Tudo Sobre os Cavalos e Montadores Famozes http://tudosobreoscavalos.nireblog.com Em breve,aqui no meu blog,terá todas as amazonas e jockeys super famosos! Muuitos terão,mais por um enquanto apenas 4 famosos no hipismo! E o mais breve possível terá notícias sobre cavalos e montadores. Sat, 22 Nov 2008 08:30:33 +0100 Tudo Sobre os Cavalos e Montadores Famozes http://static.nireblog.com/imagenes/logo.png http://tudosobreoscavalos.nireblog.com http://nireblog.com Adestradento http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/adestradento http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/adestradento 3934_kboing.jpg 

ADESTRAMENTO

ADESTRAMENTO DO CAVALO DE SALTO

O Adestramento, como sabemos, tem por fim permitir ao cavaleiro o perfeito domínio das forças do cavalo e a completa exploração das mesmas.
Bastariam, pois, estas palavras para fazer compreender sua grande importância e extrema necessidade para o cavalo de salto.
Embora nunca cheguemos a dele exigir as grandes dificuldades da Equitação Acadêmica, sentiremos a necessidade de o termos, pelo menos, perfeitamente “na mão” durante a execução dos mais rigorosos percursos de obstáculos.
Isto será a obra do adestramento. Ele é que nos permitirá, inicialmente, restabelecer o equilíbrio do cavalo comprometido, pelo peso do cavaleiro, adaptando-o às novas exigências a que irá ser submetido, e capacitando o animal a dispor de sua massa em todas as direções e em todos os sentidos, e preparando seus músculos, seu coração e seus pulmões para satisfazerem todos os esforços que terão de realizar.
Sem um adestramento metódico, nunca teríamos o que podemos denominar de “cavalo de salto”, isto é, um animal capacitado a ser submetido aos esforços violentos que lhe exigiremos, sem nunca se rebelar contra a vontade do cavaleiro, se entregando de boa vontade e procurando dar o máximo de seus esforços para bem desempenhar o papel que se lhe exige. Teríamos, isto sim, um animal constrangido pela força e pelo temor a obedecer a seu cavaleiro; um animal que, à primeira oportunidade, se rebelará e se defenderá. Teríamos as verdadeiras caricaturas de cavalo de salto, tão ridículas quanto seu cavaleiro e, infelizmente, tão comuns em nossas pistas – cavalos que em vez de serem prestimosos e eficientes colaboradores de seus cavaleiros tornam-se verdadeiros tiranos, levando-os à sua vontade, como e para onde querem.
Será preciso compreender que, quando falamos em adestramento do cavalo de salto, não nos referimos, exclusivamente, ao adestramento do tipo daquele a que submetemos um cavalo de picadeiro, mas a um adestramento dirigido de maneira a preparar o cavalo, física e moralmente, para seu mister de cavalo de salto.
Assim sendo, teremos de abordar 2 (dois) objetivos distintos, que, entretanto, se entrosarão intimamente durante o trabalho: o adestramento propriamente dito e o adestramento no obstáculo.
O primeiro compreenderá o domínio da massa do cavalo, a procura de seu equilíbrio e seu governo em todas as andaduras e velocidades, e em todas as direções. O segundo compreenderá a ginástica, o equilíbrio e o domínio do cavalo na frente da barreira e após o salto, o cálculo e a execução do gesto de salto correto, a par do desenvolvimento de seus músculos e de seus pulmões.

Estes dois objetivos, aparentemente tão distintos, são, entretanto, interdependentes, e devem ser abordados simultaneamente. Se adiantarmos o adestramento propriamente dito, nunca poderemos avançar o adestramento no obstáculo sem nos sujeitarmos a insucessos. Sua influência será enorme na preparação física e moral do cavalo para os esforços do adestramento no obstáculo.

http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_4.html

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Sat, 03 May 2008 19:10:26 +0100
Raças http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/racas http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/racas 8.gif 

RAÇAS

BRASILEIRO DE HIPISMO

Altura em geral: 1,65m - 1,75m
Altura média para:
macho= 1,68
fêmea= 1,65

Temperamento: enérgico, vivaz, dócil, de temperamento ardente, ágil.

Porte: médio para Grande ( a maioria considera grande )

Pelagem: tordilha, baia, branca, preta, alazã, castanha e variedades ( não é aceitada a pampa).

Andamento: trote

Região de Origem: Brasil, São Paulo.

Época de origem: século XX.

Meio Ambiente: tropical.

Criador da Raça: Ênio Monte.

Histórico: É uma raça em formação, produto do cruzamento entre machos de raças européias especializados nos esportes hípicos com éguas bases de grande porte. Hoje já existe um livro fechado, mas nada impede que a raça seja aprimorada através da renovação de "sangue" (pool genético) com indivíduos das raças formadoras. Se há falta de alguma característica no plantel, pode-se busca-la junto a algum reprodutor (a) com as características desejadas. A raça foi criada no início da década de 70, quando Ênio Monte ( o criador) resolveu criar uma raça brasileira destinada ao hipismo. Foram cruzadas as raças as raças Orloff, de origem russa, com Westfalen e Trakehner, alemãs, especialmente importadas para isso. Inclui ainda pequenas doses de Puro Sangue Inglês,
Sela Sueca, Sela Dinamarquesa, Rheinland, Zangersheide, Hanoveriano, Holsteiner e Hackney, pitadas de Oldenburg, Sela-Argentina, Sela francesa, etc. Cavalos importados dessas raças são registrados na Associação Brasileira de Criadores de Cavalo de Hipismo, fundada em 1975. Desde então, Brasileiro de Hipismo ( ou BH ), vem se firmando nacionalmente, embora ainda sejam necessárias mais algumas décadas, depois de concluídos os cruzamentos, para se firmar a raça.

Aptidões: cavalo de sela, com grande facilidade para adestramento, salto , concurso completo de equitação (CCE), enduro e até mesmo atrelagem.

Inseminação artificial: congelada e a quente.

Características: lombo, sólido, subconvexo, médio, largo, bem musculado, harmoniosamente ligado ao dorso e à garupa. Garupa, arredondada, comprida, larga, oblíqua, bem musculada; ao sentido transversal deve ter forma elíptica; a altura da garupa é igual ou levemente inferior a altura da cernelha. Cernelha, bem destacada, comprida, seca e musculosa, harmoniosamente ligada ao pescoço e ao dorso, sem depressões. Tórax profundo; linha inferior ascendente; extenso, de forma elíptica; flanco curto, cheio e arredondado. Cabeça de comprimento médio, decarnada e de forma retangular, perfil de fronto-nasal de reto ou subconvexo. Olhos grandes com vivacidade. Orelhas de tamanho médio. Narinas grandes e de forma elíptica. Pescoço piramidal bem destacado do peito e espáduas, de comprimento médio, bem musculado. Tórax profundo, ventre cheio, dorso curto, bem musculoso. Cernelha bem destacada, comprida e musculosa. Quartela com comprimento médio, espessa e descarnada. Cascos sólidos, de boa textura, de preferência de cor escura. cavalo leve, perímetro toráxico de 1.90m. e perímetro de canela de 21cm; cernelha destacada; dorso bem ligado ao lombo e a garupa; membros fortes e andamentos briosos, relativamente elevados e extensos. Cauda, de base forte, com inserção média e perfeita continuidade com a linha superior da garupa; levemente destacada do corpo, quando em movimento. Possuem excelente mecânica de salto, coragem, inteligência e elegância nos movimentos. É um cavalo mediolíneo, de estrutura forte, linhas harmoniosas, temperamento bom, grande facilidade para a reunião e andamentos briosos, ágeis, elásticos e extensos.

Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH): tem como objetivo a seleção do cavalo BH (Brasileiro de Hipismo), raça nacional em desenvolvimento, e de todas as raças estrangeiras especializadas em esporte hípicos. O cavalo BH é desenvolvido e selecionado visando a participação com sucesso nos esportes hípicos, predominantemente os olímpicos. Atualmente contamos com muitas éguas BH na reprodução, e alguns garanhões BH também já se posicionam ao lado dos importados. Linhagens de sucesso internacional são constantemente incorporadas ao criatório, como por exemplo a francesa. A ABCCH congrega 250 sócios ativos, produzindo o cavalo BH e às vésperas de comemorar os 20 anos de sua fundação, teve reconhecida mundialmente a qualidade de seus produtos ao conquistar a Medalha de Bronze por equipe na Olimpíada de Atlanta, nesta equipe, composta por quatro conjuntos (cavalo + cavaleiro), três cavalos são nacionais, registrados na ABCCH: dois Holsteiners puros (brasileiros!) e um BH, este último ficando em oitavo na disputa individual, entre os quarenta melhores conjuntos do mundo o melhor resultado individual da equipe brasileira. Na ABCCH, funciona também o Stud Book Brasileiro do Cavalo de Hipismo, SBBCH, órgão ligado ao Ministério da Agricultura, responsável pelo controle, fiscalização e registros da criação do cavalo BH, assim como todas as outras raças especializadas, em todo o território nacional. É o SBBCH que garante a veracidade das informações contidas nos documentos dos animais, tais como "pedigree" ( a árvore genealógica), a data e o local do nascimento, o criador, além de outras características próprias dos animais, como pelagem, sexo, raça, e os sinais de identificação a resenha. Os cruzamentos para a formação da raça estão sendo feitos a aproximadamente 18 anos. O BH acompanha as tendências mundiais do hipismo, que privilegiam cavalos mais leves.

Membros Anteriores:
Espádua- Comprida, bem musculada, inclinada, formando ângulo de aproximadamente 55º com a horizontal.
Braço- Forte, potente, comprido, bem musculado, formando ângulo médio de 90º com a espádua.
Codilho- Comprido, destacado do tórax, bem definido, paralelo ao plano médio do corpo.
Antebraço- Comprido, potente, bem musculado, paralelo ao plano médio do corpo e aprumado.
Joelho- Volumoso, harmonioso, com ótima estrutura, bem definido, descarnado, com tendões e ligamentos fortes.
Canela- Estrutura sólida, curta, espessa, descarnada, de contornos bem definidos e tendões fortes e destacados.
Quartela- Comprimento médio, espessa, descarnada, inclinada, mais comprida nos anteriores do que nos posteriores; a inclinação das quartelas em relação à horizontal deve ser aproximadamente entre 55 e 60º nos anteriores e entre 60 e 65º nos posteriores.
Cascos- Sólidos, flexíveis, de boa textura, grandes e proporcionais à corpulência, bem conformados. Lateralmente as paredes devem acompanhar a inclinação das quartelas.

Membros Posteriores:
Coxa- Comprida, bem definida, bem musculada, relativamente oblíqua permitindo a formação de um triângulo eqüilátero entre a anca, a ponta da nádega e a rótula.
Soldra- Tendo como base óssea a rótula, deve estar situada abaixo e para fora do ventre.
Perna: Comprida, bem musculada, bem definida, aproximando-se levemente ao plano médio do corpo, em direção ao curvilhão e com inclinação de 65 a 70º com a horizontal.
Curvilhão- Estrutura forte, comprido, largo, descarnado, possibilitando uma boa inserção de tendões e ligamentos. Íntegro e bem aprumado, deve ser dirigido paralelamente ao plano médio do corpo.
Aprumos- Corretos estaticamente e em movimento, mantendo verticalidade e paralelismo em relação ao plano médio do corpo.

