíptica. Pescoço piramidal bem destacado do peito e espáduas, de comprimento médio, bem musculado. Tórax profundo, ventre cheio, dorso curto, bem musculoso. Cernelha bem destacada, comprida e musculosa. Quartela com comprimento médio, espessa e descarnada. Cascos sólidos, de boa textura, de preferência de cor escura. cavalo leve, perímetro toráxico de 1.90m. e perímetro de canela de 21cm; cernelha destacada; dorso bem ligado ao lombo e a garupa; membros fortes e andamentos briosos, relativamente elevados e extensos. Cauda, de base forte, com inserção média e perfeita continuidade com a linha superior da garupa; levemente destacada do corpo, quando em movimento. Possuem excelente mecânica de salto, coragem, inteligência e elegância nos movimentos. É um cavalo mediolíneo, de estrutura forte, linhas harmoniosas, temperamento bom, grande facilidade para a reunião e andamentos briosos, ágeis, elásticos e extensos.

Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH): tem como objetivo a seleção do cavalo BH (Brasileiro de Hipismo), raça nacional em desenvolvimento, e de todas as raças estrangeiras especializadas em esporte hípicos. O cavalo BH é desenvolvido e selecionado visando a participação com sucesso nos esportes hípicos, predominantemente os olímpicos. Atualmente contamos com muitas éguas BH na reprodução, e alguns garanhões BH também já se posicionam ao lado dos importados. Linhagens de sucesso internacional são constantemente incorporadas ao criatório, como por exemplo a francesa. A ABCCH congrega 250 sócios ativos, produzindo o cavalo BH e às vésperas de comemorar os 20 anos de sua fundação, teve reconhecida mundialmente a qualidade de seus produtos ao conquistar a Medalha de Bronze por equipe na Olimpíada de Atlanta, nesta equipe, composta por quatro conjuntos (cavalo + cavaleiro), três cavalos são nacionais, registrados na ABCCH: dois Holsteiners puros (brasileiros!) e um BH, este último ficando em oitavo na disputa individual, entre os quarenta melhores conjuntos do mundo o melhor resultado individual da equipe brasileira. Na ABCCH, funciona também o Stud Book Brasileiro do Cavalo de Hipismo, SBBCH, órgão ligado ao Ministério da Agricultura, responsável pelo controle, fiscalização e registros da criação do cavalo BH, assim como todas as outras raças especializadas, em todo o território nacional. É o SBBCH que garante a veracidade das informações contidas nos documentos dos animais, tais como "pedigree" ( a árvore genealógica), a data e o local do nascimento, o criador, além de outras características próprias dos animais, como pelagem, sexo, raça, e os sinais de identificação a resenha. Os cruzamentos para a formação da raça estão sendo feitos a aproximadamente 18 anos. O BH acompanha as tendências mundiais do hipismo, que privilegiam cavalos mais leves.

Membros Anteriores:
Espádua- Comprida, bem musculada, inclinada, formando ângulo de aproximadamente 55º com a horizontal.
Braço- Forte, potente, comprido, bem musculado, formando ângulo médio de 90º com a espádua.
Codilho- Comprido, destacado do tórax, bem definido, paralelo ao plano médio do corpo.
Antebraço- Comprido, potente, bem musculado, paralelo ao plano médio do corpo e aprumado.
Joelho- Volumoso, harmonioso, com ótima estrutura, bem definido, descarnado, com tendões e ligamentos fortes.
Canela- Estrutura sólida, curta, espessa, descarnada, de contornos bem definidos e tendões fortes e destacados.
Quartela- Comprimento médio, espessa, descarnada, inclinada, mais comprida nos anteriores do que nos posteriores; a inclinação das quartelas em relação à horizontal deve ser aproximadamente entre 55 e 60º nos anteriores e entre 60 e 65º nos posteriores.
Cascos- Sólidos, flexíveis, de boa textura, grandes e proporcionais à corpulência, bem conformados. Lateralmente as paredes devem acompanhar a inclinação das quartelas.

Membros Posteriores:
Coxa- Comprida, bem definida, bem musculada, relativamente oblíqua permitindo a formação de um triângulo eqüilátero entre a anca, a ponta da nádega e a rótula.
Soldra- Tendo como base óssea a rótula, deve estar situada abaixo e para fora do ventre.
Perna: Comprida, bem musculada, bem definida, aproximando-se levemente ao plano médio do corpo, em direção ao curvilhão e com inclinação de 65 a 70º com a horizontal.
Curvilhão- Estrutura forte, comprido, largo, descarnado, possibilitando uma boa inserção de tendões e ligamentos. Íntegro e bem aprumado, deve ser dirigido paralelamente ao plano médio do corpo.
Aprumos- Corretos estaticamente e em movimento, mantendo verticalidade e paralelismo em relação ao plano médio do corpo.