Perímetro da canela aos cinco anos:
Perímetro da canela ideal para machos: 21,5cm
Perímetro da canela ideal para fêmeas: 20,0cm

Perímetro Torácico aos cinco anos:
perímetro ideal para machos: 1,90m
perímetro ideal para fêmeas: 1,85m

Defeitos: além de todos aqueles que são gerais para os eqüinos e que por isso não serão descritos, são defeitos que penalizam classificação de acordo com a intensidade que se apresentem, os seguintes-
a) Gerais: mau caráter, temperamento linfático, falta de desenvolvimento, desproporção entre regiões e dimensões do corpo.
b) Regionais: cabeça excessivamente volumosa, orelhas grandes e caídas, ganachas grossas com pouca abertura do canal entre as mesmas, pescoço invertido ou demasiadamente curto, de baixa inserção ou compacto na sua união com a cabeça. Tronco estreito, pouco profundo e cilíndrico, cernelha rasa e pouco destacada. Espádua curta e vertical, dorso selado, comprido, com inclinação descendente da garupa para a frente - menso. Lombo excessivamente comprido, fundo ou de carpa e pouco musculado. Costelas planas em seu terço superior. Garupa horizontal, ou caída, de sacro alto ou atrasado e de perfil superior descontínuo. Cauda de inserção muito alta. Membros com desvios de aprumos, canelas finas e compridas. Quartelas demasiadamente compridas ou excessivamente curtas e verticais. Cascos pequenos, côncavos, encastelados ou achinelados.
c) Movimentos: muito rasteiros, curtos, irregulares, com movimentos parasitas, falta de flexibilidade e equilíbrio.

MANGALARGA

A raça teve sua origem em Minas Gerais no ano de 1812 quando Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, recebeu de presente de D. João VI um cavalo da Coudelaria Real de Alter, de origem andaluza. Cruzado com éguas nacionais, também de origem da Península Ibérica, porém de linhagens menos nobres, deu origem aos primeiros ‘Mangalarga Marchadores’. Selecionado para fazer grandes viagens, buscou-se aliar a comodidade, a resistência e o brio.

Características: cavalo versátil, rústico, resistente, cômodo e elegante; tendo porte médio com altura de 1.54m

ARABE

A raça teve sua origem em Minas Gerais no ano de 1812 quando Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, recebeu de presente de D. João VI um cavalo da Coudelaria Real de Alter, de origem andaluza. Cruzado com éguas nacionais, também de origem da Península Ibérica, porém de linhagens menos nobres, deu origem aos primeiros ‘Mangalarga Marchadores’. Selecionado para fazer grandes viagens, buscou-se aliar a comodidade, a resistência e o brio.

Características: cavalo versátil, rústico, resistente, cômodo e elegante; tendo porte médio com altura de 1.54m

ANDALUZA raça Andaluza, também chamada Espanhola, é originária da Andaluzia e fronteira de Castela Nova. Os cavalos mais puros eram da região de Córdova. Originou-se do cruzamento de éguas autóctones do tipo germânico, primitivamente introduzidas pelos vândalos, com cavalos orientais trazidos pelos mouros (cavalo africano) constituindo o "Puro Sangue da Idade Média", que se distinguia pela cadência, ligeireza e garbo do seu andar (andamento trotado hereditário).

Descrição:- Peso - O peso vai de 400 a 450 Kg.

Estatura - A estatura do Andaluz oscila entre 148 a 156 cm, sendo desejados 156cm para o garanhão e 150 para a égua.

Perímetro torácico de 183cm no macho e 177 na fêmea, em média.

Pelagens - São escuras as cores predominantes da raça, na ordem decrescente, a castanha, a tordilha rodada, a negra, e mais raramente a alazã. A pele é fina e mórbida, os pêlos finos e as crinas finas, sedosas, abundantes e onduladas.

Cabeça - A cabeça é relativamente grande, comprida, estreita, grossa, seca, de perfil acarneirado (convexo), encontrando-se contudo animais de fronte plana e perfil direito. As orelhas são um pouco compridas e espessas, de implantação baixa separadas, às vezes um pouco acabanadas, o que é defeito. A fronte é espaçosa, os olhos vivos, não proeminentes, as narinas pouco dilatadas e os lábios grossos.

Pescoço - É rodado, curto e grosso, musculoso sobretudo na base, com ampla união com o tronco e com crineira basta.

Corpo - A aparência do conjunto é de um animal curto e alto, robusto e de formas harmoniosas. A cernêlha alta, mas curta e descamada. O dorso e lombo são curtos, largos e flexíveis, porém o lombo, às vezes longo e um pouco enselado. A garupa é bastante musculosa, ampla, redonda, um pouco caída, com as nádegas baixas. A cauda é baixa, graciosa, com crinas abundantes e compridas. O peito é largo, musculoso. O tórax amplo, com costelas arcadas e o ventre volumoso.

Membros - Os membros são longos, finos, nítidos, com tendões destacados, desprovidos de pêlos longos no machinho. As espáduas são compridas, oblíquas e musculosas. Os braços e antebraços são musculosos e curtos. As ancas e nádegas são muito musculadas, as pernas estreitas, os joelhos altos e largos, as canelas redondas e longas, os jarretes curtos, os tendões fracos e pouco aparentes, as quartelas longas e inclinadas, as castanhas finas e pequenas, os cascos fortes, de tamanho antes pequeno, com ranilha longa e talões altos e os aprumos um pouco apertados, mormente nos jarretes.

Aptidões e outras qualidades
O Andaluz deve ser classificado entre os cavalos de dupla utilidade, pois tanto se presta para sela como para a tração de carruagens. Para esses fins ostenta extraordinária elegância e graça, ao lado de outras qualidades importantes como robustez, rusticidade, docilidade, energia, sendo capaz de fazer 70 a 90 quilômetros por dia, suportando perfeitamente o calor. Seu esqueleto é forte e sua compleição robusta. O desenvolvimento dos potros é lento. Apresenta grande afinidade com certos tipos de cavalos nacionais, como o manga-larga, Campolina , e muitos outros animais marchadores e fortes, que indiretamente provem dessa raça. Daí o interesse que essa raça tem despertado entre os brasileiros, importando-a algumas vezes, embora esteja ela hoje muito degenerada e seja apenas uma imagem do que foi parcelado.

http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_3.html

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Sat, 03 May 2008 19:07:59 +0100
Recordes http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/recordes http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/05/03/recordes  

RECORDES

MAIOR SALTO EM ALTURA

Realizado por Alberto Larraguibel Morales(Cap chileno), com o cavalo Huaso, em 5 de Fev de 1949 no Santiago do Chile durante o CHIO, a altura de 2,47m, considerado até o presente momento o recorde mundial. Este cavalo foi treinado durante 3 Anos pelo Coronel Rafael Monti

MAIOR SALTO EM LARGURA

1975 por André Ferreira quando
saltou 8,40m , atual recorde
mundial

CAVALO MAIS VELHO

Em 1919 na França central morreu um pônei garanhão com 54 anos.

CAVALO MAIS ALTO

2,16m - Firpon , um Percheron castanho que nasceu em 1959 e morreu com 1350 Kg no Rancho de Olavarria (Argentina) em 1972.

CAVALO MAIS BAIXO

36 cm ( 14,173 pol) - Pônei da raça Shetland de nome Meia-noite que nasceu às 2400 hs no ano de 1969 em Melbourne ( Austrália).

CAVALO MAIS PESADO

1440 Kg - "Brooklyn Supreme", um garanhão Puro-sangue Belga, nasceu em 12 de abril de 1928 e morreu em 1948. O dono dele era Ralph Fogleman e morava em Iowa (EUA).

MARCHAS MAIS LONGA

Diz a lenda que Bucéfalo, cavalo de Alexandre Magno, o grande, levou seu dono de Macedônia até os confins da Índia, próximo da fronteira do Afeganistão com a Índia atual.

"Vizir", o cavalo tordilho que levou Napoleão de Paris a Moscou, durante a retirada da Rússia. A nobreza do sangue deste incrível cavalo permitiu suportar o rigoroso inverno russo.

Mao Tse-Tung empregou suas tropas em 1934 numa grande marcha. O avanço do exército de Chiang Kai-Chek obrigou a batida em retirada e então Mao teve que percorrer quase 10 mil Km para chegar a Yanan, e Shensi.

"Mancha" foi um dos dois cavalos "criolos" com que A.F. Tschifferly viajou de Buenos Aires a Washigton. Os cavalos teriam 15 e 16 anos respectivamente. Este ginete suíço queria demonstrar a resistência dos "criolos"da Argentina. Atravessaram as florestas tropicais da América do Sul, ultrapassaram as cadeias de montanhas com mais de 5000 m de altitude para chegar a América Central e chegou finalmente aos EUA com seus cavalos em boas condições de estado.

NUMERO DE CAVALOS POR PAÍSES

China 10.174.000

Brasil 6.200.000

México 6.175.000

URSS antiga 5.900.000

USA 5.650.000

Argentina 3.400.000

Etiópia 2.700.000

Mongólia 2.255.000

Colômbia 1.980.000

Índia 965.000

Polônia 939.000

Indonesia 750.000

Romênia 670.000

Peru 660.000

Cuba 629.000

Chile 520.000

Turquia 513.000

Equador 512.000

Venezuela 495.000

Uruguai 470.000

Paquistão 461.000

Haiti 435.000

Canadá 415.000

Alemanha 406.000

França 322.000

Austrália 310.000

Espanha 241.000

África do Sul 230.000

Marrocos 190.000

Nova Zelândia 100.000

Hungria 79.000

Islândia 69.000

Holanda 65.000

Suécia 58.000

Irlanda 53.000

Áustria 49.000

Suíça 49.000

Finlândia 45.000

República Tcheca 39.000

Dinamarca 38.000

Portugal 26.000

Japão 24.000

Bélgica 20.000

Noruega 19.000

Egito 10.000

Israel 4.000

Total mundial 61.620.000

Levantamento feito em 1994.

Fonte : http://www.hipismobrasileiro.hpg.com.br/viagens/9/index_int_5.html

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Sat, 03 May 2008 19:06:25 +0100
Todos a Bordo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/23/todos-a-bordo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/23/todos-a-bordo 85tg.gifTODOS A BORDO!

Se você nunca passou pelo teste de paciência que é tentar embarcar um cavalo ou potro nem um pouco cooperativo em um caminhão ou trailer, você tem muita sorte.

A maioria dos proprietários conhece bem esse cenário por experiência pessoal e lembra bem dos sentimentos de frustração e de raiva normalmente envolvidos. É uma receita para problemas e traumas. De fato, muitos estudiosos acreditam que a maioria dos ferimentos nos animais ocorrem na hora do carregamento e descarregamento dos animais e quase nunca durante a viagem propriamente dita.

Entretanto, embarcar e desembarcar seu cavalo de um caminhão ou trailer não tem de ser obrigatoriamente um evento de risco. Com cabeça no lugar e bom-senso, podemos manter todos os envolvidos no processo calmos e a salvo.

O FATOR MEDO:

As pessoas tendem a esquecer a razão principal pela qual um cavalo não entra em um veículo. Os cavalos têm medo do caminhão ou trailer. E quando um cavalo tem medo, ele faz qualquer coisa para sair da situação. Isso inclui empacar, escoicear, empinar, se atirar para trás, passar por cima da pessoa que o está guiando, tentar passar por espaços onde ele não cabe, etc. Essa situação piora quando acidentalmente ele escorrega e cai no caminhão, ficando preso entre as separações. A pessoa que está puxando o cavalo é a que fica mais vulnerável ao seu desespero, podendo se machucar seriamente. 

A situação normalmente é exacerbada quando as pessoas não se programam para a possibilidade do cavalo dar problema para embarcar e organizam fretes em cima da hora dos eventos. Quando as pessoas estão atrasadas, normalmente perdem a paciência mais rápido. Essas pessoas são as que provavelmente tentarão agredir o cavalo para que ele embarque logo e isso só reforçará o medo e a relutância do animal em embarcar.

Na maioria das vezes, quando consegue colocar o cavalo temeroso dentro do caminhão, a pessoa o tranca lá dentro e segue viagem o mais rápido possível. Novamente, estamos reforçando o terror que o cavalo sentia do caminhão. O cavalo tinha medo de entrar naquele buraco escuro porque ele não sabia se poderia sair dali. O fato de ser trancado lá dentro e sair chacoalhando por aí sem poder sair confirma seu temor inicial. Fica cada vez mais difícil colocá-lo de novo em um caminhão...

A única maneira de ajudar o cavalo a perder o medo é mostrar-lhe que ele pode sair dali. Isso significa embarcar e desembarcar várias vezes. O ideal é que se comece quando o cavalo é bem jovem e mais fácil de dominar. Muitas pessoas costumam carregar e descarregar potros bem jovens junto com suas mães dentro dos caminhões para que eles as sigam e percam o medo do “buraco escuro”.

Mas se seu cavalo já é mais velho, tire uma tarde ou um dia sem pressa nenhuma simplesmente para embarcá-lo e desembarcá-lo. A primeira vez vai levar algum tempo. Assim que você conseguir embarcá-lo sem agressão, agrade-o, dê-lhe uma guloseima e tire-o do caminhão. Repita. Repita. Repita. Você vai perceber que cada vez vai levar menos tempo para embarcar seu animal. Depois desta fase, você pode experimentar pará-lo sobre a rampa, agradá-lo e sair sem entrar totalmente e depois entrar e deixá-lo alguns minutos amarrado lá dentro, ficando ao lado dele para acalmá-lo.
A meta de todo esse processo é conseguir com que o cavalo se sinta confortável com o processo e assegurar-lhe de que ele vai SAIR do caminhão. Essa é a técnica que melhor funciona com cavalos que se atiram para trás ao entrar nos caminhões e com aqueles que quando a porta se abre enlouquecem para sair e ao serem desamarrados saem atropelando quem está segurando o cabo.

Passear os cavalos puxados no cabo ou mesmo montados pelo embarcador sem o caminhão também é uma boa idéia, para que ele se acostume com a pequena rampa e com o local de embarque sem a presença do caminhão.

Utilize-se também do “sentido de manada” que é muito forte, especialmente em cavalos jovens. Eles temem ficar sozinhos “sem a turma” em uma situação perigosa. Assim, sempre embarque o animal mais experiente na frente do jovem ou do temeroso. Muitas vezes, o medo de ficar só é maior do que o medo do “buraco escuro” onde seu companheiro desapareceu. No desembarque SEMPRE retire do caminhão o cavalo inexperiente antes. Se ele ficar sozinho lá dentro sem seus companheiros ele provavelmente ficará muito nervoso ou mesmo entrará em pânico.


DILEMAS DE TREINAMENTO

Treinamento é a regra da segurança. Quanto melhor treinado o cavalo, menor a probabilidade dele se machucar ou machucar alguém.

Antes de apresentar um caminhão ou trailer para seu cavalo, deve-se prestar atenção em como seu cavalo se comporta conduzido pelo cabo ou guia. Se você não tem um bom controle de seu cavalo em situações corriqueiras, seguramente você terá problemas quando quiser colocá-lo no caminhão. Seu cavalo deve ser capaz de seguir ao seu lado tranqüilamente, parar e esperar, virar para os dois lados e recuar quando você pedir sem qualquer reação. Essas manobras devem ser repetidas em vários tipos de terreno. Também é importante que o cavalo esteja acostumado a cruzar calmamente ao seu lado por portas, passagens, portões, poças de água e obstáculos. Esse treinamento é importante para reforçar a confiança do animal nele mesmo e em você como líder.

Ao tentar embarcar o cavalo relutante, jamais fique próximo demais de sua garupa e NUNCA tente fazer com que ele se mova para frente com um tapa na garupa. Parece ridículo dizer uma coisa dessas, mas todos os dias pessoas experientes fazem isso.

Outra técnica perigosíssima é a “corda humana” onde duas pessoas cruzam os braços por trás do cavalo e o empurram para dentro do caminhão. Se o cavalo se jogar para trás ou der um coice é o fim da brincadeira.

Menos perigoso para os ajudantes é passar uma corda por trás dos quartos do animal e ficar com uma ponta de cada lado da entrada não permitindo que o cavalo venha para trás. Claro que se ele realmente quiser vir para trás não serão duas pessoas que terão força para segurá-lo e normalmente as cordas queimam as mãos dos assistentes e o cavalo se enrosca nas cordas, ficando cada vez mais temeroso de se aproximar do “buraco escuro”.

Preferentemente não sede cavalos para viajar. Cavalos sedados não são senhores de seus movimentos e tem muito maior probabilidade de se machucarem e machucarem quem está em volta. Podem ainda perder o equilíbrio durante a viagem e cair no caminhão.

VEÍCULOS-ARMADILHAS

Literalmente, os cavalos vêem os caminhões e trailers como armadilhas. Percepção que é muito aumentada quando o teto é muito baixo, a entrada é muito estreita ou o interior do veículo está totalmente escuro. Mesmo um cavalo acostumado a embarcar pode se recusar a entrar em um local muito apertado ou muito escuro. Um caminhão proporcional, um embarcador bem iluminado e luz dentro do caminhão podem resolver uma grande parte dos problemas de embarque.

A melhor maneira de embarcar um cavalo é que o ambiente esteja calmo, com no máximo dois ajudantes, que ele seja guiado por alguém que ele conheça com alguma coisa de que ele goste nas mãos (açúcar, cenoura). A cada passo que ele der em direção do caminhão, deve ser encorajado com voz calma, agrados e uma recompensa para que relaxe e se distraia. Leve o tempo que levar. A paciência é muito importante. Só force o movimento para frente quando sentir que o cavalo abaixou a cabeça e relaxou a musculatura. Passo a passo. Os ajudantes devem ficar em ambos os lados quietos, sem agredir o cavalo, a uma distância segura, pressionando apenas com a sua presença o cavalo para frente.

DICAS PARA UM EMBARQUE SEGURO:

- Sem quinas ou pontas – dê a volta em todo o veículo e embarcador e passe a mão nas portas, janelas, divisórias, argolas de amarrar, correntes e cabos para encontrar locais potencialmente perigosos e conserte ou cubra.

- Portas internas – o caminhão deve possuir portas de divisória bem encaixadas e com fácil sistema de liberação em caso de emergência

- Cabos com mosquetão de segurança – importantíssimo evitar amarrar o cavalo diretamente nas correntes comumente encontradas no caminhão. É quase impossível soltar esse tipo de mosquetão em caso de emergência.

- Caminhões inteiramente fechados, apesar do calor, são muito mais seguros que caminhões abertos, onde um cavalo desesperado pode “ver” uma saída que não existe e tentar se atirar por um vão ou por cima. Portas tipo “boiadeiro”, onde o cavalo tem de se abaixar para entrar são um convite ao perigo e esses caminhões não devem ser utilizados para transporte de eqüinos.

- Ambiente não claustrofóbico - o caminhão e o box interno devem servir ao tamanho do cavalo. Cavalos crioulos, mangalargas e mesmo PSIs são menores do que cavalos de salto. Tenha isso em mente quando contratar um caminhão preparado para outra raça para transportar seu cavalo.

- Uma boa rampa – muito importante para dar firmeza e confiança para o cavalo que embarca. Não deve ser muito curta para que a inclinação não seja muito forte e também deve ter piso antiderrapante para evitar escorregões. Ainda não pode ser empenada, onde uma ponta fica no solo e outra ponta fica no ar, e quando o cavalo pisa ela se move e faz barulho assustando o animal e ainda levantando uma ponta de ferro onde o cavalo pode se ferir. A rampa deve ser preferentemente protegida com guarnições laterais para evitar que o cavalo possa cair para os lados. Na dobradiça da tampa deve ser colocada uma proteção de madeira para evitar que o cavalo coloque uma pata no buraco.

- Um bom embarcador – iluminado, com bom piso, largo com laterais protegidas e altura compatível com a rampa do caminhão sempre serão um convite para o cavalo embarcar e uma segurança para as pessoas e animais.

- Proteções – para levar um cavalo em um caminhão para qualquer lugar, sempre proteja suas patas. Lembre-se de que os acidentes acontecem no embarque ou desembarque, não interessa o tempo de viagem. O preço de um bom jogo de protetores de viagem é bem menor do que o da visita do veterinário e dos remédios... O tipo de protetor ideal é o que cobre até o casco, cobrindo os talões e sobe até o alto das canelas. Leve também em conta que protetores muito grossos podem esquentar demais em temperaturas altas e deixar o animal nervoso. Se o protetor não cobrir o casco, devem ser colocados cloches para protegê-los e evitar pisaduras. Sempre retire os rampões das ferraduras antes de embarcar.


http://www.fprh.com.br/dica3.php

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Wed, 23 Apr 2008 23:38:05 +0100
Se Divertindo... http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/19/se-divertindo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/19/se-divertindo afternoon-race.jpgNesse site você vai se divertir e ter muitas e muitos papaeis de parede de cavalos! Você vai amr,se gosta de cavalo,lá é o paraiso.

www.walldesk.net/br/papel-de-parede/animais/cavalos/wallpapers.asp

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Sat, 19 Apr 2008 16:07:42 +0100
Evolução do Cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/01/evolucao-do-cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/01/evolucao-do-cavalo acavalosato.jpg         Todas as atuais linhagens e tipos de cavalos e pôneis são descendentes dos primitivos cavalos selvagens que evoluíram,como outros animais,por seleção natural.

 

         O cavalo desenvolveu-se a partir de um animal do tamanho da raposa denominado Eohipo,que existiu aproximadamente há 50 milhoes de anos.Esse pequeno mamífero caminhava sobre patas semelhantes ás do cachorro,bem adaptadas aos solos macios das florestas pantanosas que habitava.

 

         O Pilihipo,surgiu entre 7 e 3 milhões de anos atrás.A pata e a perna tinham se modificado,sendo sustentadas por um sistema composto de a tendões e ligamentos.Plihipo foi o precursor imediato do Equus,o cavalo atual.

         Á medida que o clima da Terra mudava,as diferentes espécies vegetais e animais foram evoluindo.Entre 26 e 7 milhões de anos atrás,férteis planícies  foram se estendendo através dos continente americano  e eurásco. O animal  deu lugar ao Parahipo,um animal herbívoro com pescoço e com menos dedos,para melhor fugir dos predadores

  



         Á medida que o clima da Terra mudava,as diferentes espécies vegetais e animais foram evoluindo.Entre 26 e 7 milhões de anos atrás,férteis planícies  foram se estendendo através dos continente americano  e eurásco. O animal  deu lugar ao Parahipo,um animal herbívoro com pescoço e com menos dedos,para melhor fugir dos predadores

 

         O gênero Ecuus,que inclui jumentos e zebras,apareceu  há um milhão de anos.O especialista em corridas surgiu e se estabeleceu na terra 500 mil anos antes do surgimento do homem.  Eohipo,também é conhecido como HYRACOTHERIUM,é um dos primeiros ancestrais eqüinos.