Perímetro da canela aos cinco anos:
Perímetro da canela ideal para machos: 21,5cm
Perímetro da canela ideal para fêmeas: 20,0cm

Perímetro Torácico aos cinco anos:
perímetro ideal para machos: 1,90m
perímetro ideal para fêmeas: 1,85m

Defeitos: além de todos aqueles que são gerais para os eqüinos e que por isso não serão descritos, são defeitos que penalizam classificação de acordo com a intensidade que se apresentem, os seguintes-
a) Gerais: mau caráter, temperamento linfático, falta de desenvolvimento, desproporção entre regiões e dimensões do corpo.
b) Regionais: cabeça excessivamente volumosa, orelhas grandes e caídas, ganachas grossas com pouca abertura do canal entre as mesmas, pescoço invertido ou demasiadamente curto, de baixa inserção ou compacto na sua união com a cabeça. Tronco estreito, pouco profundo e cilíndrico, cernelha rasa e pouco destacada. Espádua curta e vertical, dorso selado, comprido, com inclinação descendente da garupa para a frente - menso. Lombo excessivamente comprido, fundo ou de carpa e pouco musculado. Costelas planas em seu terço superior. Garupa horizontal, ou caída, de sacro alto ou atrasado e de perfil superior descontínuo. Cauda de inserção muito alta. Membros com desvios de aprumos, canelas finas e compridas. Quartelas demasiadamente compridas ou excessivamente curtas e verticais. Cascos pequenos, côncavos, encastelados ou achinelados.
c) Movimentos: muito rasteiros, curtos, irregulares, com movimentos parasitas, falta de flexibilidade e equilíbrio.

MANGALARGA

A raça teve sua origem em Minas Gerais no ano de 1812 quando Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, recebeu de presente de D. João VI um cavalo da Coudelaria Real de Alter, de origem andaluza. Cruzado com éguas nacionais, também de origem da Península Ibérica, porém de linhagens menos nobres, deu origem aos primeiros ‘Mangalarga Marchadores’. Selecionado para fazer grandes viagens, buscou-se aliar a comodidade, a resistência e o brio.

Características: cavalo versátil, rústico, resistente, cômodo e elegante; tendo porte médio com altura de 1.54m

ARABE

A raça teve sua origem em Minas Gerais no ano de 1812 quando Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, recebeu de presente de D. João VI um cavalo da Coudelaria Real de Alter, de origem andaluza. Cruzado com éguas nacionais, também de origem da Península Ibérica, porém de linhagens menos nobres, deu origem aos primeiros ‘Mangalarga Marchadores’. Selecionado para fazer grandes viagens, buscou-se aliar a comodidade, a resistência e o brio.

Características: cavalo versátil, rústico, resistente, cômodo e elegante; tendo porte médio com altura de 1.54m

ANDALUZA raça Andaluza, também chamada Espanhola, é originária da Andaluzia e fronteira de Castela Nova. Os cavalos mais puros eram da região de Córdova. Originou-se do cruzamento de éguas autóctones do tipo germânico, primitivamente introduzidas pelos vândalos, com cavalos orientais trazidos pelos mouros (cavalo africano) constituindo o "Puro Sangue da Idade Média", que se distinguia pela cadência, ligeireza e garbo do seu andar (andamento trotado hereditário).

Descrição:- Peso - O peso vai de 400 a 450 Kg.

Estatura - A estatura do Andaluz oscila entre 148 a 156 cm, sendo desejados 156cm para o garanhão e 150 para a égua.

Perímetro torácico de 183cm no macho e 177 na fêmea, em média.

Pelagens - São escuras as cores predominantes da raça, na ordem decrescente, a castanha, a tordilha rodada, a negra, e mais raramente a alazã. A pele é fina e mórbida, os pêlos finos e as crinas finas, sedosas, abundantes e onduladas.

Cabeça - A cabeça é relativamente grande, comprida, estreita, grossa, seca, de perfil acarneirado (convexo), encontrando-se contudo animais de fronte plana e perfil direito. As orelhas são um pouco compridas e espessas, de implantação baixa separadas, às vezes um pouco acabanadas, o que é defeito. A fronte é espaçosa, os olhos vivos, não proeminentes, as narinas pouco dilatadas e os lábios grossos.

Pescoço - É rodado, curto e grosso, musculoso sobretudo na base, com ampla união com o tronco e com crineira basta.

Corpo - A aparência do conjunto é de um animal curto e alto, robusto e de formas harmoniosas. A cernêlha alta, mas curta e descamada. O dorso e lombo são curtos, largos e flexíveis, porém o lombo, às vezes longo e um pouco enselado. A garupa é bastante musculosa, ampla, redonda, um pouco caída, com as nádegas baixas. A cauda é baixa, graciosa, com crinas abundantes e compridas. O peito é largo, musculoso. O tórax amplo, com costelas arcadas e o ventre volumoso.