 

         A zebra é um dos parentes mais próximos do cavalo,,também descendentes do Equus.Apresenta várias características dos tipos primitivos de pônei,como a crina preta e o corpo atarracado.

 

  LIVRO: Cavalos gui prático (nobel) pags...8 e 9

 

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Tue, 01 Apr 2008 20:20:49 +0100
S2 Horses S2 http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/01/s2-horses-s2 http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/04/01/s2-horses-s2 hipismo-21.jpg                     
          Os hábitos originais do cavalo - estepes e férteis planícies – forneciam pouca ou nenhuma proteção contra os predadores.Assim ,o cavalo desenvolveu ,como defesa ,o incidindo de correr ao primeiro sinal de perigo .

          Esse instinto de correr  praticamente  não mudou  através de 5 mil anos de domesticação ,sendo a base natural do excelente vigor atual do cavalo para atividades esportivas.

 Livro:Cavalos Guia Prático (NOBEL)

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Tue, 01 Apr 2008 00:07:49 +0100
Hipismo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/31/hipismo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/31/hipismo cavalos4.jpgHIPISMO

Hipismo ou equitação pode ser tanto uma arte, uma actividade de lazer, um desporto ou uma forma de transporte.

 

Desporto

Como desporto, o hipismo realça a ligação entre o cavaleiro e a sua montada, em provas de perícia, velocidade e adestramento.

Corrida de cavalos

Alguns desportos hipicos são:

Adestramento
Concurso completo de equitação (CCE)
Salto
Enduro
Equitação Paraequestre
Pólo
Saltimbancos
Volteio
As competições hipicas fazem parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912, tendo havido também provas hipicas na edição de 1900. Este é um dos poucos desportos onde homens e mulheres competem entre sí.

Fonte: pt.wikipedia.org

HIPISMO

 

Equitação

A equitação é a arte de cavalgar! Cavalos são criaturas fortes, bonitas, inteligentes e amigas. Se foram bem treinados e não sofreram com a maldade e a ignorância de humanos quando mais novos, certamente serão bons animais e lhe trarão muitas alegrias.

Existem várias formas de você aproveitar a companhia de um cavalo: pólo, corrida, enduro, adestramento, salto etc. - mas todas são bastante caras. Você vai precisar de equipamento (botas, capacete, culote, sela, arreios, manta). Seu cavalo tem que ter uma alimentação adequada, deve ser examinado sempre por um veterinário competente, ser vacinado, escovado e exercitado todos os dias. Tem que dormir em um lugar apropriado para ele. Tudo isso custa muito dinheiro!

Existe, é claro, a possibilidade de você fazer equitação na escolinha de um clube hípico e, assim, pode economizar usando o cavalo da instituição. Se você for realmente bom em alguma modalidade da equitação, pode até conseguir montar cavalos de outras pessoas em competições - afinal, é o que grande parte dos competidores faz!

Adestramento

No adestramento, o conjunto (cavalo e cavaleiro) deve fazer manobras em total harmonia, dentro de um picadeiro de areia, enquanto são observados por um juiz.

Este esporte parece mais simples, mas na verdade é dificílimo. O cavalo deve executar passos especiais e mover-se ao mais leve comando do cavaleiro, como se tudo tivesse sido ensaiado mil vezes antes, com absoluta perfeição.

Corridas

As corridas de cavalos são realizadas nos hipódromos. Acontecem no mundo todo e, em alguns lugares, as provas incluem salto em altura. Os animais correm na areia ou na grama, e a distância que eles têm que percorrer varia de acordo com o tipo de prova.

Embora o tipo de corrida mais conhecido no Brasil seja a corrida a galope, há também corridas a trote, onde o cavalo puxa um pequeno carro de duas rodas, muito leve, conhecido como "aranha". Em qualquer dessas modalidades, vence o conjunto que chegar primeiro.

Esse esporte movimenta muito, muito dinheiro. Em geral, o dono do cavalo não o monta nunca. Para isso há o treinador e, sobretudo, o jóquei, um profissional que estudou e treinou muito tempo para poder montar em uma corrida.

O cavalo ideal para as corridas é o Puro Sangue Inglês, um animal mais nervoso, muito alto e muito veloz, que chega à velocidade de 60km por hora.

Nos EUA, foi criado um tipo de corrida mais curta, onde quem brilha é o QM, ou Quarto de Milha, um cavalo muito ágil e invencível em curtas distâncias.

Enduro

No enduro eqüestre (ou seja, feito com cavalos), os conjuntos seguem por uma trilha anteriormente marcada, que pode ter ou não obstáculos. Nesse esporte, não é importante quem chega primeiro; o que importa é chegar no tempo certo, ou mais perto possível disso!

O enduro é um esporte que se importa com o cavalo. Há pontos de descanso durante o trajeto, e nesses pontos se verifica o batimento do coração do animal. Se o seu cavalo apresentar sinais de estar cansado demais, ele será impedido de continuar a prova!

As provas de enduro podem percorrer quase 50km. Para tão longas distâncias, as melhores raças são as que têm um andar bem confortável: Mangalarga, Árabe e Anglo-Árabe.

Hipismo clássico

As provas de salto tradicionais acontecem nos haras e nos clubes de equitação, em picadeiros de areia. Um percurso é criado por juízes e o conjunto de cavalo e cavaleiro deve saltar todos os obstáculos sem cometer faltas - ou seja, sem derrubar nem deixar de saltar nenhum obstáculo - no menor tempo possível.

Hipismo rural

No hipismo rural, os conjuntos (cavalo e cavaleiro) têm que percorrer uma pista cheia de obstáculos, ao ar livre, no meio do campo. O objetivo é superar todos eles o mais depressa possível, sem derrubar balizas nem deixar de saltá-las.

Esse esporte vem conquistando cada vez mais pessoas no Brasil. É dividido por categorias, de acordo com a idade e a experiência dos desportistas.

Boas raças de cavalos para esse esporte são o Árabe e o Anglo-Árabe, porque são animais ágeis, dóceis e de excelente temperamento.

Pólo

O pólo é um esporte bastante violento para o cavalo. Teve origem na Inglaterra (o Príncipe de Gales, filho da Rainha Elisabeth, adora jogar pólo), mas é muito comum na Argentina, que cria excelentes animais para esse esporte.

Joga-se pólo com uma bola, um taco comprido e dois times. Montados a cavalo, os jogadores devem levar a bola à baliza do adversário.

Há clubes no Brasil dedicados ao pólo. Como exige muito do animal, cada jogador deve ter mais de um cavalo de reserva para o mesmo jogo, para poder trocar de animal caso ache que a sua montaria esteja muito cansada.

Fonte: www.mingaudigital.com.br

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Mon, 31 Mar 2008 01:41:31 +0100
O Cavalo e Seu Cavaleiro http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/29/o-cavalo-e-seu-cavaleiro http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/29/o-cavalo-e-seu-cavaleiro  26.gifEra uma agradável manhã de primavera quando um jovem rico saiu para dar uma volta no seu novo cavalo. Infelizmente, embora não soubesse, ainda era quase selvagem. Assim que sentiu o cavaleiro sobre a sela, o animal pôs as orelhas para traz e disparou à toda pela pista calma.

Em vão, o jovem cavaleiro tentou controlar sua montaria. O animal não obedecia. Tudo o que o homem podia fazer era lançar os braços ao redor do pescoço do animal e se segurar da melhor maneira possível.

Onde você vai com tanta pressa? - gritou um amigo do cavaleiro, enquanto se punha em segurança numa vala.

-- Como vou saber? - gritou o jovem, enquanto era levado. Não sou eu quem está no controle. É melhor perguntar ao cavalo.

MORAL: Temos de saber ao certo quem está no comando.

http://www.saudeanimal.com.br/imagens.htm

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Sat, 29 Mar 2008 23:58:54 +0100
Appaloosa http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/appaloosa http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/appaloosa Histórico


8.jpgDomados ou Selvagens, os cavalos palouses coloriam as pradarias em galopes de liberdade ou montados pelos guerreiros indígenas que orquestravam o tropel com repetidos brados.

Não por acaso que a imagem mundialmente se perpetuou da Raça Appaloosa é a do cavalo de indíos.
Nas ancas, dorso e cernelha o pincel da criação salpicou cores diferentes, distribuiu pintas escuras sobre a pelagem básica, algumas vezes carregou mais o pincel nas ancas em formato de mantas... As pelagens negra, alazã, castanha, zaina, baia, palomina, tordilha e rosilha ganharam composições como em nenhuma outra raça da espécie eqüina. Formada a partir dos cavalos introduzidos pelos colonizadores europeus na América, estes animais de plástica inigualável corriam soltos pela bacia do rio Colúmbia e seus afluentes onde foram capturados e domesticados pelos Nez Perce, índios guerreiros que habitavam o vale do rio Palouse, uma região dominada pelos colonizadores franceses. Os Nez Perce domavam os cavalos pintados, usando-os como meio de transporte, montaria de caça e como instrumento de guerra nas constantes batalhas com os brancos.

Ágeis, rústicos, velozes e resistentes, os cavalos pintados dos Nez Perce atraíam a atenção dos colonizadores, atribuindo-se aos franceses o nome que estes animais receberam, La Palouse, numa referência ao rio de mesmo nome, situado, hoje, no Estado do Oregon. Excepcionais para cavalgadas de longas distâncias e na travessia de regiões íngremes e áridas, o cavalo dos Nez Perce foram submetidos a uma rigorosa seleção baseada na resistência, coragem e pelagem pintada. Os indivíduos que não acentuavam estas características eram castrados - para não serem utilizados na reprodução - e utilizados apenas como animal de montaria.

A técnica de seleção, adotada há mais de 100 anos, acabou garantindo a preservação das principais características destes animais, em especial sua variada e exótica pelagem. Apesar de a autoria da primeira seleção da raça na América ser atribuída aos Nez Perce, historiadores acreditam que a origem de cavalos com a pelagem típica do moderno Appaloosa é ainda mais antiga. Pinturas rupestres encontradas na Espanha e nas famosas cavernas de Lascaux, na França, desenhadas 18 mil anos antes de Cristo, revelam figuras de cavalos com características semelhantes as do Appaloosa. Outros registros de cavalos pintados foram encontrados em pinturas chinesas datadas de 5.000 anos a.C. e em cavalos selecionados na antiga Pérsia há 1.600 anos.

 

Das batalhas a preservação

Na medida em que os colonizadores foram estabelecendo seus ranchos e implantando a pecuária no Oeste americano, a aptura de cavalos selvagens para utilização na lida se transformou em fator de sobrevivência.

Cobiçados pelo homem branco, os La Palouse passaram a ser motivo de disputas constantes, notadamente quando foram estabelecidas as rotas comerciais entre o Sul e o Norte, necessitando-se percorrer grandes distâncias a cavalo. Surgiam as batalhas e a vida indígena começou a sofrer grandes alterações. Em 1877, num histórico confronto entre os Nez Perce e a cavalaria americana, os La Palouse serviram de montaria de um povo inteiro numa rota de fuga que percorreu mais de dois mil quilômetros. Quando os Nez Perce se renderam em Montana - Estado americano na fronteira com o Canadá -, os cavalos que sobreviveram aos ataques foram distribuídos entre os soldados, deixados para trás ou simplesmente dispersos.

Crescia a decadência das nações indígenas, e sua reclusão em reservas a partir do início do século XX provocou a quase extinção da população eqüina, especialmente destes cavalos pintados. Espalhados pelo vasto território americano, os animais sobreviventes enfrentaram, ainda, o advento da motorização agrícola e a ramificação das ferrovias. Salvo exceções, o cavalo nos Estados Unidos foi colocado em segundo plano.

No entanto, na busca de resgatar os áureos tempos dos La Palouse e a cultura que a ele era atribuída, apaixonados por estes animais - rancheiros, criadores, descendentes dos Nez Perce e leigos - do Estado de Idaho fundaram, na década de 30, o Appaloosa Horse Club - APHC, entidade que se tinha por objetivo maior preservar a história da Raça e garantir seu desenvolvimento. Dentre estes objetivos estava a utilização do cavalo no esporte e lazer, práticas que começaram a crescer na medida em que a mecanização invadiu a zona rural. Criadores, rancheiros, profissionais do cavalo, esportistas, entidades governamentais se envolveram no movimento. Esta nova realidade foi fundamental para o renascimento do Appaloosa. Buscava-se a seleção de animais fortes, ágeis, corajosos, mas que também que tivessem nos genes a capacidade de transmissão da pelagem exótica típica da Raça. No programa de seleção estabelecido a partir dos anos 30, foram feitas infusões de sangue de cavalos das Raças Árabe, Puro-Sangue-Inglês e, predominantemente do Quarto de Milha.

Destes cruzamentos nasceu, no conceito dos americanos, um tipo de cavalo com características únicas como a pelagem pintada, os cascos rajados, a pele malhada e a esclerótica branca, ou seja, aquela membrana que reveste o globo ocular. Nas décadas seguintes os Appaloosas começaram a desenvolver aptidões para diferentes provas eqüestres, notadamente as chamadas western como Apartação, Rédeas, Laço de Bezerro, Laço em Dupla baseadas na lida dos ranchos, além de Baliza, Tambor, etc. As habilidades do Appaloosa como cavalo funcional e de esporte passaram a ser cultivadas em eventos públicos, especialmente nos rodeios, vitrine maior das competições dos rancheiros americanos.

Resgatado da quase extinção, o Appalosa rompeu as fronteiras dos Estados Unidos a partir dos anos 50, se estabelecendo em outros países e continentes, sendo selecionado atualmente no Canadá, Venezuela, Austrália, Alemanha, Itália, Espanha, Israel e Brasil. Em nosso País chegou há quase três décadas, se expandiu a partir do Estado de São Paulo e já se consagra como o segundo maior e mais importante plantel mundial.

http://www.appaloosa.com.br/

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Thu, 27 Mar 2008 02:22:10 +0100
Doma Racional http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/doma-racional http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/doma-racional 7386_kboing.jpgCada vez que aumentamos nossa experiência com cavalos vamos conhecendo melhor seu estilo de vida e descobrindo as coisas úteis, certas e boas, portanto muitas vezes nós se perguntamos: qual é a melhor maneira de colocar a sela? Como por a cabeçada? Que tipo de embocadura usar?

São duvidas comuns para qualquer cavaleiro. Até os mais experientes cometem enganos e deixa o animal desorientado ainda mais  que cada cavalo é um tipo e cada um tem uma forma de trabalhar e a reagir às coisas que fazemos.
 
No manejo diário para doma e treinamento, as atitudes vão se tornando tão mecânicas que as chances de se cometer faltas só tendem a aumentar.
Começando nos apetrechos que  compõe os equipamentos eqüestres: podem se tornar inimigos da sua montaria caso não  sejam usados de forma correta, e as coisas vão aumentado como uma embocadura mal escolhida e mal ajustada, sela grande para cavalos pequenos. São fatores que à primeira vista podem parecer sem muita importância, mas que a longo prazo poderão trazer traumas e perigos.

Início da doma

No início da doma é uma fase bastante delicada, e se fizermos os primeiros contatos com o potro usando atenção, paciência e principalmente numa seqüência coerente, evitaremos erros e dores de cabeça. Aí vão alguns "certos" e "errados" para você se orientar e ter a chance de corrigir possíveis enganos.

Certos

1- Aproximar de um potro em inicio da doma com tranqüilidade e segurança mesmo com cavalos desconhecidos que você não tenha contato constantemente. Pegá-los em um local onde seu espaço seja limitado, facilitando a aproximação.
 
2- Colocar o cabresto pelo focinho e passar por trás das orelhas conversando principalmente com o potro e outros enquanto coloca lentamente sem assustá-lo.
 
3- Usar voz firme e sempre igual, isto é, no mesmo tom para que o animal entenda o que você espera dele. 

4- Recompensar o cavalo com carinhos no pescoço a cada etapa executada de maneira correta, lembrando que deve-se premiar no momento em que o animal realiza corretamente a tarefa pedida.
 
5- Parar com a insistência ou aula assim que o animal realize por algumas vezes o que lhe foi pedido. Ministrar os ensinamentos progressiva e repetidamente.
 
6- Encilhar o animal pelo lado esquerdo, entretanto o cavalo bem domado aceitará o manejo pelos dois lados.
 
7- Para cada tipo de animal, melhor dizendo para cada tipo de modalidade que você quer fazer com seu animal necessita de selas diferentes, selas tipo australianas são usadas normalmente para cavalos de marcha, selas tipo Western coloca-se em cavalos Árabes e Quarto de Milha, selas tipo seletas mais leves usa-se em cavalos de corrida e saltos.


Errados:

1- Não se aproximar brutalmente principalmente pela sua traseira. Os cavalos têm medo dos homens e com susto poderão reagir repentinamente.
 
2- Não  colocar o cabresto rápido e não amassar as orelhas, pois podem sentir dor ou irritação, e o animal pode reagir e criar traumas, difíceis de tirarem.
 
3- Não rode o animal com o cabresto e evitar dar puxões fortes.
 
4- Não repetir as palavras de comando na hora que o animal está realizando os ensinamentos. Se ele esta fazendo é porque já entendeu e a voz de comando nessa hora só irá confundi-lo.
 
5- Não recompensar o animal após não ter feito o que foi pedido ou recusar. Nunca bata em seu cavalo, pois só servirá para desorientá-lo.

6- Não pare com o trabalho ou a aula no momento que o cavalo errar o exercício. Caso o cavalo não execute o exercício de forma correta, mesmo que depois de algumas tentativas, mude o exercício para um mais fácil e termine a aula. A repetição demasiada cansa fisicamente e mentalmente o cavalo. Ele ficará cansado e perderá a disposição e o rendimento. Por isso procure variar as lições para mantê-lo sempre atento e disposto.
 
7- Não jogar o material que irá no dorso, pois é um lugar sensível (perto do rim) e esse impacto provocará dores e traumas.
 
8- Não usar a embocadura muito forte quando o cavalo é sensível e aceita o comando do cavaleiro rapidamente e a embocadura muito apertada poderá ferir o canto da boca.

Lembre-se dessas dicas e use sempre com muita calma e nenhuma violência nos comandos aos cavalos, eles irão te respeitar e aprender!

http://www.hipismobrasil.com.br/dicas_instrutores/dicas_instrutor1.asp

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Thu, 27 Mar 2008 02:04:09 +0100
Oração do Cavaleiro e do Cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/oracao-do-cavaleiro-e-do-cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/oracao-do-cavaleiro-e-do-cavalo Oração do Cavaleiro

 

 

 

Deus pai todo-poderoso, luz do Universo.
Vós que sois o criador da vida e de todas as coisas, concedei derram
ar sobre nós, teus filhos, cavalos, cavaleiros e amazonas que aqui estamos, as tuas bênçãos e a tua divina protecção.120px-gallop_animated.gif
Dai-nos Senhor:
- A saúde e o vigor, para que possamos competir com garra em busca da vitória...
- A lealdade, para que busquemos o podium com determinação e coragem, mas com respeito pelos nossos adversários, vendo em cada um deles um amigo e um companheiro de jornada...
- A prudência, para que não venhamos a nos ferir no ardor da disputa...
- A paciência, para que entendamos que a vitória, símbolo do sucesso, é o resultado do trabalho árduo e deve ser conquistada degrau a degrau...
- A humildade, para façamos de cada sucesso um estímulo para caminharmos sempre em frente e cada tropeço um aprendizado de que pouco sabemos e é preciso aprender mais...
- A gratidão, para que, no momento da vitória, saibamos que a conquista só foi possível pelo trabalho e dedicação de muitos, cavalos, pais, técnicos, tratadores, ferradores, juízes, veterinários, motoristas e até o nosso...
Senhor, dai-nos também:
- A bondade, para tratarmos nossos animais com respeito, amor e atenção, jamais esquecendo de agradecer a eles pelo trabalho realizado...
- A generosidade, para que no futuro, quando nosso inseparável amigo de tantos galopes da vitória estiver velho e cansado, não mais podendo nos auxiliar nas conquistas, receba de nós o amor e os cuidados para que possa terminar seus dias com dignidade e, chamado por vós, galope feliz sentindo em seu dorso o nosso carinho e nossa saudade, pelos verdes campos de tua divina morada...
Pai, dai-nos finalmente:
- O patriotismo para que se um dia lograrmos merecer representar o nosso pais pelas pistas de hipismo do mundo, saibamos, como tantos outros, honrar o seu nome, sua gente e suas tradições...
- A virtude, para que jamais nos afastemos dos nobres ideais do hipismo e para que antes de campeões, possamos ser cidadãos de bem...

E a fé, para crermos que tudo vem de vós, senhor do universo e nosso Pai eterno.
Que assim seja!

 




2350_dscn3147.jpg

Oração do Cavalo
(
Autor desconhecido)

 

Dono meu:
Dá me, frequentemente, de comer e beber, e, quando tenhas terminado de trabalhar-me, dá me uma cama na qual eu possa descansar comodamente.
Examina todos os dias os meus pés e limpa meu pelo. Quando eu recusar a forragem, examina meus dentes e minha boca, porque bem pode ser que eu tenha um problema que me impeça de comer.
Fala-me; tua voz é sempre mais eficaz e mais conveniente para mim, que o chicote, que as rédeas e que as esporas.
Acaricia-me, frequentemente para que eu possa compreender-te, querer-te e servir-te, da melhor maneira e de acordo com os teus desejos.
Não corte o meu rabo muito curto, privando-me do melhor meio que tenho para espantar as moscas e insertos.
Não me batas violentamente e nem dês golpes violentos nas rédeas, pois, se não obedeço, como queres, é porque ou não te compreendo ou porque estou mal encilhado, como freio mal colocado, com alguma coisa nos meus pés ou no meu ombro que me causam dor.
Se eu me assustar, não deves bater-me, sem saberes a causa disso, pois bem pode ser o defeito de minha vista ou um proverbial aviso para ti.
Não me obrigues a andar muito depressa em subidas, descidas, estradas empedradas ou escorregadias.
Não permaneças montado sem necessidade, pois prefiro marchar, do que ficar parado com uma sobrecarga sobre o dorso.

Quando cair, tenha paciência comigo e ajuda-me a levantar, pois, faço quanto posso para não cair e não causar-te desgosto algum.
Se tropeçar, não deves por a culpa para cima de mim, aumentando minha dor e a impressão de perigo com tuas chicotadas; isso só servirá para aumentar meu medo e minha má vontade.
Procura defender-me da tortura do freio, não no trabalho, mas quando esteja em descanso, e cobre-me com a manta ou com uma capa apropriada.
Enfim meu dono, quando a velhice me tornar inútil, não esqueça o serviço que te prestei, obrigando-me a morrer de dor e privações sob o jogo de um dono cruel ou nos varais de uma carroça, se não puderes manter-me, ou mandar-me para o campo, mata-me com tuas próprias mãos, sem me fazer sofrer.
Eis tudo o que eu te peço, em nome daquele que quis nascer numa baia, minha morada e não num palácio, tua casa.