Membros - Os membros são longos, finos, nítidos, com tendões destacados, desprovidos de pêlos longos no machinho. As espáduas são compridas, oblíquas e musculosas. Os braços e antebraços são musculosos e curtos. As ancas e nádegas são muito musculadas, as pernas estreitas, os joelhos altos e largos, as canelas redondas e longas, os jarretes curtos, os tendões fracos e pouco aparentes, as quartelas longas e inclinadas, as castanhas finas e pequenas, os cascos fortes, de tamanho antes pequeno, com ranilha longa e talões altos e os aprumos um pouco apertados, mormente nos jarretes.

Aptidões e outras qualidades
O Andaluz deve ser classificado entre os cavalos de dupla utilidade, pois tanto se presta para sela como para a tração de carruagens. Para esses fins ostenta extraordinária elegância e graça, ao lado de outras qualidades importantes como robustez, rusticidade, docilidade, energia, sendo capaz de fazer 70 a 90 quilômetros por dia, suportando perfeitamente o calor. Seu esqueleto é forte e sua compleição robusta. O desenvolvimento dos potros é lento. Apresenta grande afinidade com certos tipos de cavalos nacionais, como o manga-larga, Campolina , e muitos outros animais marchadores e fortes, que indiretamente provem dessa raça. Daí o interesse que essa raça tem despertado entre os brasileiros, importando-a algumas vezes, embora esteja ela hoje muito degenerada e seja apenas uma imagem do que foi parcelado.

http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_3.html

Recordes

marycavalos 03/05/2008 @ 19:06

 

RECORDES

MAIOR SALTO EM ALTURA

Realizado por Alberto Larraguibel Morales(Cap chileno), com o cavalo Huaso, em 5 de Fev de 1949 no Santiago do Chile durante o CHIO, a altura de 2,47m, considerado até o presente momento o recorde mundial. Este cavalo foi treinado durante 3 Anos pelo Coronel Rafael Monti

MAIOR SALTO EM LARGURA

1975 por André Ferreira quando
saltou 8,40m , atual recorde
mundial

CAVALO MAIS VELHO

Em 1919 na França central morreu um pônei garanhão com 54 anos.

CAVALO MAIS ALTO

2,16m - Firpon , um Percheron castanho que nasceu em 1959 e morreu com 1350 Kg no Rancho de Olavarria (Argentina) em 1972.

CAVALO MAIS BAIXO

36 cm ( 14,173 pol) - Pônei da raça Shetland de nome Meia-noite que nasceu às 2400 hs no ano de 1969 em Melbourne ( Austrália).

CAVALO MAIS PESADO

1440 Kg - "Brooklyn Supreme", um garanhão Puro-sangue Belga, nasceu em 12 de abril de 1928 e morreu em 1948. O dono dele era Ralph Fogleman e morava em Iowa (EUA).

MARCHAS MAIS LONGA

Diz a lenda que Bucéfalo, cavalo de Alexandre Magno, o grande, levou seu dono de Macedônia até os confins da Índia, próximo da fronteira do Afeganistão com a Índia atual.

"Vizir", o cavalo tordilho que levou Napoleão de Paris a Moscou, durante a retirada da Rússia. A nobreza do sangue deste incrível cavalo permitiu suportar o rigoroso inverno russo.

Mao Tse-Tung empregou suas tropas em 1934 numa grande marcha. O avanço do exército de Chiang Kai-Chek obrigou a batida em retirada e então Mao teve que percorrer quase 10 mil Km para chegar a Yanan, e Shensi.

"Mancha" foi um dos dois cavalos "criolos" com que A.F. Tschifferly viajou de Buenos Aires a Washigton. Os cavalos teriam 15 e 16 anos respectivamente. Este ginete suíço queria demonstrar a resistência dos "criolos"da Argentina. Atravessaram as florestas tropicais da América do Sul, ultrapassaram as cadeias de montanhas com mais de 5000 m de altitude para chegar a América Central e chegou finalmente aos EUA com seus cavalos em boas condições de estado.

NUMERO DE CAVALOS POR PAÍSES

China 10.174.000

Brasil 6.200.000

México 6.175.000

URSS antiga 5.900.000

USA 5.650.000

Argentina 3.400.000

Etiópia 2.700.000

Mongólia 2.255.000

Colômbia 1.980.000

Índia 965.000

Polônia 939.000

Indonesia 750.000

Romênia 670.000

Peru 660.000

Cuba 629.000

Chile 520.000

Turquia 513.000

Equador 512.000

Venezuela 495.000

Uruguai 470.000

Paquistão 461.000

Haiti 435.000

Canadá 415.000

Alemanha 406.000

França 322.000

Austrália 310.000

Espanha 241.000

África do Sul 230.000

Marrocos 190.000

Nova Zelândia 100.000

Hungria 79.000

Islândia 69.000

Holanda 65.000

Suécia 58.000

Irlanda 53.000

Áustria 49.000

Suíça 49.000

Finlândia 45.000

República Tcheca 39.000

Dinamarca 38.000

Portugal 26.000

Japão 24.000

Bélgica 20.000

Noruega 19.000

Egito 10.000

Israel 4.000

Total mundial 61.620.000

Levantamento feito em 1994.

Fonte : http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_5.html