FONTE:mamacavalo.nireblog.com  (meu antigo blog  de cavalos)

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Thu, 27 Mar 2008 01:47:23 +0100
Banho do Cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/banho-do-cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/banho-do-cavalo banhos2.jpg

    O   Banho

DEPOIS DE UMA CAVALGADA OU UMA SESSÃO DE EXERCÍCIOS, NADA MELHOR DO QUE UM BOM BANHO PARA REFRESCAR E RELAXAR. ESTE MOMENTO PARA O CAVALO É MUITO IMPORTANTE, É O INDICATIVO QUE O TRABALHO ACABOU E CHEGOU A HORA DA RECOMPENSA.
       A ducha só com água e escovação deve acontecer quase que diariamente ou sempre que o animal terminar o trabalho, chegar do piquete ou estiver muito empoeirado devido ao pó de feno ou a serragem das baias. Já um bom banho com shampoo deve ser dado pelo menos uma vez por semana com bastante calma e prazer. Quando chegar este dia é provável que seu cavalo já espere ansiosamente, pois ele já perceberá as pequenas alterações que naturalmente acontecem. A movimentação dos tratadores ao pegar os materiais, a arrumação do local do banho, com tudo isso ele já saberá que o grande dia do banho chegou!

A Hora Certa

     O ideal é que este banho aconteça nas horas em que o sol estiver forte para que o animal não sinta frio e a secagem seja rápida. Dê preferência a um local que tenha piso de cimento, um amarrador seguro e uma torneira com bastante água. Amarre o cabresto com uma certa folga, pois provavelmente, na hora que você for lavar a cabeça do cavalo, ele vai querer se esquivar-se, levantando-a fortemente, podendo estirar e provocar um sério acidente.
     Deixe-o ver e cheirar todo material que você vai utilizar durante o banho, para evitar que ele estranhe alguma coisa e fique estressado. Lembre-se que este deve ser um momento prazeroso. Mesmo em relação à água, antes de molha-lo, ofereça-o para beber um pouco caso tenha vontade.
     É importante que a pressão da água não seja muito forte. Nada de esguichos ou vaporizadores use a mangueira. O cavalo é um ser vivo, e pressão demais pode acabar machucando a pele, principalmente nas áreas mais sensíveis.
     É importante antes de molhar o cavalo, ficar atento se a respiração já voltou ao normal (caso tenha sido trabalhado antes) e a temperatura do corpo esteja amena. A temperatura da água pode até ser fria, desde que o dia não esteja gelado. O grande perigo está no choque térmico entre o clima pós-banho e a água, pois pode resfriar demais alguns membros e provocar friagem, dificultando até a locomoção.


Passo a Passo

     Comece molhando todo o animal. Inicie sempre pelas patas. Jogue água nos cascos, boletos e pernas. Vá subindo pelos membros anteriores e depois posteriores. Suba com o esguicho para a garupa e vá seguindo em direção a cernelha. Molhe bem a crina e tenha cuidado para não deixar entrar água nos olhos e ouvidos do cavalo. Deixe que ela escorra entre as orelhas e, se ele deixar, use um chumaço de algodão embebido com oleo mineral para tirar o excesso de cera. Alguns animais podem ser arredios a este contato. Se isto acontecer, procure acalmá-lo para evitar que ele se esquive todas as vezes que você tocar esta região. Não se esqueça dos pêlos do topete. Puxe-os para trás das orelhas e junte-os à crina. Certifique-se de que a água penetra até a pele, na raiz dos pêlos. Feito isso é hora de partir para a limpeza. Dilua em um balde uma parte de shampoo para três partes de água.

Dica: caso o animal esteja com pêlo muito ressecado, você pode usar o condicionador em todo o corpo, após o banho. Espalhe o produto em todo o cavalo com o auxílio de uma escova em movimentos circulares e deixe agir por 5 minutos. Em seguida enxágüe com bastante água. Terminando o banho, pegue o escorredor (um rodinho de madeira e borracha) e passe pelo corpo do cavalo, acompanhando o sentido da musculatura (paleta, garupa, pernas), de cima para baixo, e deixe secar no sol.


     Para a limpeza do focinho, chanfro e gananchas, utilize uma escova muito macia ou uma esponja e passe levemente. Estas também são regiões sensíveis e o excesso de pressão pode assustar o animal.
     Use um sabonete ou um shampoo suave para lavar a crina. Não use detergente. Pegue uma escova de plástico e faça penetrar bem a espuma, para remover toda a sujeira. Deixe o shampoo atuar por alguns minutos e enxágüe com água corrente. Procure tirar o excesso com as mãos e evite o uso de pentes para não quebrar os fios da crina. Se você preferir, pode usar um creme condicionador para desembaraçar os fios. Retire a água do pescoço com um raspador de suor. Com a cauda, faça a mesma coisa, escove-a inteira, molhe e desembarace. Depois de enxaguar o condicionador, passe uma escova de cerdas largas para que os fios fiquem bem soltos.

mamacavalo.nireblog.com(meu antigo blog)

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Thu, 27 Mar 2008 01:40:01 +0100
Sentidos dos Cavalos http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/sentidos-dos-cavalos http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/sentidos-dos-cavalos   

             

4555.jpg

Orelhas para trás indicam raiva ou medo

0.jpgOrelhas para frente indicam interesse pelo que ocorre no ambiente

lk.jpgUma orelha para trás e outra para a frente indicam certa incerteza

Os cavalos tem os sentidos da visão, audição e olfato mais desenvolvidos do que o homem. A face longa característica do cavalo não é necessária apenas para conter seus grandes dentes: ela também abriga os sensíveis órgãos do olfato. Os olhos ficam mais para o alto do crânio, nos lados da cabeça, propiciando aos cavalos boa visão periférica, mesmo quando pastam. As orelhas são grandes, capazes de se movimentar e apontar em direção ao mais leve ruído. Por natureza, o cavalo vive em rebanhos e demonstra grande afetividade em relação aos outros membros do grupo, sendo esta lealdade facilmente transferida ao seu dono. Uma vez desenvolvida a ligação afetiva , o cavalo se esforça muito para executar ordens, por mais difíceis que sejam. Por isso esses animais tem sido vítimas de abusos cruéis, mas também são muito amados, talvez mais que qualquer outro animal na história da humanidade. Apesar de sua forte associação com seres humanos, o cavalo ainda conserva seus instintos naturais de comportamento. Defendem seus espaço e amamentam os filhotes, e precisam sempre de companhia.

http://www.hipismobrasil.com.br/o_cavalo/sentidos_dos_equinos.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:38:22 +0100
Bernado Cardoso http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/bernado-cardoso http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/bernado-cardoso .jpgBernardo Cardoso de Resende Alves, nasceu na bela cidade mineira de Belo Horizonte. Escorpiniano nascido em 20 de novembro de 1974.
Filho de João Baptista Ribeiro de Resende Alves e Maria José Cardoso Resende Alves.

Aos quatro anos, quando visitava uma fazenda nos arredores do Cepel, viu alguns cavaleiros saltando e nesse instante nascia a paixão pelo esporte.

Depois de alguns testes, foi aceito na escolinha do Cepel.
Sob orientação de José Wilson, o Pelé, foi aprendendo todos os segredos desse esporte, mas por ser muito pequeno aconteciam refugos e consequentemente vinham as quedas.
Pelé logo notou o talento e a grande força de vontade do pequeno Bernardo, e assim incentivava-o a continuar saltando apesar das quedas.

Aos 8 anos Bernardo ganhou seu primeiro título, Campeão mini-mirim das escolas de São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. A partir daí começou a ter o incentivo do titular do Cepel Dr. Marcos Valle Mendes e Vitor Alves Teixeira.
Vitor Alves passou a ser seu instrutor. Dessa união começava a surgir um grande campeão.

Aos 12 anos, montando Zurquis, foi campeão brasileiro mirim.
Com o apoio do Cepel, Bernardo sempre contava com bons cavalos, como Zurquis e Larrami.

Aos 16 anos, tornou-se profissional. Como sempre utilizou cavalos do Cepel, continua até hoje sendo sua referência para treinos.

Apesar de ter ficado na reserva, Bernardo foi campeão por equipes no Panamericano de Mar Del Plata na Argentina. Em 1999 (Panamericano de Winnipeg), já atuando como titular, foi campeão novamente.

Em maio de 2001, Bernardo passou 3 meses na Europa no manège do Neco, Nelson Pessoa. Neste período disputou importantes provas onde conquistou excelentes resultados. No concurso internacional de Aachen, Bernardo teve uma destacada atuação e foi considerado a maior revelação do evento.

Em 2002, o cavaleiro passou toda a temporada na Europa onde conquistou importantes resultados como a medalha de bronze para o Brasil, no Campeonato Mundial de Cavalos Novos, e pode acumular muita experiência ao saltar as principais provas do circuito mundial competindo com os principais cavaleiros do mundo.

2003
Eleito o melhor cavaleiro do CSI-W de Mechelen, na Bélgica
3° lugar no GP do CSI-A de La Corunha, Espanha

2004
2° lugar no GP da Copa do Mundo do CSI-W de Vigo, Espanha
1° lugar no GP do CSI de de Bois-le-Roi, França
Vencedor da prova forte (1,50m) do CSI quatro estrelas de Wiener Stadthalle, Áustria
Medalha de Bronze por equipe no Pan-americano de São Domingos
1° lugar na Copa do Rei do CSI-A de Madri
2° lugar no GP do CSI-A de Monte Carlo
1° lugar no GP do CSI de Vejer de la Frontera (IX Sunshine Tour)

Perfil
Data de Nascimento: 20 de novembro de 1974
Local: Belo Horizonte - MG
Altura: 1,86m
Peso: 76kg
Hobby: Jogar Tênis
Cidade: Rio de janeiro
Ídolo no hipismo: Vitor Alves Teixeira, Rodrigo Pessoa, Ludger Beerbaum, John Whitaker e Nick Skelton.
Ídolos: Guga e Ayrton Senna
Perfume: Issey Miyaki
Bar: Dado Bier em Porto Alegre
Prato Predileto: Camarão a Provençal
O que mais gosta na TV: programas de esporte e Planeta & Casseta
Time de futebol: Clube Atlético Mineiro

http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/bernardo_alves.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:30:25 +0100
Vitor Teixeira http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/vitor-teixeira http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/vitor-teixeira 000000000000000.jpg
Reprodução - www.vitorteixeira.com.br

Vitor começou a montar em 1971 na Sociedade Hípica de Brasília quando sua mãe, através de um trabalho, foi convidada pelo então presidente Cel. Fidélis Chaves da Silveira a inscrever seus dois filhos Vitor Alves Teixeira e Luiz Otávio Teixeira na escola de equitação.

Ambos os meninos possuíam muita facilidade no aprendizado, mas era o Luiz que normalmente ganhava os melhores prêmios e troféus.

Vitor foi impedido de montar depois de alguns meses na hípica por não ser sócio e não ter condições de sê-lo. Neste momento quase desistiu do hipismo, foi como se o mundo tivesse desabado e que todos os seus sonhos nunca se tornariam realidade. Os meninos interromperam a equitação por alguns meses. Foi quando tiveram um convite para montar no regimento de cavalaria e foram, permanecendo por alguns meses, pois não tínhamos condições de comprar o título de sócio da hípica.

Passado alguns meses, o Cel. Fidélis chamou a família propondo a compra de um título de um sócio, que queria vender um pouco mais barato, e assim foi feito com sacrifício dos pais, que sofriam junto com os meninos aquela situação.

Em seis meses Vitor estava disputando o Campeonato Brasileiro de Mirim no Clube de Campo de São Paulo em 1972. Mas foi em 1975, que em Porto Alegre que ganhou o primeiro Campeonato Brasileiro de Junior, superando os quase insuperáveis paulistas.

Desta geração fizeram parte, o Marcelo Artiaga, Marcos Fernandes Alves, Marcos da Silva Fernandes, Luciano Marques Alves (in memória), Pedro Paulo Lacerda, Lucia Santa Cruz, Almir Lustosa Vieira, Djalma Ferreira, Geraldo Gomes de Lemos e alguns outros.

Foi em 1979 quando ganhou o Torneio FIAT superando entre outros Nelson Pessoa, Roberto Kalil, etc. Tinha na época 21 anos e venceu com o cavalo CAMOATI de propriedade do Cel. Fidélis.

Em 1979 conheceu Andréa, que lhe enviou seu cavalo NATURAL, com qual estaria tendo alguns problemas. Em 1981 mudou-se para Belo Horizonte já namorando a Andréa e fazendo parte da Equipe Brasileira, que ganharia o Sul-Americano no Chile e participaria do Campeonato Mundial de Dublin em 1982, ficando na 7ª colocação.

Perfil

Nome: Vitor Alves Teixeira
Nascimento: 22 de janeiro de 1958
Natural: Belo Horizonte, MG
Time de futebol: Atlético Mineiro
Recordes: 2,25m - 2001
Onde Monta: Clube Hípico Santo Amaro - SP
Filme: Ghost
Ídolo: Ayrton Senna
Cavalo: Zurkis

http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/vat.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:28:44 +0100
Rodrigo Pessoa http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/rodrigo-pessoa http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/rodrigo-pessoa 000000.jpgNascido em Paris no dia 29 de Novembro de 1972, Rodrigo é fruto do casamento de Nelson Pessoa e Regina de Paula Pessoa.

Em 1981, Rodrigo disputou sua primeira competição de pôneis em Hickstead na Inglaterra. Já em 1984, veio seu primeiro título, o de Campeão da classe pôneis na Bélgica. Em 85, Rodrigo foi novamente campeão de pôneis na Bélgica e também na Inglaterra.

Em 1988, começou a disputar os GPs mais importantes, como o de Francoville na França, depois de ter vencido os GPs de Juniores em Milão na Itália e Reims na França.

Em 1989, Rodrigo terminou o Campeonato Europeu de Juniores em primeiro lugar. Só não levou o título, por ser Brasileiro. Em 1990 se inicia a longa lista de vitórias nos mais tradicionais Grandes Prêmios do mundo.

Em 1990, o cavaleiro venceu os GPs de Nice, na França, e Donaueschingen, na Alemanha. Neste mesmo ano Rodrigo venceu a prova de abertura do Mundial de Estocolmo na Suécia. Em 1991 Rodrigo venceu os GPs de Zuidlaren e Paderborn, além de diversas importantes classificações.

O primeiro grande ano hípico para Rodrigo foi 1992, quando aos 19 anos foi o cavaleiro mais jovem a disputar os Jogos Olímpicos de Barcelona, ficando em 9º lugar na contagem individual.

Com a experiência de uma Olimpíada, ele seguiu vencendo GPs, como os de Wiesbaden, Paris e Aachen em 1993. Neste mesmo ano Rodrigo venceu seu primeiro Derby, em Eindhoven, uma marca registrada de seu pai.

Em 1994, já visando a sua participação nos Jogos Pan Americanos de Mar del Plata, Rodrigo venceu os GPs de Aachen e Aarhus e no ano seguinte conquista Medalha de Ouro por equipes no Pan da Argentina.

No ano de 1996, veio a consagração Olímpica. Com uma atuação impecável, Rodrigo colaborou para a conquista da medalha de Bronze por equipes nos Jogos Olímpicos de Atlanta.

Em 1997, Rodrigo se preparou para participar da Copa do Mundo. No ano seguinte, Rodrigo mostrou que veio para marcar época no esporte. Em Helsinki, na Finlândia, Rodrigo e Baloubet Du Rouet tornam-se Campeões da Copa do Mundo.

Ainda no mesmo ano, e montando outro cavalo, o Lianos, Rodrigo vai disputar o Campeonato Mundial em Roma e consagra-se Campeão Mundial. Ele também venceu o GP de Roterdan e recebeu o prêmio de Melhor Cavaleiro do Mundo com o troféu "O Ano Hípico".

Em 1999, Rodrigo torna-ne bi-campeão da Copa do Mundo, montando novamente Baloubet Du Rouet. Neste mesmo ano ele venceu os GPs de Paris-Bercy, Berlin e Amsterdan e ganhou o Derby de La Baule. Neste ano sua principal conquista depois da Copa do Mundo foi chegar ao Topo do ranking Mundial, posição que ele mantem até hoje.

No ano 2000, através de uma parceria com a empresa Sportcom do também cavaleiro e amigo André Beck, Rodrigo trás o futebol para o hipismo. O contrato com o Club de Regatas Vasco da Gama marca história no esporte, e para celebrar a parceria, Rodrigo vence pela terceira vez consecutiva a Copa do Mundo de Hipismo com Baloubet du Rouet.

Em Sydney Rodrigo conquista mais uma medalha de Bronze por equipes para o Brasil com três percursos perfeitos com Baloubet na Copa das Nações, num emocionante desempate com a equipe da França. Tudo estava dando certo, mais no segundo percurso da final, Rodrigo e Baloubet não foram bem e perderam a chance de trazer uma medalha individual para o Brasil. A decepção foi grande, mas Rodrigo se superou e voltou a vencer diversos concursos com Lianos.

Em 2000 foram 23 vitórias, 10 segundos lugares, 1 Copa do Mundo, 1 Medalha Olímpica e mais de 700 mil dólares em prêmios. Para fechar o ano, Rodrigo terminou como número 1 do mundo no Ranking Mundial FEI/BCM.

Em 2001 Rodrigo teve mais um excelente desempenho na Copa do Mundo e por muito pouco não levou o título de Tetra Campeão. Mesmo assim o Vice Campeonato foi muito comemorado.

Em Junho, mais precisamente no dia 23, Rodrigo realizou um sonho. Casou-se com Keri Potter, numa cerimônia emocionante no Rancho Valencia Resort em Del Mar na California - Estados Unidos.

Em 2002 Rodrigo e Baloubet participaram de sua quinta Final de Copa do Mundo consecutiva, ficando na terceira colocação. Aconteram vitórias nos GPs de Genebra e Rotterdan com Baloubet, Verona e Calgary com Lianos e Mônaco com Bianca d'Amaury. Rodrigo dividiu sua temporada entre os EUA e Canadá e a Europa, acumulando bons resultados nos dois continentes. Rodrigo começa a preparação de cavalos novos como Hermès St. Lois, já visando a substituição de seus principais cavalos de competição.

Em 2003 Rodrigo participou de 175 provas em eventos CSIO, CSI-W, CSI4* e Final da Copa do Mundo. Nestas 175 apresentações fez 107 percursos sem faltas (61%), e 37 com apenas uma falta (21%). Isto significa que em apenas 18% fez mais de uma falta. Rodrigo esteve 66 vezes entre os 6 primeiros (37%), com 21 primeiros, 12 segundos, 6 terceiros, 4 quartos, 12 quintos e 10 sextos lugares. Bianca D'Amaury foi o animal com mais vitórias, 8. Ela apresentou também ótimo rendimento, com 22 zeros em 31 provas (71%). Ela esteve entre os Top 6 em 22 oportunidades, marcando ainda 7 segundos lugares. Suas vitórias mais importantes em 2003 foram em provas de 1.50m nos CSI-W de Berlim e s'Hertogenbosh. Baloubet du Rouet foi o cavalo com o qual Rodrigo mais saltou em 2003, 36 provas. Ele fez percursos sem faltas em 23 delas, marcando um percentual de 64% de zeros. Baloubet esteve entre os Top 6 14 vezes (39%), com 6 primeiros lugares, sendo os mais importantes a Final do Top Ten em Geneve, o GP-W de s'Hertogenbosh e o GP de Balve. Ele teve ainda excelente participação na Final da Copa do Mundo com 2 terceiros e 1 quinto lugar, finalizando como vice-campeão. Outro importante cavalo de Rodrigo em 2003 foi Hermès St.Lois. O promissor 8 anos foi levado com muita calma por Rodrigo. Ele marcou 22 zeros em 26 provas (85%), esteve entre os Top 6 nove vezes (35%), com 3 primeiros, sendo o mais importante a vitória no GP do CSI4* de La Coruña. Lianos saltou bem menos este ano. Com 16 anos foi menos exigido, sendo apresentado em 18 provas, com 10 zeros (56%), e uma importante vitória, no GP do CSIO de Falsterbo. Rodrigo obteve ainda vitórias com Stardust, em 2 provas de 1.55m do Sunshine Tour, e uma com Harry Potter no CSI4* de Bremen.

No final de 2003 um momento de grande felicidade, o casal Keri e Rodrigo anunciam a chegada do herdeiro. Keri está gravida, com o nascimento previsto para Junho de 2004.

Perfil
Data de nascimento: 29 de Novembro de 1972
Local: Paris – França
Hobby: Automobilismo e Golf
Sua esposa: Keri Potter
Local onde mais gosta de descansar: Angra dos Reis – RJ
Cor: Verde
Carro: Porche
Ídolos: Ayrton Senna e Pelé
Fruta: Laranja e Coco
Comida: Churrasco
Refrigerante: Guaraná
Escritor: John Grishan

www.rodrigopessoa.com.br

FONTE:http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/rodrigo_pessoa.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:26:39 +0100
Claudia Itajahy a Melhor Amazonas Internacional http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/claudia-itajahy-a-melhor-amazonas-internacional http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/claudia-itajahy-a-melhor-amazonas-internacional 000melhor-amazonas.jpg

Claudia
Reprodução

Claudia Itajahy começou a montar desde cedo. Participou de inúmeros campeonatos e passo a passo foi conquistando títulos após títulos e alcançando um grande prestígio no hipismo nacional. Hoje é uma amazona respeitada e também temida. Não é fácil competir contra esta guerreira! Ela tem muita garra!Atualmente a amazona conta com dois animais: Unibanco Seguros Rodobens VanGogh e Unibanco Seguros Rodobens Victoria. VanGogh é a sua principal montaria e Claudia acredita que ele poderá facilmente chegar as próximas Olimpíadas. Títulos conquistados:
Campeâ carioca de mirim
Campeã brasileira de mirim
Vice-campeã carioca de mirim
Tri-campeã brasileira de júnior (título inédito no mundo)
Medalha de ouro individual no Campeonato americano de júnior
Medalha de prata por equipes no Campeonato americano de júnior
Medalha de bronze individual no Campeonato sul-americano de júnior
Medalha de ouro por equipes no Campeonato sul-americano de júnior
Quarto lugar no mundial de júnior em La Baulle
Penta-campeã brasileira de amazonas
Campeã carioca de sênior
Vice-campeã carioca de sênior
Duas vezes vice-campeã brasileira de sênior
Duas vezes vice-campeã por equipes de sênior
Campeã da Echarp Dor
Campeã do torneio dos campeões
Campeã do Ranking Heineken da CBH de cavaleiro
Campeã do Ranking Heineken da CBH de grandes prêmios
Vice-campeã do Ranking Heineken da CBH de cavaleiro
Campeã da liga sul-americana da World Cup (única amazona que obtém este título)
Campeã do torneio Banco Nacional
Campeã do CSI-W de Porto Alegre
Vice-campeã do CSI-W de Porto Alegre
Campeã do Derby do Clube de Campo
Campeã do circuito do interior de São Paulo
Campeã do circuito do interior do Rio de Janeiro
Campeã do Campeonato Potro do Futuro
Super Campeã do campeonato brasileiro de cavalos novos
Campeã do torneio Pão de Açúcar
Vice-vampeã brasileira de cavalos novos
Campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 7 anos
Campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 6 anos
Vice-campeã do Ranking da CBH de cavalos novos 6 anos
Campeã brasileira de cavalos novos 6 anos
Vice-campeã brasileira de cavalos novos 7 anos
Campeã do torneio Monte Cristo
Vitória no CSI-W Visa Indoor com a participação no desempate do então bi-campeão do mundo Rodrigo Pessoa que ficou em 2º lugar
Campeã brasileira de amazonas por equipes 2000
Campeã brasileira individual de amazonas 2000
Campeã paulista de cavalos novos 7 anos 2000
Campeã brasileira de cavalos novos 7 anos 2000
Campeã do Ranking do Brasil 2000
Vice-campeã de sênior do Ranking da Federação Paulista 2000
Campeã do Ranking de amazonas da Federação Paulista 2000
Perfil

Nome: Claudia Itajahy Camarão
Nascimento: 8 de setembro de 1961
Natural: Rio de Janeiro, RJ
Time de futebol: Flamengo
Recordes: 9 vitórias no mesmo ano em Grand Prêmios
Onde Monta: Clube Hípico Del Verde - SP
Filme: Galdiador e Coração Valente
Ídolo: Deus
Cavalo: Mar Sol

 

 

http://www.hipismobrasil.com.br/cavaleiros/claudia.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:14:38 +0100
Ferragem Sem Prejudicar o Cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/ferragem-sem-prejudicar-o-cavalo http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/ferragem-sem-prejudicar-o-cavalo garan_.jpgAlguns cuidados para ferrar com responsabilidade o seu cavalo estão a seguir:

1 - Conheça o ângulo da paleta do seu cavalo antes de se aventurar cortando o casco. Apare os cascos anteriores (mãos) e tente colocá-los com o mesmo ângulo da paleta. Confira o ângulo dos cascos com um gabarito angulador de casco. Os ossos digitais devem ser alinhados, de forma que colocando-se uma linha reta do meio do boleto e meio da quartela (falanges) ela deve passar pelo emio do casco, alinhada com as suas cânulas naturais (linhas verticais do casco). No casco achinelado as linhas do casco não concindem com este alinhamento da quartela , porque o casco tem ângulo menor do que a paleta e a linha é quebrada para baixo (lado do chão).

2 - Limpe a sola, abra os 3 canais da ranilha de forma a deixar passar o dedo mínimo para entrar ar , obtenha a concavidade da sola e não corte jamais as barras, pois ela são a continuidade da muralha de sustentação e garantem 30% da sustentação do cavalo.

3 - Assegure que os cascos estão balanceados no sentido médio-lateral ( largura) e ântero-posterior ( comprimento). As metades do casco esquerdo, por exemplo, devem ser iguais, assim como os comprimentos desde a pinça até cada um dos talões. Depois confira para que os cascos dianteiros sejam iguais entre si. Quando aparar os cascos traseiros, siga as mesmas instruções. Assim, quando o cavalo coloca o casco no chão ambos os talões apoiam no chão ao mesmo tempo e o casco rola a pinça no meio, o desgaste da ferradura ocorre exatamente na frente e o vôo ou breakover é elegante e para a frente (avante).

4 - Escolha a ferradura de acordo com as necessidades do cavalo e ajuste-a ao casco bem aparado. A ferradura deve proteger toda a muralha de sustentação, apoiando-se até o final do talão, sem obstruir os canais da ranilha e possibilitando expansão da muralha nos quartos e talões. Nos posteriores, a ferradura pode ter ligeiro sobrepasse de talões, nos animais de talões fracos ou escorridos, de forma a dar maior base de sustentação para o cavalo. A mesa da ferradura é escolhida de acordo com a atividade do cavalo. Mesa estreita (filete) para corrida, mesa média ( 17mm) para trabalho, treinamento e lazer e mesas mais largas para esbarro( 25mm) ou tração. O material da ferradura ( aço, alumínio puro, liga de alumínio, poliuretano com alma de alumínio e outros metais especiais), bem como os demais acessórios ( guarda casco, agarradeiras, palmilhas, talonetes e até rampão) devem ser escolhidos de acordo com a atividade , de preferência com conhecimento, para não prejudicar a performance do
animal.

5 - Fixe a ferradura com o cravo adequado, escolhido de acordo com a espessura da ferradura e com o canal ou craveira, de forma que a cabeça do cravo fique totalmente embutida na concavidade do buraco ou canal da ferradura. Os dois últimos cravos a serem pregados não devem ultrapassar a "linha do juízo do ferrador", ou seja, a linha imaginária que une o final dos médios do casco, antes dos talões. Complicado? Não. Imagine o meio da ranilha, com o casco levantado, e trace uma linha para os dois lados. Ela passará sobre a muralha de sustentação (onde a ferradura apoia) exatamente no lugar dos últimos cravos, em cada lado da ferradura. Esta é a " linha do juízo do ferrador".out-for-a-swim.jpg

6 - Depois de bater os dois primeiros cravos (ombros) e os dois últimos ( talões) da ferradura, bata o guarda casco (se houver). Apoie o casco com a ferradura no chão e observe se a linha imaginária que passa pelo meio do boleto, da quartela e do casco (eixo ântero-posterior do digital) está reta. Se estiver tudo bem, pregue os demais cravos, lembrando que uma boa ferradura terá, no mínimo, 5 furos de cada lado e furos nos talões para colocar agarradeira ou cravar talonetes , calços para corrigir aprumos ou palmilhas. Ferradura barata com três ou quatro furos de cada lado nem sempre atende as necessidades do seu cavalo.

7 - Por último, mas não menos importante, depois de acabar de fazer o serviço, não esqueça de repor o verniz dos cascos com o CASCOTÔNICO, para devolver também a flexibilidade, incentivar o crescimento e proteger a sola, paredes e ranilha contra as brocas , frieiras e podridão.

Estas são as principais dicas para você fazer ou gerenciar o ferrageamento dos seus cavalos.
Se os termos usados são familiares a você e ao seu ferrador, parabéns, você está dominando o assunto. Mas, se houver dúvida, venha fazer um curso no Centran Toledo, para aumentar a performance dos seus animais, com o mínimo de afecções. Lembre-se , que o ferrador que não é competente, ferra o dono e o cavalo...

http://www.hipismobrasil.com.br/ferrageamento/ferrar_sem_prejudicar.asp

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Thu, 27 Mar 2008 01:05:14 +0100
Você Sabia? http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/voce-sabia http://tudosobreoscavalos.nireblog.com/post/2008/03/27/voce-sabia 9077_kboing1.jpgAlimentação

Cenouras
Muitas pessoas tem o costume de dar cenoura para seu cavalo como forma de agrado, já que esses animais adoram esse tipo legumes. Além de agradar os cavalos, a cenoura tem outra função, a de ajudar na digestão, prevenindo complicações estomacais e abdominais. Ele fica feliz e sadio!



2009_kboing.jpgCompetições

Primeira Competição de Saltos
A primeira competição de saltos que se tem registro na história foi realizada em Londres, Inglaterra em 1869, pela Agricultural Hall, e as competições de Adestramento surgiram no século 16, em Academias de Equitação na Itália e na França. Já a prova dos três dias, (CCE) nasceu das corridas de Enduro.



3928_kboing.jpgVeterinária

Membros eqüinos
A parte superior dos membros determina o movimento e a parte inferior suporta o peso. As articulações permitem que os membros se dobrem e atuem como amortecedores.Os tendões ligam os ossos aos músculos, permitindo que estes movimentam toda a perna. Cuide-os muito bem!

Memória de cavalo
Você sabia que o cavalo prima pela sua excelente memória associativa, e que a dificuldade para"readestrá-lo" (corrigir más lições), é muito difícil justamente por esse razão?



228animais-messbrasil.jpgRecordes

Cavalo mais pesado
Brooklin Supreme, garanhão puro sangue Belga, nasceu em 12 de abril de 1928 e morreu em 1948, pesava 1.440 kg.

Cavalo mais baixo
Pônei da raça Shetland, chamava-se "Meia Noite", por ter nascido às 24,00 no ano de 1969 em Melbourne na Austrália, tinha 36 cm de altura.

Cavalos mais velhos
Não há provas cabais de tal fato, porém consta que em Pebbles Bay, Península de Gower, Sul de Gales, havia um pônei gaulês com 66 anos de idade. Em 1919, perfeitamente documentado, morreu um pônei garanhão com 54 anos. Em 1969, em uma fazenda nas cercanias de Danville, Missouri, (EUA), a égua "Nelie", morreu de ataque cardíaco aos 53
anos.



6049_kboing.jpgCuriosidades em geral

População Eqüestre Brasileira
O Brasil possui a segunda maior população de cavalos no Mundo, estimada em 6.2 milhões de animais? Ficando apenas atrás da China com aproximadamente 10,2 milhões?E que no Planeta, o total da população de cavalos é estimada em quase 62 milhões?

FEI
A organização que disciplina as competições de Hipismo no Mundo é a FEI-Féderation Equestre Internationále - (Federação Eqüestre Internacional) e foi fundada em Bruxelas, na Bélgica em 1921.

Equoterapia
Você sabia que a "equoterapia" ou "eqüinoterapia" ou "hipoterapia" ou ainda a "equitação terapêutica" são os nomes utilizados para todo os métodos terapêuticos que utiliza os cavalos como seu principal instrumento de execução? E que os primeiros registros de sua utilização datam do ano de "458 A.C."? A terapia fundamenta-se nos movimentos tridimensionais causados pelo dorso do cavalo, que ao deslocar-se ao passo, realiza um movimento semelhante ao da bacia pélvica humana. São utilizados na reaprendizagem para andar, melhora dos rendimentos cardiovasculares e respiratórios, fortalece a musculatura e a coordenação, desenvolve a coragem, a auto-confiança, concentração, sentimento de independência, e a capacidade social e comunicação.

Trabalho ao passo
Você sabia que o trabalho ao passo no exterior é um elemento importante para o desenvolvimento da calma do cavalo novo? O cavalo novo deverá habituar-se a "passar" por tudo, sem nada temer. Ele poderá estranhar muitas coisas, e o cavaleiro deverá, com muita paciência, mostrar os objetos até que o animal não tenha medo de nada. As irregularidades do terreno fará com que o animal se habitue com o sobrepeso do cavaleiro em seu dorso, aprimorando seu equilíbrio.

4802_kboing.jpgPaciência é melhor que castigo
Você sabia que castigar seu cavalo só o torna mais irritado e medroso? O cavalo é muito sensível à voz, aos bons tratos e aos carinhos. Ele é muito paciente, porém um dos maiores "segredos" de um bom adestrador é justamente descobrir, "pacientemente" os limites do animal.

 

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Thu, 27 Mar 2008 00:59:18 +0100